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segunda-feira, novembro 22, 2010

Verificando detalhes para Receptivo e Acompanhamento numa turnê


Entrevista de Nei Lisboa no Showlivre.com

Por Alê Barreto*

Nada como planejar algo e depois colocar a mão na massa para ver este algo acontecer. Estou saindo agora para o aeroporto Santos Dumont, para receber Nei Lisboa (veja a entrevista acima), os músicos, técnicos e a produtora Ana Lombardi.

Quem já fez o meu curso "Aprenda a Organizar um Show", sabe que agora vou realizar as atividades de receptivo e acompanhamento.

Para isso, um check-list básico:

- número do vôo, nome do aeroporto, horário e portão de desembarque;
- nome e fone do profissional do transporte (equipe e cenário);
- cartaz para as pessoas rapidamente me localizarem (não vou usar porque já conheço a equipe);
- cronograma em mãos com horários e endereço dos translados;
- rooming list para hotel.

Tudo conferido.

Então, para colaborar com divulgação, lembro a todos:

=> o Programa Petrobras Cultural traz Nei Lisboa para o Rio de Janeiro dia 23 de novembro com o show "Vapor da Estação" - Teatro Rival – Cinelândia - 19h30.

O espetáculo já passou pelas cidades de Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Itajaí (SC), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Belém (PA), São José do Rio Preto (SP) e São Paulo (SP).



Uma produção Ana Lombardi, Maria Braga Produções e Produtor Cultural Independente

Compre seu ingresso antecipado

Mais sobre Nei Liboa: site, músicas e vídeos.

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* Alê Barreto é administrador, produtor cultural e autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação disponibilizada de forma livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows. Trabalha novos conceitos e oferece serviços diferenciados para empresas, produtores, grupos culturais e artistas. Divulga reflexões sobre seu processo de trabalho no blog Alê Barreto, divulga ideias contra o machismo no blog encantadoras mulheres e compartilha a experiência do método livre de produção de shows no blog "Aprenda a Organizar um Show".

21-7627-0690 (Rio de Janeiro)
alebarreto@gmail.com

sexta-feira, novembro 05, 2010

Nei Lisboa faz show no Rio de Janeiro dia 23 de novembro no Teatro Rival


Entrevista de Nei Lisboa no Showlivre.com


Por Alê Barreto*


Estou trabalhando com a Ana Lombardi e a Maria Braga, na pré-produção do show que Nei Lisboa (site, músicas e vídeos) realizará no Rio de Janeiro, dia 23 de novembro, no Teatro Rival.

Estarei hoje e nos próximos dias divulgando este espetáculo nos meus blogs e redes sociais.


RELEASE: NEI LISBOA - TURNÊ “VAPOR DA ESTAÇÃO” 2010

Nei Lisboa é uma das maiores referências da música urbana produzida no Rio Grande do Sul. Sua musicalidade eclética, rebelde e cheia de humor serviu – e continua servindo – de escola para uma geração de artistas, que fazem das terras gaúchas um celeiro de boas surpresas musicais. O cantor e compositor está celebrando 30 anos de carreira com sua primeira turnê nacional: passará por nove cidades Brasil afora com o show Vapor da Estação. O repertório é uma retrospectiva da carreira, com músicas dos oito discos autorais, entre elas “Pra Viajar no Cosmos Não Precisa Gasolina”, “Verão em Calcutá”, “Telhados de Paris”, “Faxineira”, “Cena Beatnik”, “Vapor da Estação”, entre outras.



Enfim, o Brasil
Compositor gaúcho comemora 30 anos de carreira com sua primeira turnê nacional
Por Juarez Fonseca

Em novembro de 1979 os muros do Bom Fim, mitológico bairro de Porto Alegre, amanheceram pichados com a frase “Deu pra ti, anos 70”. O mistério se desfaria poucas semanas depois: era o título do primeiro show individual de Nei Lisboa, dando adeus a uma década pesada – na qual seu irmão Luiz Eurico “desaparecera” nos porões da ditadura. Mas no subtexto a frase acreditava em dias melhores, até porque a Anistia já vigorava desde agosto. Nei tinha 20 anos. Em 1981, com ele atuando e canções dele na trilha, o título do show virou o título do filme que se tornaria um símbolo daquela geração de jovens músicos, atores e cineastas, de certa forma antecipando seu futuro (pois lá estava a semente da hoje consagrada Casa de Cinema de Porto Alegre).

Esses momentos “fundadores” pontuam as comemorações pelos 30 anos de carreira e os 50 de vida, iniciados em 2009 e sintetizados por Nei Lisboa no show produzido especialmente para apresentações em nove cidades de sete estados, em sua primeira turnê nacional. Você leu bem: primeira. Mas nem precisa perguntar por que um dos mais populares músicos do Sul, com uma obra da qualidade da sua, reconhecida por críticos bem-informados de todo o país, demorou tanto para levá-la ao público de outras latitudes e longitudes. Nem ele sabe justificar direito as razões da ausência. Tenho uma suspeita: quando se deu conta, 30 anos haviam passado a jato. Querem ver? Perguntei por que não fez turnê parecida dez anos atrás. Resposta:

“Hoje tenho um acúmulo de vida artística que aos 20 não era tão intenso. Não tinha a firmeza de hoje. Nesta década, foram três discos, além de um livro de crônicas, um acervo que está merecendo uma exposição lá fora. Mas sim, havia um descompasso entre a importância que me atribuem em casa e o desconhecimento de São Paulo para cima. Tenho ido regularmente a São Paulo, Curitiba, Florianópolis. No Rio, conto nos dedos as vezes em que estive; uma só, nesta década. Em Brasília foi uma vez, de passagem, e assim mesmo eu e violão, numa feira do livro, mais como escritor. Em Belém estive há coisa de 20 anos. Em Belo Horizonte, acho incrível nunca ter me apresentado; várias vezes ensaiei essa ida, e não aconteceu.”

Enquanto isso, ele aprimorava o idílio com os fãs no Sul, fazendo shows de diferentes formatos e repertórios, invariavelmente lotados. Fiel, a geração que assistiu ao seu surgimento viu novas gerações sendo agregadas, formando um público ao mesmo tempo heterogêneo e homogêneo. Gente dos 20 aos 60 anos que não perde suas apresentações e o considera quase como uma pessoa da família, deliciando-se com sua música e seu senso de humor, suas observações sempre salpicadas de fina ironia. Durante muito tempo ele freqüentou os bares do Bom Fim como um habituê qualquer. Quando chegou aos 40 anos e começaram a chamá-lo, afetuosamente, de “senhor do Bom Fim”, retirou-se ao natural. Pouco depois nasceria Maria Clara, sua filha.

Poderia sem problemas seguir a mesma vida, completa em si, mas restrita a baixas quilometragens. Até que em um dia de 2009 achou que já estava na hora de fazer percursos mais extensos. Inscreveu na Petrobras Cultural o projeto da turnê por nove cidades de sete estados e ganhou o patrocínio. “Por minha conta, dificilmente eu poderia materializar uma produção dessas”, argumenta. Agora, sua expectativa é ter uma primavera de muitas alegrias. A banda está pronta, com os dois músicos que o acompanham há anos, Paulinho Supekóvia na guitarra e violão (foi integrante do grupo instrumental Cheiro de Vida) e Luiz Mauro Filho nos teclados, mais Clóvis “Boca” Freire no baixo e Giovani Berti na percussão.

O roteiro do show é uma retrospectiva da carreira, com músicas dos oito discos autorais, entre elas “Pra Viajar no Cosmos Não Precisa Gasolina”, “Verdes Anos”, “Paisagem Campestre”, “Verão em Calcutá”, “Telhados de Paris”, “Faxineira”, “Romance”, “Cena Beatnik”, “Pra Te Lembrar”, “Bar de Mulheres”, “Translucidação”. Conforme o clima do show podem entrar canções do álbum Hi-Fi, de 1998, reunião de sucessos do pop internacional da época em que o Nei estudante viveu nos EUA. O público vai poder comprar um CD exclusivo, com a inédita gravação de um show em São Paulo em 2004, mais o registro em estúdio de “Vapor da Estação”, música sobre o sentimento de estar na estrada composta especialmente para as plateias da turnê. (http://www.neilisboa.com.br/vapor.zip)

“Não estou fazendo este investimento com a ideia de me lançar para o Brasil, mas sim de pagar uma dívida, cobrir uma lacuna junto a um público específico, mais seleto, que demanda o conhecimento inter-regional, que cultiva o salutar hábito de gostar de coisas fora do mainstream, fora da mídia”, Nei registra. Quer dizer: vai ao encontro de um público que de certa forma já sabe ter, que há muito se comunica com ele e sua música através do site. “Também espero plantar umas sementinhas, quem sabe... Em Curitiba, por exemplo, tive na primeira vez um teatro lotado e, por conta disso, voltei outras vezes. Quem sabe não se repete agora, nas outras cidades? Aos 50 anos, tá na hora.”

O Projeto
A Petrobras, através do Programa Petrobras Cultural é a patrocinadora do projeto que viabilizou a circulação do espetáculo do músico Nei Lisboa por sete estados e nove cidades brasileiras: Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Itajaí (SC), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Belém (PA), São José do Rio Preto (SP), São Paulo (SP) e Rio de Janeiro (RJ).


Serviço:

Show de Nei Lisboa "Vapor da Estação"
23 de Novembro
Rio de Janeiro – RJ
Teatro Rival – Rua Álvaro Alvim 33/37 – Cinelândia.
19h30
Ingressos: R$30 e R$15 (meia - estudantes e Idosos)


Ficha Técnica
Nei Lisboa – Voz e Violão
Paulo Supekovia – Guitarra e violão
Luiz Mauro Filho – Piano/teclado
Giovanni Berti – Percussão
Clovis Boca Freire – Baixo Acústico
Engenheiro de Som – Tiago Becker
Criação e operação de Luz – Carolina Zimmer
Direção de Palco e Roadie – André Birck
Fotos - Adriana Franciosi
Criação Gráfica – Canhotórium Arte Aplicada
Cenógrafo – Elcio Rossini
Agencia de Conteúdo e Redes Sociais – Recheio Digital
Produção – Ana Lombardi
Produção Rio de Janeiro - Produtor Cultural Independente e Maria Braga Produções

Assessoria de Imprensa: INKER AGÊNCIA CULTURAL
11.3120-6447 / www.inker.art.br
Fabiana Batistela: 11.7736-0594 / fabiana@inker.art.br
Nathalia Birkholz: 11.7760-9826 / nathalia@inker.art.br

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* Alê Barreto é administrador, produtor cultural e autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação disponibilizada de forma livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows. Trabalha novos conceitos e oferece serviços diferenciados para empresas, produtores, grupos culturais e artistas. Divulga reflexões sobre seu processo de trabalho no blog Alê Barreto, divulga ideias contra o machismo no blog encantadoras mulheres e compartilha a experiência do método livre de produção de shows no blog "Aprenda a Organizar um Show".


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quarta-feira, outubro 13, 2010

Especial 29ª Bienal de São Paulo: "realizar uma grande obra coletiva contra a fome, a violência, a destruição e o imperialismo"


No + /CADA - Colectivo Acciones de Arte/imagem de divulgação do site da Bienal


Por Alê Barreto*


Estive há poucos dias atrás na 29ª Bienal de São Paulo com um grupo de convidados da equipe do blog Fatos e Dados da Petrobras, formado por pessoas atuantes na promoção da arte. Preparei um breve roteiro para apreciar a exposição, comentei a importância da ação da Petrobras e comecei a falar sobre as minhas impressões sobre as obras que conheci. Hoje vou continuar falando delas.

A frase "(...) realizar uma grande obra coletiva contra a fome, a violência, a destruição e o imperialismo" é uma tradução livre que fiz de um das frases do "Llamado a artistas del Colectivo Acciones de Arte (CADA)", um manifesto dos artistas ativistas chilenos, exibido no segundo andar do Ibirapuera. Todas as imagens que compõem a obra mostram um forte envolvimento destes artistas na luta contra a ditadura chilena. No + foi uma expressão grafitada exigindo o fim da opressão.

Haviam várias obras em vídeo. Gosto muito de vídeo arte. Entrei em uma sala e comecei a assistir um filme, com um lento e contínuo movimento de câmera. Homens fardados. Um vilarejo. Pessoas paralisadas. Ruas sem calçamento. Um burro atado. Pedras. Enxada. Zoom em homens armados.


Round and Round and Consumed by Fire/Claudia Joskowicz/imagem de divulgação do site da Bienal

Tratava-se do vídeo Round and Round and Consumed by Fire de Claudia Joskowicz. Parecia um estado dominado por armas. Depois descobri que a artista faz uma referência ao filme Butch Cassidy and the Sundance Kid, de 1969.

Nota: muita gente na Bienal. Muitos jovens. Muitas ações educativas com grupos de adolescentes.

Seguindo meu percurso, uma série de imagens me chamou a atenção. Me dirigi até elas. Parecia que estava olhando uma favela, tamanha era quantidade de caixas d´água à vista. Tratavam-se de imagens da artista Otobong Nkanga, que fazem referência a desigualdades sociais na Nigéria.


Dolphin Estate Series/Otobong Nkanga/imagem de divulgação do site da Bienal


Eram fotos de prédios populares em Dolphin Estate, que o governo nigeriano construiu sem fornecer instalações de água, esgoto e iluminação. Nas imagens dá para perceber que população reage ao descaso do Estado em qualquer parte do mundo: trataram de colocar caixas d´água. Detalhe: uma das fotos, cuja descrição era "On Lansdowne Road, Khayelitsha, Cape Town, 16 May 2007, from the series: in the time of Aids", mostrava banheiros públicos com o símbolo da luta contra a Aids pichados nas portas.


A última obra que descrevo hoje me proporcionou uma experiência muito interessante.



"A origem do terceiro mundo" de Henrique Oliveira me levou para um labirinto, um espaço subterrâneo. A caverna construída com materiais rudimentares, madeiras, que parece uma rocha de retalhos de tapume, consegue causar um deslocamento durante a visita. A possibilidade de caminhar, tocar, explorar os espaços, me levou um saudável encontro comigo mesmo.


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* Alê Barreto é administrador, produtor cultural e autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação disponibilizada de forma livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows. Trabalha novos conceitos e oferece serviços diferenciados para empresas, produtores, grupos culturais e artistas. Divulga reflexões sobre seu processo de trabalho no blog Alê Barreto e valoriza encantadoras mulheres.

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terça-feira, outubro 05, 2010

Especial "29ª Bienal de São Paulo: quando você enxerga algo do outro em você?"





Por Alê Barreto*


A visita a Bienal gerou muito conteúdo. Vou compartilhá-lo em vários posts. Vamos ao primeiro.

Tendo como base a afirmação do crítico Paulo Sérgio Duarte de que "toda avaliação estética foi e vai ser um juízo de valor, (...) sempre de natureza subjetiva", e as orientações da artista plástica Eliane Barreto, contidas no roteiro de possibilidades de apreciação que elaborei para visitar a Bienal, segui ontem bem cedo para o Auditório do Ibirapuera, em São Paulo, junto com o grupo de convidados do blog Fatos e Dados da Petrobras, formado por pessoas atuantes na promoção da arte.




Na chegada, fomos recebidos por Pedro França, coordenador da programação dos Terreiros, e pelo Diogo de Moraes, coordenador do projeto educativo. Recebemos as boas vindas e ouvimos a uma rápida explanação de Pedro que falou sobre a conexão do tema da Bienal com o projeto do espaço da exposição e com a concepção dos Terreiros. Três frases dele contribuiram muito para o melhor aproveitamento da visita: "a Bienal propõe algo, o mundo responde e a política se faz neste encontro"; "o espaço tem a dimensão do labirinto, a possibilidade do encontro, a possibilidade de se perder"; "os Terreiros são espaços de diálogo da Bienal, com uma programação que estimula que as discussões ganhem densidade".

Iniciei a visita de forma diferente. Não olhei as obras no sentido "do início para o fim da exposição" e tampouco segui roteiros propostos por revistas e curadores. Fiz o meu caminho.

As palavras da frase "quando você enxerga algo do outro em você?" foram as primeiras imagens que chamaram minha atenção no pavilhão da Bienal. Estavam escritas na parede externa do ateliê educativo.

Após visualizei um homem saltando sobre um círculo de fogo, em uma foto preto e branco muito antiga. A imagem foi adquirida em brechó era parte do leilão proposto pela obra "Menos Valia", de Rosângela Rennó. No mundo da mais valia, sua proposta de interferência poeticamente representada pela coleta e devolução de objetos para circulação, me fez pensar sobre os diferentes ciclos das coisas e do ciclo de minha própria vida.


"Menos Valia"/Rosângela Rennó/imagem de divulgação do site da Bienal


Cadeiras vazias. Uma criança perguntou para mim: "dá para sentar?" Não sabia o que responder. Mas pude perceber que não se tratava apenas de algo óbvio. A obra era provocativa. E a menina que me fez a pergunta havia sido provocada. "Audience" do artista Pedro Barateiro me fez também ter vontade de ocupar aquele espaço e me fez pensar na importância de se pensar a ocupação dos espaços artísticos. Faz sentido centros culturais, envoltos em uma aura institucional, estarem com suas platéias vazias? Como se pensar na ideia de audiência, de platéia, vendo cadeiras vazias?


Audience/Pedro Barateiro/imagem de divulgação do site da Bienal


Dança. Um vídeo com pessoas dançando músicas latinas. Pareciam ritmos cubanos. Na hora, pensei que se tratava apenas de um recurso visual, um suporte em vídeo para uma instalação. Mas era mais que isso. Olhando com mais atenção, próximo do vídeo, havia uma série de desenhos. Partituras de uma dança. Imagens que remetiam a ideia de harmonia. A obra "Un lugar para vivir cuando seamos viejos" mostrou que a terceira idade é um lugar. Um lugar para se viver. Um lugar para se dançar, como faz o casal apresentado no vídeo: dança todas as semanas num mercado da Cidade do México.


Un lugar para vivir cuando seamos viejos, El baile: Danzón / Conchita, Lucio, Maria Ascención/ imagem de divulgação do site da Bienal


Havia na parede mais uma pista desta obra. Deixo a pesquisa para aguçar a sua percepção de produtor cultural independente.

Visite: http://www.unlugarparavivircuandoseamosviejos.blogspot.com


As três obras mostram arte e política.



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