terça-feira, setembro 13, 2011

Economia criativa: assista a entrevista sobre Economia Criativa com Ana Carla Fonseca Reis




Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Assista a entrevista com Ana Carla Fonseca Reis sobre o tema Economia Criativa. No vídeo do canal Cultura e Mercado, a especialista trata das seguintes questões:

- qual a diferença entre economia da cultura e economia criativa?
- qual o lugar da cultura na economia criativa?
- quais são os setores potencialmente econômicos na área cultural?


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5 informações para participar do curso "Aprenda a Produzir um Artista"

O curso está sendo organizado sob demanda diretamente por mim. Já possui 3 pessoas inscritas. Neste sistema, já fiz duas turmas no RJ: em abril e em julho. Em Minas Gerais, fiz duas turmas.

Para que ele aconteça, é preciso de mais 7 pessoas.

A campanha para que ele aconteça no próximo sábado encerra amanhã, dia 14 de setembro.

Se você depositar sua inscrição e não houver o número mínimo de inscritos, você poderá deixar o valor pago até a turma fechar ou solicitar o reembolso.

Todas as informações sobre o curso e como se inscrever: Clique aqui


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* Alê Barreto é um administrador e produtor cultural independente. Trabalha com foco na organização e qualificação dos profissionais de arte, comunicação, cultura e entretenimento. É autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação livre na internet em língua portuguesa sobre produção de shows, escreve para o site Overmundo e para a revista Fazer e Vender Cultura.

Cursa o MBA em Gestão Cultural no Programa de Estudos Culturais e Sociais da Universidade Cândido Mendes. Ministra cursos, oficinas, workshops e palestras. Presta consultoria e assessoria para artistas, produtores, empres e projetos. Reside no Rio de Janeiro.

+ 55 21 7627-0690 (Claro)


* O blog Produtor Cultural Independente está em atividade desde 2006. Possui mais 700 posts e links de seus conteúdos são enviados para 4.808 pessoas através de redes sociais. Faz parte da Rede Produtor Cultural Independente, uma rede de conteúdos composta pelos blogs Produtor Independente (592 seguidores), Blog do Alê Barreto (55 seguidores), Aprenda a Organizar um Show (32 seguidores) Aprenda a Produzir um Artista (16 seguidores), Encantadoras Mulheres (13 seguidores) e Aprenda a divulgar seu evento (2 seguidores).



Alê Barreto é cliente do Itaú.

domingo, setembro 11, 2011

Ampliar sua formação num curso pode contribuir muito para o sucesso de sua carreira


Trecho do documentário "Avril Lavigne: Bonez Tour Documentary"


Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Algumas semanas atrás comecei o Programa Produtor Cultural Independente. Este programa é o resultado de eu ter decidido mudar de vida aos 29 anos. Tinha trabalhado como técnico em mecânica, estava estudando administração de empresas, conhecia um pouco de comunicação e marketing e queria muito estar perto da música.

Pouca gente acreditou no meu sonho. A maioria das pessoas achava que eu, uma pessoa que estava entrando aos 29 anos para trabalhar numa atividade nova, que não tinha experiência, só conseguiria alguma coisa se tivesse amigos influentes, trabalhasse na mídia ou arrumasse patrocínio. Já ouviu esta história alguma vez?

Sem muito estímulo, sabendo que corria riscos, tendo os medos que todo mundo tem, acreditei no que eu estudei e na minha capacidade. Investi toda a grana que eu tinha. Me dispus a mudar o meu modo de vida. E consegui o meu primeiro objetivo: fiquei perto da música.



O Produtor Cultural Independente trabalhou no show de Avril Lavigne em Porto Alegre em 2005


Nos primeiros cinco anos produzi vários shows, produzi artistas, produzi bandas. Trabalhei em grandes eventos. Produzi shows de lançamentos de vários discos. Tive o privilégio ser empresário da Pata de Elefante.



"Marta" é uma das músicas de "Um olho no fósforo, outro na fagulha", segundo álbum da Pata de Elefante, que teve produção executiva de Gustavo Telles e Alê Barreto. A música também faz parte da coletânea "The New Brazilian Music".


Neste caminho, vi que existem muitos mitos e pouca informação para quem realmente quer trabalhar sério com arte, comunicação, cultura e entretenimento. E tem muito artista sério querendo gente séria e organizada para trabalhar na sua equipe. Em todo o Brasil. Então decidi ir além de querer estar perto da música. Decidi que ia ajudar a organizar o mercado cultural.


Vídeo de divulgação da Imagina Conteúdo Criativo

Em 2008 comecei a divulgar o meu livro "Aprenda a Organizar um Show", primeira publicação livre na internet em língua portuguesa sobre produção de shows.

Com estas realizações consegui mudar minha base de trabalho do sul para a região sudeste. Fui selecionado para ocupar a posição de gerente administrativo do Grupo Nós do Morro, no Rio de Janeiro.


Vídeo do Canal Petrobras

No dia a dia do trabalho de gestão cultural, acompanhando projetos patrocinados pela Petrobras e ações em parceria com organizações como AfroReggae, Cufa e Observatório de Favelas, percebi que minha vontade de compartilhar conhecimentos é uma necessidade. O processo de profissionalização das pessoas que atuam no setor cultural é muito recente no Brasil e no mundo.

Comecei no segundo semestre de 2009 a expandir meus cursos pelo Brasil. Pleno de riscos. Sem patrocínio. Só planejamento, estudo e trabalho contínuo.


Curso nascido de um livro publicado gratuitamente na internet já foi ministrado como extensão na Universidade do Vale do Rio dos Sinos (RS)


Ministrei cursos e palestras no Rio de Janeiro (RJ), Porto Alegre (RS), São Leopoldo (RS), Pelotas (RS), em Goiânia (GO), Brasília (DF), Rio Branco (AC), Jaboticabal (SP), São Paulo (SP), Vitória (ES) e Aracaju (SE). Mais de 350 pessoas já passaram pelos meus cursos.

Os conhecimentos construídos nesta jornada e as informações que tenho aprendido no MBA em Gestão Cultural eu compartilho nos meus cursos.

Por isso, pare de querer competir com todo mundo. Pare de querer fazer tudo sozinho. Participe de um grupo. Convido você a conviver comigo na primeira turma do "Aprenda a Produzir um Artista" no Rio de Janeiro.

Já temos 3 pessoas inscritas. Com mais 7 pessoas o curso será realizado.

É fácil participar. Clique aqui e inscreva-se hoje.


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* Alê Barreto é um administrador e produtor cultural independente. Trabalha com foco na organização e qualificação dos profissionais de arte, comunicação, cultura e entretenimento. É autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação livre na internet em língua portuguesa sobre produção de shows, escreve para o site Overmundo e para a revista Fazer e Vender Cultura.

Cursa o MBA em Gestão Cultural no Programa de Estudos Culturais e Sociais da Universidade Cândido Mendes. Ministra cursos, oficinas, workshops e palestras. Presta consultoria e assessoria para artistas, produtores, empres e projetos. Reside no Rio de Janeiro.

+ 55 21 7627-0690 (Claro)


* O blog Produtor Cultural Independente está em atividade desde 2006. Possui mais 700 posts e links de seus conteúdos são enviados para 4.808 pessoas através de redes sociais. Faz parte da Rede Produtor Cultural Independente, uma rede de conteúdos composta pelos blogs Produtor Independente (592 seguidores), Blog do Alê Barreto (55 seguidores), Aprenda a Organizar um Show (32 seguidores) Aprenda a Produzir um Artista (16 seguidores), Encantadoras Mulheres (13 seguidores) e Aprenda a divulgar seu evento (2 seguidores).



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sábado, setembro 10, 2011

Mídia: veículos de comunicação criam novas formas de relacionamento com seus públicos





Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


A música deve ser gratuita ou paga? Este debate se tornou uma verdadeira "febre". E muita gente tem utilizado o debate para os mais devidos fins. Novas gerações de artistas que buscam aproveitar as facilidades das novas tecnologias de informação e comunicação, enxergam com bons olhos a circulação gratuita de música na rede. Compositores, editores, gravadoras e distribuidoras e profissionais da cadeia produtiva da música que viveram o apogeu da venda do fonograma (arquivo de música gravada), principalmente nas décadas de 80 e 90, acham que isso um absurdo. Eu respeito ambas as posições, pois cada pessoa que argumenta e defende a sua tese, defende o que acredita.

Me veio à mente, neste instante, uma passagem do livro que estou lendo. Vou pegar. Pronto, já estou com o livro em mãos. Na página 50 do "Jangada Digital", de Eliane Costa, ela cita que em agosto de 2004, Gilberto Gil foi entrevistado pelo jornal Folha de São Paulo (achei a entrevista na íntegra, clique aqui) e questionado se sendo um defensor do software livre não seria contraditório estar iniciando um turnê patrocinada pela Microsoft. Gil respondeu:

"Não vejo incompatibilidade nenhuma. Um está de um lado, o outro, do outro. A Microsoft faz software proprietário, vai ser vendido. O software livre é o software livre. Um está interessado em vender. O outro, interessado em dar. Não vejo problema. Acho que podem conviver, acho que devem. Quem quer dar de graça não pode tirar liberdade de quem quer vender. E quem quer vender não pode tirar liberdade de quem quer dar de graça".

Acredito que a possibilidade de produção e circulação livre não significa o fim da comercialização de conteúdo. E mais: o fim do modelo antigo de comunicação, baseado na exclusividade e baixo número de opções está estimulando os veículos de comunicação a criarem novas formas de relacionamento com seus públicos. Com a necessidade constante de cativar a atenção do público, os veículos de comunicação tem investido mais em qualidade, profissionalização, tem qualificado mais seus colaboradores e tem atendido melhor os seus públicos. Vamos testar se isso é verdade?

Vamos analisar o Jornal Destak. Segundo informações contidas no site do jornal, trata-se do

"Primeiro jornal de distribuição gratuita e grande circulação do país, o Destak foi lançado em 06 de julho de 2006, em São Paulo, com a missão de atender a um público exigente e sem tempo a perder, que busca informação concisa, mas completa. Feito para ser lido em meia hora, nas páginas do Destak estão as principais notícias do dia, apresentadas de modo claro e objetivo, com alta qualidade gráfica e editorial.

O jornal é fruto de uma parceria entre o empresário André Jordan e a Cofina, maior grupo de mídia impressa de Portugal, cotado na Bolsa de Lisboa, líder no segmento de jornais e revistas, com 24 títulos publicados no país.

Com uma equipe editorial experiente, o Destak obedece aos melhores padrões éticos e técnicos do jornalismo e, portanto, tem um compromisso absoluto com a veracidade do que publica, sem sujeitar-se a qualquer influência que não seja a busca do bem público e o interesse dos seus leitores.

A qualidade do Destak atraiu um público leitor fiel, formado principalmente por jovens, economicamente ativos e essencialmente urbanos. O sucesso na capital paulista levou ao lançamento de uma edição no Rio de Janeiro em 7 de julho de 2008 e a praça de Brasília em 21 de Maio de 2010. Os 100 mil exemplares que circulam no Rio se somam aos 150 mil publicados em São Paulo e os 40.000 de Brasília, juntos totalizam uma tiragem de 290 mil exemplares de segunda a sexta-feira".


Minha opinião como leitor: achei muito inteligente a decisão de oferecerem informação gratuita e concisa na entrada do metrô. Depois do Destak, já surgiram dois outros jornais. Em breve falamos deles.

Oferecer leitura para um passageiro de metrô é uma nova forma de relação com o público.


Minha opinião como profissional: até hoje, nunca trabalhei com este jornal. Independente disso, minha expectativa é a melhor possível.



Neste vídeo o jornal divulga que "o jornal DESTAK especializa-se em encontrar
soluções criativas e diferenciadas, que acrescentam valor à sua marca. Acreditamos no poder da diferenciação e no profissionalismo"
.

Vou enviar um e-mail para todos os endereços que o jornal disponibiliza no link "Fale conosco" de seu site, que são:

Para falar com a redação: redacao@destakjornal.com.br
Para enviar mensagem à seção de cartas: leitor@destakjornal.com.br
Para publicar anúncios e falar com o Dept. Comercial: comercial@destakjornal.com.br
Demais questões: destak@destakjornal.com.br

Terei o maior prazer de compartilhar com os leitores deste blog, estudantes e profissionais que atuam em arte, comunicação, cultura e entretenimento, de que forma podem interagir com este veículo de comunicação.


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Pare de fazer tudo sozinho.
Venha participar de um grupo!


O Produtor Cultural Independente está construindo a próxima turma do curso "Aprenda a Produzir um Artista" no Rio de Janeiro. O curso faz parte do Programa Produtor Cultural Independente

É fácil participar.

O curso tem previsão de realização dia 17 de setembro (sábado), das 14h às 18h.
Já temos 3 pessoas inscritas. Para acontecer nesta data, precisamos de mais 7 pessoas.

Clique aqui e veja como se inscrever


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* Alê Barreto é um administrador e produtor cultural independente. Trabalha com foco na organização e qualificação dos profissionais de arte, comunicação, cultura e entretenimento. É autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação livre na internet em língua portuguesa sobre produção de shows, escreve para o site Overmundo e para a revista Fazer e Vender Cultura.

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* O blog Produtor Cultural Independente está em atividade desde 2006. Possui mais 700 posts e links de seus conteúdos são enviados para 4.808 pessoas através de redes sociais. Faz parte da Rede Produtor Cultural Independente, uma rede de conteúdos composta pelos blogs Produtor Independente (592 seguidores), Blog do Alê Barreto (55 seguidores), Aprenda a Organizar um Show (32 seguidores) Aprenda a Produzir um Artista (16 seguidores), Encantadoras Mulheres (13 seguidores) e Aprenda a divulgar seu evento (2 seguidores).



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sexta-feira, setembro 09, 2011

Participação na rede: a troca nos leva muito além do texto





Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Ontem concluí a disciplina "Novas mídias na comunicação corporativa" com o Walter Romano, no MBA em Gestão Cultural da Universidade Cândido Mendes.

Ficou muito claro para mim que preciso ampliar o meu aprendizado sobre "como dialogar mais com as pessoas". Ir além do conteúdo relevante.

Quero que as pessoas comecem não apenas a visitar o blog. Quero que as pessoas participem.

Eu sou um. Mas em rede (blogs, facebook, redes sociais, etc.) somos 5.000 pessoas. Existem no mínimo mais 4.999 cabeças pensantes que podem contribuir para produção de conteúdo útil para todos que buscam dicas úteis e informações no blog.

Ontem, a Mil Lagos, uma das 4.999 cabeças pensantes, participou do blog. Foi além do texto. E sua reflexão é muito boa.

Leia o que ela pensa sobre produção cultural. Perceba como ela soube compreender a grandeza do conceito (que é algo para pensar) e a necessidade de organização e especialização na vida prática (que é algo prático).


[início do comentário da Mil Lagos]


Olá Ale! Tudo bom?
Interessante ver como o nome "produtor cultural"se torna mais amplo do que a própria atividade dele em si e onde ele se situa no organograma de uma atividade cultural. Esse nome é sem dúvidas o termo chefe para tudo relacionado ao desenvolvimento do produto cultural, tudo em volta da arte ou projeto em si.

Quando entrei para a produção cultural, ha 12 anos atrás, lembro que achei informações sobre a profissão em um desses livros para alunos que vão prestar vestibular, livro de aptidão profissional. Porém de uns 2 anos pra cá quando vou me colocar profissionalmente não utilizo mais "produtor", pois além desse termo abraçar todas as atividades ele também se coloca num organograma com uma função específica.

Veja bem, eu produzi por mais de 10 anos (hoje tenho 31) grupos de teatros, participei de festivais por todo o BR (trabalhei no Grupo Galpão) e meus últimos trabalhos foram com eventos empresariais. Porém tenho direcionado cada vez mais minhas atividades para o campo da gestão.

Nesse caso eu defino gestão cultural ou gestão de eventos a coordenação de um planejamento do produto cultural. Nele eu tenho o produtor executivo - esse termo que está ligado ao "produtor cultural", o adminsitrador financeiro, a assessoria de imprensa (acho que ainda hoje temos muita falha nesse campo para a cultura), etc. O último trabalho que realizei foi agora em julho, coordenei a logística do Savassi Festival (Festival de jazz em Belo Horizonte, RJ, SP e JDF) - estou fora do BR por 2 anos.

Eu vejo cada vez mais dentro desse termo "produtor cultural" a necessidade de se trabalhar com funções especializadas e específicas. Acho que é importante tanto outras áreas se especializarem mais na produção cultural quanto o produtor buscar seu foco de trabalho. Acredito que o produtor "faz tudo" está cada vez mais obsoleto - como o termo geral abrange.

Eu não trabalho mais com um produtor faz tudo para prestar contas numa lei de incentivo, por exemplo. Acho mais adequado um contador ou administrador se especializar no campo da cultura e desenvolver essa atividade com todos os requerimentos necessários. Mas para isso ele também tem que buscar sua especialização na cultura, para entender todos os processos que diferenciam de outras atividades não artísticas.


Bem, só pensamento. Grande abraço e tudo de bom


[fim do comentário da Mil Lagos]


E você, o que pensa sobre o conceito de produção cultural? O que pensa sobre as ideias da Mil Lagos?

Lembre: participar irá levar você além do texto.



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Pare de fazer tudo sozinho.
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O Produtor Cultural Independente está construindo a próxima turma do curso "Aprenda a Produzir um Artista" no Rio de Janeiro. O curso faz parte do Programa Produtor Cultural Independente

É fácil participar.

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Cursa o MBA em Gestão Cultural no Programa de Estudos Culturais e Sociais da Universidade Cândido Mendes. Ministra cursos, oficinas, workshops e palestras. Presta consultoria e assessoria para artistas, produtores, empres e projetos. Reside no Rio de Janeiro.

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* O blog Produtor Cultural Independente está em atividade desde 2006. Possui mais 700 posts e links de seus conteúdos são enviados para 4.808 pessoas através de redes sociais. Faz parte da Rede Produtor Cultural Independente, uma rede de conteúdos composta pelos blogs Produtor Independente (592 seguidores), Blog do Alê Barreto (55 seguidores), Aprenda a Organizar um Show (32 seguidores) Aprenda a Produzir um Artista (16 seguidores), Encantadoras Mulheres (13 seguidores) e Aprenda a divulgar seu evento (2 seguidores).



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quinta-feira, setembro 08, 2011

Conhecimento livre: o conceito de produção cultural é abrangente


Conheça o trabalho do artista Edgar Mueller (a film by Alessio Cuomo and Sander de Nooij produced by ColdSun Productions)


Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Dando continuidade ao post de ontem, aproveitei para atualizar as informações sobre produção cultural em língua portuguesa, na Wikipedia.

Vejamos hoje o conceito aberto de produção cultural.

O conceito de produção cultural será inicialmente pensado nesta definição partindo da noção mais básica: a constituição da palavra.

Segundo o dicionário Michaellis, a palavra produção pode significar coisa produzida naturalmente ou pelo trabalho, obra literária ou artística ou ato ou efeito de produzir. A palavra cultural é referente a cultura.

Desta forma, produção cultural pode fazer referência a um conjunto de coisas ou obras artísticas realizadas por indivíduos, sozinhos ou em grupo, num determinado espaço e tempo, a um conjunto de produtos ou serviços culturais realizados por indíviduos, sozinhos ou em grupo, num determinado espaço e tempo ou produzir uma ação cultural.

A existência da palavra cultural faz com que produção cultural assuma uma diversidade de significados. Se considerarmos que produção cultural pode ser produção de cultura, tanto seu significado enquanto "coisa" quanto "ato de produzir" assumirão sentidos mais amplos do que apenas obras artísticas.

No Brasil, ainda não há pesquisa sobre a origem do aparecimento desta expressão. Acredita-se que iniciou com o desenvolvimento do teatro, rádio, televisão e cinema, atividades em que a divisão do trabalho contempla a função de se organizar (pré-produção, produção e pós-produção) uma atividade artística e/ou cultural.

A expressão produção cultural tornou-se mais conhecida no Brasil no final da década de 80 e ganhou força nos anos 90, com o surgimento das leis de incentivo à cultura.

Produção cultural também tornou-se a denominação utilizada no Brasil para cursos livres, cursos técnicos, cursos de graduação e pós-graduações, presenciais ou de ensino à distância (EAD), que difundem conhecimentos relacionados a organização, administração e gestão de atividades culturais. Por atividades culturais entenda-se o conceito amplo, que vai além das definições clássicas de cultura e arte.

O conceito amplo de atividades culturais abrange:

- ações praticadas pelo Estado, iniciativa privada, Terceiro Setor ou indíviduos, nas dimensões simbólica, social, econômica e criativa;

- ações cuja fruição pode ser gratuita, mediante pagamento ou mista (uma parte gratuita e outra parte paga);

- atividades realizadas nos setores de turismo, eventos, entretenimento, tecnologia de informação (desenvolvimento de software), games, comunicação, marketing, mercado editorial, publicidade, gastronomia, moda, design, novas tecnologias de informação e comunicação (hardware e software para conexão com internet) e a internet (como produto e/ou meio).

Por tratar-se de um conhecimento novo no mundo, há uma tensão constante sobre "o que é" e "o que não é" produção cultural, similar a discussão sobre "o que é cultura" e "o que não é cultura" ou "o que é arte" e "o que não é arte.


Processo de formação da profissão no Brasil

Preocupados com a ausência de políticas de formação de pessoal em organização cultural (noção que também abrange a formação de pessoas para produção cultural), pesquisadores do Programa de Pós-Graduação Multidisciplinar em Cultura e Sociedade da Universidade Federal da Bahia, sob orientação do Prof. Dr. Antonio Albino Canelas Rubim, realizaram um importante mapeamento sobre a formação em organização cultural no Brasil, disponibilizado de forma livre em 2010 através do site http://www.organizacaocultural.ufba.br/

Outro importante estudo é "Profissionalização da organização da cultura no Brasil: uma análise da formação em produção, gestão e políticas culturais", tese de doutorado de Leonardo Figueiredo Costa, concluída em 2011.

Para pesquisar esta tese no Sistema de Bibliotecas da UFBA:

Costa, Leonardo Figueiredo. Profissionalização da organização da cultura no Brasil: uma análise da formação em produção, gestão e políticas culturais / Leonardo Figueiredo Costa. - 2011.


Campos de atuação profissional


Produção cultural no Brasil tem sido bastante associada a atividade profissional de:

- pessoas que atuam em eventos e entretenimento;

- pessoas que fazem projetos para leis de incentivo;

- pessoas que fizeram cursos de produção cultural;

- pessoas que organizam atividades de cultura como recurso em programas, projetos e ações de responsabilidade sócio-ambiental, educação, saúde, esporte, promoção da cidadania, direitos humanos e bem estar;

- pessoas que realizam atividades de organização, administração e gestão de espaços culturais;

- pessoas que organizam atividades culturais em pontos de cultura;

- pessoas que realizam atividades intermediárias nas diferentes fases da cadeia produtiva da cultura (produção, distribuição, comercialização e consumo de bens e serviços culturais);

- pessoas que produzem conteúdo ou atuam em atividades intermediárias nas diferentes fases da cadeia produtiva da cultura digital (produção, distribuição, comercialização e consumo de bens e serviços culturais digitais).

Uma boa noção sobre a diversidade do campo profissional pode ser percebida no conteúdo disponibilizado no site do projeto "Produção Cultural no Brasil" http://www.producaocultural.org.br/


Exemplos de atividades de produção cultural

Atividades de organização de shows, exposições de arte, montagens teatrais, stand-up comedy, espetáculos de dança, encontros literários, exibição de filmes, programas de TV, programas de rádio, produção de conteúdo para blogs, produção de conteúdo para internet, projetos que contemplem arquitetura, patrimônio, artes, antiquários, artesanato, design, moda, cinema, música, artes híbridas, artes performáticas.

Organização e gestão de carreiras artísticas (também conhecidas como carreiras criativas), gestão de indústrias criativas e pesquisas nos campos da economia da cultura e de políticas públicas de cultura podem ser realizadas por pessoas com formação em produção cultural.


Fonte: conceito elaborado e disponibilizado de forma livre na Wikipedia por Alê Barreto a partir do Dicionário Michaelis da editora Melhoramentos, Dicionário Crítico de Política Cultural de Teixeira Coelho, Guia Brasileiro de Produção Cultural 2010-2011 de Cristiane Olivieri e Edson Natale, Projeto Produção Cultural no Brasil (http://www.producaocultural.org.br/) Blog "Produtor Cultural Independente" (www.produtorindependente.com) de Alê Barreto, Livro "O Avesso da Cena - Notas sobre produção e gestão cultural" de Romulo Avelar, Mapeamento sobre a formação em organização cultural no Brasil (http://www.organizacaocultural.ufba.br) e a tese "Profissionalização da organização da cultura no Brasil: uma análise da formação em produção, gestão e políticas culturais" de Leonardo Figueiredo Costa.

Veja também "produtor cultural".


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O Produtor Cultural Independente está construindo a próxima turma do curso "Aprenda a Produzir um Artista" no Rio de Janeiro. O curso faz parte do Programa Produtor Cultural Independente

É fácil participar.

O curso tem previsão de realização dia 17 de setembro (sábado), das 14h às 18h.
Já temos 3 pessoas inscritas. Para acontecer nesta data, precisamos de mais 7 pessoas.

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quarta-feira, setembro 07, 2011

Conceito aberto: o que é um produtor cultural?


Imagem do site Produção Cultural no Brasil


Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com



Um conceito é fundamental para você entender algo que está procurando aprender. Mas o conceito terá um melhor efeito na sua vida se ele for aberto.

Uma regra nos "seduz" a pensar que há uma referência imutável. Um conceito aberto nos faz aprender, tem maior aplicação no dia a dia e não nos "aprisiona" numa ideia.

De tantas definições, conceitos e percepções existentes sobre "o que é um produtor cultural", considero que o projeto "Produção Cultural no Brasil" foi muito feliz em trabalhar um conceito aberto.

Para quem ainda não conhece, segue a transcrição na íntegra.


[início da transcrição]


O que é um produtor cultural?

Nos mais de 600 minutos de entrevistas com quem faz, pensa e multiplica a cultura brasileira, surgiram depoimentos com os mais diversos pontos de vistas sobre o que é ser um produtor cultural no Brasil. Produtor de recurso, de talento, um autodidata, um gestor, um artista, um agitador…

Resolvemos compilar algumas destas visões distintas, para você ter uma noção sobre a quantas anda a função no Brasil.



Produtor de recursos x produtor de talento

“Tem vários tipos de produtores culturais. O produtor cultural que é a pessoa que vai buscar fundos para investir em um determinado artista ou num grupo de artistas, haja visto a Lei Rouanet, por exemplo. E tem outro tipo de produtor cultural. Da música é a pessoa que se encarrega de ser o companheiro do artista e que ajuda o artista a conceituar sua música. Este é um produtor cultural também. Este não vai atrás do dinheiro, este vai atrás do talento.”
André Midani, Executivo da indústria fonográfica (íntegra da entrevista)



Produtor Gestor

“O que eu pude depreender desta minha passagem pela produção cultural do país, essa área que eu chamo de área cultural não industrial (as companhias de teatro, de dança, mesmo os museus) é que essas são áreas em que há muita competência artística e baixa competência de gestão, de administração.(…) Hoje, felizmente, você tem um processo de profissionalização não artística ocorrendo na área cultural brasileira. Isto é importantíssimo porque o gestor cultural tem uma capacidade, um bom gestor cultural tem uma capacidade de ampliar a efetividade da ação cultural.”

Yakoff Sarcovas, Presidente das empresas Articultura e Significa (íntegra da entrevista)



Produtor aprendiz

“Todo o trabalho é feito com a grande parcela, com grupo de jovens administrando, gerindo, assumindo contatos e a recepção das pessoas que chegam, facilitação entre as pessoas, o trabalho técnico nos palcos. Então os jovens estão juntos com os profissionais o tempo todo e em posições-chave (…) “Olha, eles não sabiam como resolver, mas eram vários tentando ajudar”. De qualquer forma, eu me senti tão cuidado que eu nem me importava mais se o problema ia ser resolvido.”

Ruy Cezar, Fundador da Casa Via Magia (íntegra da entrevista)



Produtor executivo

“Olha, o produtor cultural, por exemplo, pode ser uma moça que foi muito bem criada pela família Klabin, que vai para a Europa, assiste peça de teatro, assiste um monte de coisas, vem pra cá, é uma pessoa que não tem grandes ocupações. Ela pega um algum amigo que também não tem ocupação. Eles conseguem uma lei de incentivo que o pai do amigo dela dá porque a empresa é outra. E ela faz produção cultural, entendeu?”

Toninho Mendes, Editor e criador da Circo Editorial (íntegra da entrevista)



Produtor agitador

“Às vezes falam: ‘O Marcelino é um agitador cultural’. Eu sou um ‘agitado cultural’, não me contenho. Eu faço as coisas porque eu quero interferir, como diz o Glauco Mattoso, eu quero interferir na geografia das coisas. ‘A vida’, já dizia o poeta Chacal, ‘a vida é muito curta para ser pequena’, então vá, se entregue às coisas. Nesse sentido, eu sou um teimoso, eu faço porque eu sou muito teimoso, eu faço porque me dá uma agonia, porque eu quero tirar a literatura deste casulo, tornar a literatura mais viva, mais pulsante, estar participando mais da vida das pessoas, é isso (risos).”

Marcelino Freire (foto), escritor e agitador cultural (íntegra da entrevista)



Produtor meio

“O produtor cultural é um agente, é um eixo, talvez, de juntar possibilidades de que como eu me entendo. Eu vejo que eu faço parte de uma cadeia, que é um cadeia da economia criativa, da indústria criativa. Do que depende esta cadeia? Da criatividade. Normalmente o criativo é o cara mais emocional, então faz parte do trabalho do produtor cultural reconhecer essa criatividade, trabalhar a criatividade, embalar a criatividade e apresentar essa criatividade para o público. Quem é esse público? É o patrocinador, é o agente público, é o público em geral, é a imprensa, é todo mundo. Então eu acho que o produtor cultural, a profissão produtor cultural, é essa profissão que fica no meio, entre a criatividade e o consumo, e trabalha a cadeia. É isso.

“Leandro Knopfholz, Diretor do Festival de Teatro de Curitiba (íntegra da entrevista)



Produtor social

“Eu acho que tem que ter um equilíbrio, você não pode ser só um operário, não pode ser só um cara que está ali pela arte porque no fim das contas não é só arte. Eu acho que o papel, uma vez que você está pensando na música como profissão, o resultado final, é muito além disso. Tem um reconhecimento maior e uma responsabilidade maior também, que não se limita a só fazer a música. Tem também uma questão social, econômica, que a gente precisa dar adendo cultural.”

Fabrício Ofuji (foto), Produtor da banda Móveis Coloniais de Acaju (íntegra da entrevista)



Produtor autodidata

“O produtor cultural é uma pessoa que é dedicada, que já nasceu com isso. Eu acredito que a gente nasce – eu, desde menino, a música mexe comigo. Eu estou com filho pequeno agora. É impressionante, eu estou no computador e ele está envolvido. E o produtor vem se formando. De tanto gostar de música desde de menino, não teve outro jeito, olha onde é que eu estou!”

Aroldo Pedrosa, Compositor, escritor e agitador cultural (íntegra da entrevista)



Produtor empresário

“Eu acho que o produtor cultural tem que ficar atento, com um olho no peixe e outro no comprador, tem que saber otimizar a coisa que ele quer fazer, que ele acredita que é uma coisa poderosa para o desenvolvimento da humanidade, seja do ponto de vista estritamente de linguagem artística, seja do ponto de vista de educação artística. E que as coisas possam se juntar com a possibilidade de proporcionar isso, ou seja: quem é que vai comprar? Quem é que vai bancar? Isto eu acho que é o produtor cultural atualmente.”

Chacal, músico e poeta (íntegra da entrevista)



Produtor por acaso (ou por necessidade?)

“E o produtor cultural é esse, é aquele que acredita no artista, faz a produção cultural e vive dessa produção cultural. Porque na realidade eu não me sinto um produtor cultural, eu me tornei um produtor cultural por necessidade.“

Rui do Carmo, Poeta, fundador do Movimento Literário Extremo Norte (íntegra da entrevista)

Como percebemos, as definições são muitas. Assim como as atribuições de um produtor cultural. E aí? O que é ser um produtor cultural?

[fim da transcrição]

Fonte: publicado por leofoletto no site Produção Cultural no Brasil em 30 de setembro de 2010 (http://www.producaocultural.org.br/no-blog/o-que-e-um-produtor-cultural/)

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Pare de fazer tudo sozinho.
Venha participar de um grupo!


O Produtor Cultural Independente está construindo a próxima turma do curso "Aprenda a Produzir um Artista" no Rio de Janeiro. O curso faz parte do Programa Produtor Cultural Independente

É fácil participar.

O curso tem previsão de realização dia 17 de setembro (sábado), das 14h às 18h.
Já temos 3 pessoas inscritas. Para acontecer nesta data, precisamos de mais 7 pessoas.

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* Alê Barreto é um administrador e produtor cultural independente. Trabalha com foco na organização e qualificação dos profissionais de arte, comunicação, cultura e entretenimento. É autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação livre na internet em língua portuguesa sobre produção de shows, escreve para o site Overmundo e para a revista Fazer e Vender Cultura.

Cursa o MBA em Gestão Cultural no Programa de Estudos Culturais e Sociais da Universidade Cândido Mendes. Ministra cursos, oficinas, workshops e palestras. Presta consultoria e assessoria para artistas, produtores, empres e projetos. Reside no Rio de Janeiro.

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* O blog Produtor Cultural Independente está em atividade desde 2006. Possui mais 700 posts e links de seus conteúdos são enviados para 4.808 pessoas através de redes sociais. Faz parte da Rede Produtor Cultural Independente, uma rede de conteúdos composta pelos blogs Produtor Independente (592 seguidores), Blog do Alê Barreto (55 seguidores), Aprenda a Organizar um Show (32 seguidores) Aprenda a Produzir um Artista (16 seguidores), Encantadoras Mulheres (13 seguidores) e Aprenda a divulgar seu evento (2 seguidores).



Alê Barreto é cliente do Itaú.

terça-feira, setembro 06, 2011

Comunicação digital: nas mídias sociais você precisa se preocupar em saber para onde vai a informação




Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Muitas vezes o assunto "comunicação" é tratado de forma muito filosófica nos cursos acadêmicos. Se formos falar em "comunicação digital", a questão é mais complexa ainda, pois o tema é novo.

Para quem trabalha com produção, administração e gestão cultural, é preciso também um enfoque mais prático.

Selecionei um vídeo muito útil de uma palestra que o Bruno Rodrigues, consultor de informação e comunicação Digital, ministrou em maio, num encontro promovido pela Aberje.

Assista e se pergunte: em suas atividades de arte, comunicação, cultura e entretenimento, como você está lidando com a comunicação digital?


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O Produtor Cultural Independente está construindo a próxima turma do curso "Aprenda a Produzir um Artista" no Rio de Janeiro. É fácil participar. Inscreva-se!


Turma de Belo Horizonte (julho de 2011)/foto: Patrick Azevedo


Leia rapidamente informações sobre o curso e participe!



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* Alê Barreto é um administrador e produtor cultural independente. Trabalha com foco na organização e qualificação dos profissionais de arte, comunicação, cultura e entretenimento. É autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows, escreve para o site Overmundo e para a revista Fazer e Vender Cultura.

Ministra cursos, oficinas, workshops e palestras. Já atuou em capacitação de grupos culturais em parceria com o SEBRAE AC. Presta consultoria e assessoria para artistas, empresas e produtores.

Contato: (21) 7627-0690 Rio de Janeiro - RJ - Brasil


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Formação: Começa a 3ª turma de pós-graduação em Produção Cultural da Universidade Cândido Mendes


Clique para ver o programa


Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Começou no último sábado a 3ª turma de pós-graduação em Produção Cultural da Universidade Cândido Mendes.

Para facilitar o acesso, esta turma tem uma grande novidade: as aulas acontecem nos sábados, quinzenalmente, o que facilita a participação de pessoas de outras cidades e estados.

Como as aulas estão iniciando, ainda dá tempo de participar!

Veja informações no site da Associação Brasileira de Gestão Cultural.


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Turma de Belo Horizonte (julho de 2011)/foto: Patrick Azevedo


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segunda-feira, setembro 05, 2011

Conversa sobre o tempo: que tal mudar "perfeição" por "realização"?


Divulgação do livro "Conversa Sobre o Tempo". Lançamento da Editora Agir.


Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Hoje é segunda. E o instante que estou escrevendo este texto é precisamente 13h55.

Como todo mundo, tenho muita coisa para fazer. Além de ter muita coisa para fazer, sou um profissional autônomo, como boa parte das pessoas que atuam na indústria criativa no Brasil. Não recebo salário todo o dia 30. Então, além de ter muita coisa para fazer, tenho um fator que gera tensão no meu dia a dia: tenho que fazer coisas hoje que resultem na contratação dos meus serviços.

Muitas coisas para fazer, necessidade de gerar oportunidades de trabalho. Tem mais uma coisa: tenho que dar atenção para meus estudos. Estes estudos são o MBA em Gestão Cultural, o inglês, a pesquisa de conteúdo para o blog e minhas pesquisas sobre a organização da cultura.

Vamos lá de novo: muitas coisas, gerar trabalho, estudo. Tem ainda as tarefas domésticas. Tem também o cuidado com a qualidade de vida. Tem o cuidado com a vida afetiva. Quanto mais parar para pensar, mais atividades vão surgir. Só que agora já são 14h05.

Planejar é ótimo. Listar as atividades do dia? Melhor ainda. Mas tudo isso acontece ao sabor dos minutos, ao sabor das horas.

Que tal começar esta semana com uma postura mais independente? Que tal mostrar para você mesmo que é possível, além de produzir shows e projetos, "produzir" boa parte do seu destino?

Uma postura profissional independente exige a prática diária de um esporte chamado "administração do tempo". Quanto mais praticarmos este esporte, mais conseguiremos realizar.

Mas quando realizamos algumas coisas, temos que estar cientes que ao mesmo tempo não realizamos muitas outras. Um profissional independente tem consciência disso.

Pior que não realizar tudo o que queremos é perder o tempo que temos tentando ser perfeccionistas. É preciso descobrir o prazer de realizar o que está ao nosso alcance.

Pare de imitar discursos do tipo "tenho que fazer tudo ao mesmo tempo". Stephen R. Covey, em seu livro "Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes", ensina:

"(...) organize e execute em torno das prioridades".

Lembre: o ótimo é inimigo do bom. Ao começar a fazer, a produzir mais coisas, você perceberá que tem muito mais capacidade do que imagina.

Bons produtores aprendem que "realização", com qualidade e organização, traz mais bem estar do que "perfeição" neurótica, aquela de que "nunca nada está bom".

Agora são 14h36. Depois de realizar suas prioridades, assista também o debate e lançamento do livro "Conversa Sobre o Tempo", escrito por Zuenir Ventura, Luis Fernando Veríssimo e Arthur Dapieve.




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Turma de Belo Horizonte (julho de 2011)/foto: Patrick Azevedo


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sexta-feira, setembro 02, 2011

Web: conheça o Mystery Guitar Man




Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Outra boa dica do professor Walter Romano, da disciplina “Novas Mídias na Comunicação”, do MBA em Gestão Cultural.

Trata-se deste criativo personagem da web: Mystery Guitar Man.

Perceba como simplicidade, leveza e bom humor aproximam as pessoas.


Pense nisso quando for preparar seu próximo clipe.


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Economia criativa: conheça o Brainstorm9, um site de produção cultural do século XXI


Vídeo mostrando as últimas inovações do Brainstorm9


Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Um dos primeiros livros sobre administração que eu li foi "Virando a própria mesa" do empresário Ricardo Semler. Isso foi em 1993, na época em que morei em Erexim, cidade da região norte do Rio Grande do Sul. Tinha terminado há pouco o curso técnico em mecânica. Você sabia que já trabalhei com manutenção de ônibus, projeto de máquinas, ISO 9000 e análise de métodos e processos, antes de trabalhar com administração e produção cultural?. Meus colegas não entendiam porque eu queria ler este livro. Não entendiam que eu não havia me limitado a "ser um técnico" só porque estudei um curso técnico.



Ricardo Semler também não se limitou a estudar administração só pelo fato de que ia herdar as empresas de sua família (Grupo Semco). Nem por isso deixou de ser administrador. Em seu livro ele fala que não quis estudar administração de empresas pelo fato de que "as técnicas de administração mudam muito mais rapidamente do que as escolas".

Na atividade de produção cultural, ocorre o mesmo. Em 2003, quando comecei, a visão inicial sobre a profissão era de que o profissional de produção cultural era uma pessoa que deveria ocupar 90% da sua atividade redigindo projetos para leis de incentivo, editais, buscar patrocínios e prestar contas.

De 2003 até hoje passam-se quase nove anos e boa parte dos cursos, professores, intelectuais e formadores de opinião nesta área ainda teimam em acreditar nisso. Produção cultural é bem mais do que isso.



Eliane Costa, Mestra em "Bens Culturais e Projetos Sociais" descreve em seu recente livro "Jangada Digital" que Gilberto Gil foi questionado, logo após sua posse como Ministro da Cultura, sobre quais seriam suas diretrizes da política cultural do novo governo. Ele respondeu: "a abrangência".

Esta também é a minha escolha: "a abrangência". Não limito as minhas competências para o trabalho na nova economia criativa nos dias de hoje porque algumas pessoas e empresas ainda não entenderam que podemos utilizar nossas múltiplas habilidades.

Uma das minhas habilidades é reconhecer a cultura onde muitas pessoas acham que não há cultura.

Nas últimas aulas da disciplina “Novas Mídias na Comunicação”, que estou cursando no MBA em Gestão Cultural, recebi uma excelente dica do professor Walter Romano (anotem esse nome).



Trata-se do Brainstorm9. Segundo informações do próprio site, "é um veículo online brasileiro independente que fala sobre criatividade e inspiração, seja na publicidade, internet, negócios, social media ou comunicação digital em geral".

Quer definição mais próxima do que é produzir cultura hoje?

Saia do mundo reduzido das infindáveis reclamações sobre as dificuldades de se produzir cultura no Brasil. Entre no Brainstorm9 (http://www.brainstorm9.com.br) e aprenda mais sobre o novo cenário da economia criativa, que é o ambiente da produção cultural no século XXI.


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