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quinta-feira, agosto 21, 2014

Livro "Viver de Música – Diálogo com artistas brasileiros" de Benjamim Taubkin



Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com



Não li ainda, mas recomendo, pela consistência do trabalho do Benjamin Taubkin e pela sua preocupação com olhar amplo e compartilhamento do conhecimento. Conheci ele em 2005, em Salvador, no Mercado Cultural.



Livro ‘Viver de Música – Diálogo com artistas brasileiros’, de Benjamim Taubkin
Em ‘Viver de música – Diálogos com artistas brasileiros’, dezoito artistas brasileiros consagrados falam a Benjamim Taubkin a respeito das peculiaridades e dificuldades de seu ofício

Que caminhos podem se abrir para o jovem que deseja ser músico hoje? Como se vive de música no Brasil atual? Para responder a essas perguntas, Benjamim Taubkin entrevistou dezoito profissionais, de diferentes gerações e estilos. O resultado desses encontros está reunido em Viver de música – Diálogos com artistas brasileiros, livro que a Bei Editora acaba de lançar.

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Como Taubkin, os entrevistados são profissionais que alcançaram sucesso e reconhecimento em suas carreiras e, nos encontros com o autor, abordam assuntos prementes para quem decide abraçar o ofício musical: temas como a questão da vocação, a formação, as influências, o retorno financeiro e a organização do dia a dia. Os diferentes caminhos revelados pelo livro mostram ao público leigo – como o jovem que quer ser músico ou os pais que almejam orientar seus filhos na escolha profissional – que a carreira musical pode oferecer ao profissional uma versatilidade surpreendente.


Embora as entrevistas seguissem um roteiro predeterminado, do nascimento do interesse por música até um balanço sobre suas decisões profissionais, cada uma delas é única, refletindo a voz, a personalidade e o espírito dos entrevistados – nomes tão diversos quanto os do maestro Jamil Maluf, do multi-instrumenta Egberto Gismonti e do produtor Beto Villares, entre outros.

A variedade que se expressa em Viver de música – Diálogos com artistas brasileiros faz do livro um amplo painel não apenas do mercado profissional no país, mas também das dificuldades e dos prazeres inerentes à atividade artística em qualquer tempo ou lugar.

Viver de música – Diálogos com artistas brasileirosreúne entrevistas com:

ADRIANA HOLTZ | ARI COLARES | ARTUR ANDRÉS | BETO VILLARES |

BRAZ DA VIOLA | DIMOS GOUDAROULIS | EGBERTO GISMONTI | FÁBIO TORRES |GUILHERME RIBEIRO | GUITINHO | JAMIL MALUF | MARCOS SUZANO | MAURO RODRIGUES | NÁ OZZETTI | PAULO FREIRE | SIBA | SIMONE SOU | VITOR RAMIL

Português • 1ª edição 2011

240 pp. • 13,2cm x 20,5 cm

ISBN 978-85-7850-051-1

R$ 49,00





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Alexandre Barreto, mais conhecido como “Alê Barreto”, criador do blog, da marca e do programa "Produtor Cultural Independente", é um profissional multifuncional. Administrador de empresas, gestor cultural, gestor de pessoas, gerente de projetos, produtor executivo, consultor, criador de conteúdo, professor e palestrante. 
É um dos gestores do Grupo Nós do Morro no Rio de Janeiro. Concluiu o curso MBA em Gestão Cultural na Universidade Cândido Mendes (RJ) e está finalizando sua monografia sobre carreira artística com a orientação da consultora Eliane Costa.

Rio de Janeiro (21) 9 7627 0690/ Porto Alegre (51) 9473-1561 alebarreto@gmail.com

segunda-feira, maio 21, 2012

Benjamin Taubkin afirma: "patrocínio não é solução"




Por Alê Barreto*

alebarreto@gmail.com


Estava fazendo uma atualização do blog e perdi o texto anterior que acompanhava este vídeo do Benjamin Taubkin. Reescrevi ele. A essência é a mesma. Vamos lá.


Na 22a. turma do curso "Aprenda a Organizar um Show",  ministrado no sábado passado no SESC São João de Meriti (RJ), na oficina Produção Musical Independente, apresentei aos participantes a ideia de que considero um mito a pessoa pensar que para produzir um show "é só arrumar um patrocínio". Este pensamento só foca o curto prazo e também passa a noção de que arrumar um patrocínio é algo fácil.


Pesquisando conteúdos na rede, achei um diálogo muito construtivo do Benjamin Taubkin, músico, produtor e fundador do Núcleo Contemporâneo (SP), no qual ele fala sobre a questão do patrocínio. Este vídeo do site Cultura e Mercado foi produzido para divulgar o seminário #Procultura, que tratou em São Paulo no sábado passado das mudanças no texto que revoga a Lei Rouanet.

Benjamin Taubkin é uma referência no meu aprendizado. Conheci ele em novembro de 2005, no VI Mercado Cultural de Salvador, ocasião que fui o produtor executivo da banda Bataclã FC, de Porto Alegre, que foi selecionada para o evento. Minha primeira viagem trabalhando como produtor para além dos limites do RS. Minha primeira vez na Bahia. Foi assistindo mesas e debates com ele que entendi pela primeira vez que era possível uma carreira na cultura através da gestão e construção de redes. Neste mesmo evento conheci o Ruy Cezar na Casa Via Magia e aprendi muito também sobre o conceito de autonomia.




[Multipliquem em suas redes sociais, blogs, sites e mailings. Este blog recebeu até agora 188.901 visitas e 402.781 visualizações]



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Alê Barreto é formado em Administração com Ênfase em Marketing pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Suas competências profissionais vem sendo construídas através de sua experiência de vida com artistas independentes, shows nacionais (Acústico MTV Bandas Gaúchas), shows internacionais (Avril LavigneSteel Pulse), festivais (Claro que é Rock, "IBest Rock", Live n´ Louder), grupos culturais (Nós do Morro), espetáculos de teatro (Os Dois Cavalheiros de VeronaMachado a 3x4 e Missa dos Quilombos), projetos sociais (Sistematização de Experiências de prevenção à violência contra jovens de espaços popularesRebelião CulturalNós do Morro 20 Anos), redes (Rede Acreana de CulturaRedes e Agentes Culturais das Favelas Cariocas), atividades formativas (Aprenda a Organizar um ShowAprenda a Produzir um ArtistaPresença Digital Saudável), espaços de discussão e reflexão (Observatório Criativo), OSCIP (Observatório de Favelas) e gestão de carreiras artísticas (foi empresário da banda banda Pata de Elefante em 2007 e um dos produtores executivos do disco "Um olho no fósforo, outro na fagulha", um dos melhores discos de 2008, segundo a revista Rolling Stone Brasil).

Escreve com frequência no blog Produtor Cultural Independente, canal de disseminação de informações (saiba mais), é autor do livro "Aprenda a Organizar um Show", colunista da revista Fazer e Vender Cultura e possui diversos textos recomendados na página de cultura e entretenimento do SEBRAE e em trabalhos de graduação e pós-graduação.


Desde de 2010 é aluno do Programa de Estudos Culturais e Sociais da Universidade Cândido Mendes, onde cursa a pós-graduação MBA em Gestão Cultural.

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Alê Barreto é cliente do Itaú.