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sábado, maio 14, 2011

"Andar com fé eu vou. Que a fé não costuma faiá"




Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


A imagem acima foi capturada do vídeo "Kseniya Simonova - Sand Animation (Україна має талант / Ukraine's Got Talent". Trata-se do início de uma performance da artística ucraniana Kseniya Simonova.

Coloquei esta imagem aqui porque ela é muito ilustrativa do momento que estou vivendo. Segunda e terça estarei em Brasília me encontrando com pessoas e falando sobre a importância de organização e postura profissional no trabalho com arte, comunicação, cultura e entretenimento. E muito provavelmente farei isso no outro sábado, dia 21, aqui no Rio de Janeiro.

Sempre que estou para realizar um encontro educativo, acendo uma vela. No sentido literal, faço isso nas minha orações. Peço orientação e sabedoria para me comunicar da melhor forma possível com cada participante. Isso aprendi assistindo uma entrevista da artista Denise Stoklos. No sentido simbólico, vou acendendo velas em cada texto que leio, cada slide que reviso, cada apontamento que faço para levar para estas novas turmas. Quero que cada palavra "acenda" uma pequena luz, que desperte e amplie a força que cada um tem dentro de si.

Independente de encontrar muitas ou poucas pessoas, o que busco neste encontros é mostrar para todos que cada um pode fazer sua parte. Procuro mostrar que com organização podemos aumentar nossas chances de atingir os objetivos que buscamos.

Os cursos são também uma oportunidade de irmos além dos pensamentos rotineiros. Muitas vezes achamos que nossos objetivos só acontecem quando uma empresa patrocina, quando o governo financia ou quando nos mobilizamos politicamente. Ao pensarmos sobre o que estamos fazendo e ao refletirmos sobre "como" estamos fazendo, muitas vezes nos damos conta que não estamos tendo fé. Para que possamos criar oportunidades para que os nossos sonhos aconteçam, é preciso ter fé.

Você acredita na sua produção? Você acredita na sua banda? Você acredita nos eventos que organiza?

Você só tem fé quando tem a certeza de que vai ter sucesso? Sua fé é movida pela sua ambição de ser celebridade?

Ontem recebi da Lucimara Letelier, especialista em captação de recursos, que foi minha professora no MBA em Gestão Cultural, na Universidade Cândido Mendes, o seguinte recado:

"Ale, deixando aqui um video apaixonante sobre mobilização e captação de pessoa físicas! É da organização que tenho maior orgulho de ter iniciado o programa de captação para eles no Brasil: a ActionAid! me avise se gostou!"



Fé se aprende. Uma das formas de se aprender a ter fé é alimentar-se com exemplos de fé. Por isso compartilho este vídeo com todos vocês. Que cada um fortaleça o seu trabalho.

Gostei muito do vídeo, Lucimara, muito obrigado!


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* Alê Barreto é um administrador e produtor cultural independente. Trabalha com foco na organização e qualificação dos profissionais de arte, comunicação, cultura e entretenimento. É autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows, escreve para o site Overmundo e para a revista Fazer e Vender Cultura.

Ministra cursos, oficinas, workshops e palestras. Já atuou em capacitação de grupos culturais em parceria com o SEBRAE AC. Presta consultoria e assessoria para artistas, empresas e produtores.

Contato: (21) 7627-0690 Rio de Janeiro - RJ - Brasil




Alê Barreto é cliente do Itaú.


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O Produtor Cultural Independente gerencia os perfis das redes sociais da Associação Brasileira de Gestão Cultural (ABGC). Receba informações pelo Facebook e pelo Twitter

terça-feira, agosto 24, 2010

Fabricio Ofuji, produtor da banda brasiliense Móveis Coloniais de Acaju, fala sobre a forma de organização do grupo


Imagem do site Produção Cultural no Brasil


Por Alê Barreto*


Nos últimos dias venho falando aqui bastante na importância de se pensar a gestão de uma carreira artística. Compartilhei informações sobre a reportagem da cantora Céu na revista Bravo e sobre a reportagem do ator José Wilker no site da Globo. Uma cantora e um ator.

Agora vamos conhecer também a visão de um produtor.

Conheci em Brasília o Fabrício Ofuji, produtor da banda brasiliense Móveis Coloniais de Acaju, durante uma reunião realizada em julho na Incubadora de Arte e Cultura da Universidade de Brasília. Naquela ocasião, percebi que tínhamos muitas afinidades. Destaco duas: entendemos que a música pode ser pensada como negócio e que é preciso conhecer como ocorrem as relações entre os agentes do mercado cultural.

Em agosto, tive novamente a oportunidade de poder reencontrá-lo aqui no Rio, durante o debate “O Mercado de Shows e Festivais e sua Influência na divulgação do artista e distribuição de seus produtos”, promovido pelo Coletivo Ponte Plural em parceria com o Sebrae e que teve também a presença do Talles Lopes (representante da ABRAFIN, Circuito Fora do Eixo e produtor do Festival Jambolada), Adilson Pereira (Jornalista cultural, ex-editor da Revista Outra Coisa e Programador do Circo Voador) e Gaby Morenah (Produtora do Circo Voador).

Hoje, entrei pela primeira vez no site do projeto Produção Cultural no Brasil, uma realização da Casa da Cultura Digital e da Secretaria de Políticas Culturais do Ministério da Cultura, cuja execução está a cargo da Beijo Técnico Produções Artísticas, Garapa Coletivo Multimídia e FLi Multimídia, em parceria com a Azougue Editorial. Há muito conteúdo que considero de grande importância para uma formação ampla em produção e gestão cultural. Preciso pesquisá-lo com mais atenção. Mas falei tudo isso para dizer que me reencontrei com o Fabrício na seção de vídeos.

Nesta entrevista, gravada no dia 18 de maio de 2010 no estúdio Cine & Vídeo, em São Paulo, Fabrício fala que é "o décimo integrante da banda" e que além do Móveis ser uma banda, "é também uma empresa". Fala também sobre como encarar a música como um trabalho profissional, sobre a opção do grupo contratar uma empresa de consultoria administrativa para organizar os processos de trabalho, sobre como pensa novos modelos de negócio para música.

Fabricio Ofuji from FLi Multimídia on Vimeo.



Vale a pena assistir esta entrevista.


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* Alê Barreto é administrador, produtor cultural e autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação disponibilizada de forma livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows. Trabalha novos conceitos e oferece serviços diferenciados para empresas, produtores, grupos culturais e artistas. Divulga reflexões sobre seu processo de trabalho no blog Alê Barreto e valoriza encantadoras mulheres.

21-7627-0690 (Rio de Janeiro)
alebarreto@produtorindependente.com