terça-feira, outubro 05, 2010

Especial "29ª Bienal de São Paulo: Petrobras atenta para a diversidade de olhares"




Por Alê Barreto*


Saí do Rio de Janeiro com uma grande expectativa quanto ao convite que havia recebido da equipe do Blog Fatos e Dados da Petrobras para participar da 29ª Bienal de São Paulo. Esta expectativa foi construída a partir do motivo do convite que me foi feito: a preocupação da Petrobras em ampliar o debate sobre a arte e seu público no país. Isso para muitos pode parecer óbvio, pelo fato da Petrobras ser uma das patrocinadoras da Bienal. Mas posso garantir que esta ação não é óbvia. No Brasil muitos patrocinadores ainda se preocupam apenas com marketing de eventos ou com a quantidade de vezes que sua logomarca será exibida. A Petrobras trabalha sua marca com atitude, inteligência e compromisso socioambiental. Desde 2007 observo suas práticas e considero como referências.

Mas a Petrobras não é referência apenas pela sua preocupação. É referência pelo cuidado e organização de suas ações. Este cuidado eu percebo no planejamento, no nível dos profissionais que lá atuam e pela infraestrutura colocada a serviço das ações culturais. Ontem foi um bom exemplo disso. Ao chegar em São Paulo, fui recebido pela Evelyn Valente, da Gerência de Relacionamento Corporativo, pela Cintia da Gerência de Patrocínios e pela Manoella Oliveira do Blog Fatos e Dados. Rapidamente fui encaminhado para o Hotel Transamerica Flat International Plaza, em Jardins.

Mais à noite, venho a melhor parte. Estas gentis e charmosas anfitriãs organizaram um jantar, onde pude conhecer os outros convidados desta ação da Petrobras.



Blog Fatos e Dados (http://fatosedados.blogspetrobras.com.br)


Lá estava o meu colega do MBA em Gestão Cultural Fernando Benites Molinari, diretor do Instituto Brasileiro de Cultura, Moda e Design, o artista plástico mineiro Lucas Dupin, o professor de História da Arte e colunista do site Digestivo Cultural Jardel Dias Cavalcanti, a ilustradora Lupe Vasconcelos, de Goiânia e o artista plástico baiano Leonel Mattos.

Durante o jantar nos apresentamos, falamos de nossa relação com a arte e com as novas tecnologias de informação e comunicação, as populares mídias sociais. Falamos também sobre a questão "arte e não-arte", quais são hoje os espaços da arte, como cada um está lidando com blogs, facebook, twitter, flickr. Na medida que a conversa se estendia, a diversidade ia revelando quem era cada um de nós. "Qual foi o critério de escolha dos artistas da Bienal?" provocava o talentoso e questionador Leonel Mattos (www.leonardomattos.blogspot.com). "Eu trabalho com livros infantis para publicações em SP, graças a internet" explicava Lupe (www.lupevision.com). "Eu não estou em redes sociais. Escrevo para o Digestivo", revelava Jardel (leia um texto dele). "Além do meu trabalho com redes de coletivos de arte, tenho refletido sobre diferentes ações culturais que estão ocorrendo, como as bienais", afirmava Lucas Dupin (www.flickr.com/lucasdupin). Eu falei um pouco da minha relação com a Petrobras, com observador de suas práticas e falei também como venho trabalhando minha presença digital através do blog Produtor Cultural Independente (www.produtorindependente.com) e do blog "Alê Barreto" (www.alexandre-barreto.blogspot.com), ambiente virtual onde abri para internautas o meu processo de trabalho. Fernando Molinari falou da Babilônia Feira Hype, da qual é organizador e também do projeto "Roda da Moda" (www.rodadamoda.com). Fernando falou ainda que há muito conteúdo de exposições que ele documentou no youtube (veja a exposição "Mulheres Reais" http://www.youtube.com/watch?v=4OB-Ux2eeo0).

Ah, não podia deixar de mencionar que todos ficamos curiosos sobre como havia sido o processo de escolha do nosso grupo. Nossas anfitriãs nos esclareceram que o Blog Fatos e Dados (@blogpetrobras) escolheu pessoas comprometidas com a divulgação da cultura. E de fato todos nós, em nossas áreas de atuação, somos comprometidos com a divulgação da cultura.

E por falar em divulgar cultura, você já leu os materiais de divulgação da 29ª Bienal de São Paulo? Veja possibilidades para apreciar esta exposição.


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* Alê Barreto é administrador, produtor cultural e autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação disponibilizada de forma livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows. Trabalha novos conceitos e oferece serviços diferenciados para empresas, produtores, grupos culturais e artistas. Divulga reflexões sobre seu processo de trabalho no blog Alê Barreto e valoriza encantadoras mulheres.

21-7627-0690 (Rio de Janeiro)
alebarreto@produtorindependente.com

segunda-feira, outubro 04, 2010

Especial "29ª Bienal de São Paulo: possibilidades para se apreciar a exposição"




Por Alê Barreto*


Como me fez bem o dia de ontem. Independente das eleições encerrarem no primeiro turno ou de termos segundo turno, independente de já sabermos ou não quem será a pessoa que será empossada presidente do Brasil nos próximos anos, foi muito gostoso ver o povo do Rio de Janeiro comemorando as eleições, fazendo a festa da democracia.

Mas vamos ao trabalho. A convite da Petrobras, estarei visitando a 29ª Bienal de São Paulo amanhã. Resolvi me preparar. Fiz uma consulta rápida em três fontes de informações, para ampliar o meu olhar:

- site da Bienal;

- a entrevista "A arte aponta aquilo que falta em você" em que Mariana Sgarioni dialoga com Paulo Sérgio Duarte, crítico, professor de história da arte e pesquisador, na revista Continuum no. 19 (março/abril de 2009);

- uma consultoria com a minha irmã, Eliane Barreto, que é artista plástica formada na Universidade Federal de Santa Maria, RS.


Feita a pesquisa, elaborei um pequeno roteiro, para organizar e aproveitar melhor a exposição.


Histórico da exposição

Criada em 1951, a Bienal de São Paulo, inspirada na Bienal de Veneza, foi a segunda megaexposição de arte contemporânea do mundo, a primeira do Hemisfério Sul. Atuando como elo entre o Brasil e o cenário internacional, a Bienal vem cumprindo, desde então, o papel de promover o intercâmbio cultural, estimular o circuito artístico local e divulgar a arte brasileira e o Brasil no exterior. O balanço de seus quase sessenta anos de atuação é amplamente positivo. Por aqui passaram, e continuam a passar, os principais artistas internacionais desde o pós-guerra.


Contexto da exposição

A Bienal de São Paulo, cuja 29ª edição ocorre de 25 de setembro a 12 de dezembro deste ano, cumpre um papel central no desenvolvimento da arte brasileira. Seu impacto, porém, transcende em muito o plano estritamente cultural. Atuando como instrumento de educação e inserção social, e servindo de alavanca para estimular a produção e o consumo de bens culturais, a Bienal é um importante catalisador da economia criativa e símbolo da modernidade não só de nossa cidade, mas do Brasil.


Impactos desta ação cultural

Para esta edição, de 2010, foram celebradas parcerias com as Secretarias de Educação do Estado e do Munícipio de São Paulo, e de outras cidades vizinhas, e com inúmeras instituições privadas de ensino e ONGs para capacitar mais de 35 mil educadores, de forma que eles possam trabalhar o tema da Bienal em sala de aula e posteriormente levar seus alunos ao pavilhão. No total, esperam-se mais de 400 mil visitas guiadas, o que o torna um dos maiores e mais abrangentes programas educativos já realizados no campo das artes.

De difícil mensuração, o impacto econômico da Bienal é pouco discutido, mas não pode de modo algum ser subestimado. A produção artística é uma das atividades de maior valor agregado na economia. A obra de arte materializa o capital intelectual. Quanto maior valor adquirem as obras de arte de nossos artistas, maior a riqueza gerada para o país. E tal riqueza acaba sendo distribuída entre todos no mundo das artes – artistas, galerias, casas de leilão, instituições culturais, escolas etc. Além disso, o circuito das artes é um grande incentivo ao turismo.


Critérios da curadoria

O conceito da 29ª Bienal está ancorado na idéia de que é impossível separar arte e política. Impossibilidade que se expressa no fato de a arte, por meios que lhes são próprios, ser capaz de interromper as coordenadas sensoriais com que entendemos e habitamos o mundo, inserindo nele temas e atitudes que ali não cabiam ainda, tornando-o assim maior e diferente.

A exposição se esquiva dos modelos vinculados somente às demandas apressadas do mercado e do espetáculo (o que é supostamente inédito) e se esquiva do modelo museológico estrito que inscreve a produção artística em uma narrativa histórica legitimada e sem fissuras.

Em lugar de privilegiar somente o que é recente ou, alternativamente, apenas o que é estabelecido, a mostra vai afirmar, por meio da articulação de trabalhos feitos em diferentes momentos, vínculos temporais que evidenciem, desde a plataforma conceitual definida, continuidades na criação artística das últimas décadas. O fundamental é que, seja inédita ou antiga, a produção reunida tenha potência simbólica para abrir frestas, de duração e de tamanho diversos, nos consensos em que se funda o entendimento das ideias e das coisas que organizam o mundo.


Para saber mais



Conceitos que orientaram a arquitetura da exposição

Ocupar todo o espaço, sombrear, preencher. Buscar luz, abrir, reconhecer os campos articulados em núcleos, relacionar as numerosas salas à grelha ortogonal existente. Esse foi o gesto inicial.


Saiba mais



Possibilidades para se apreciar a exposição


Segundo o crítico Paulo Sérgio Duarte,

"Toda avaliação estética foi e vai ser um juízo de valor. Se assim é, ela será sempre de natureza subjetiva. Não existem critérios objetivos, nem houve, nem nunca vai haver, para avaliar uma obra de arte, seja ela qual for. O que existem são consensos, que são estabelecidos por uma coletividade que está de acordo com certos valores".


Desta forma, a artista plástica Eliane Barreto aconselha:

- buscar conhecer os artistas antes da visitação (informações sobre os participantes da Bienal);

- se o tempo for curto, correr o risco de escolher alguns que considere importante visitar;

- estar despojado dos "pré" conceitos;

- aguçar a curiosidade, questionar;

- estar receptivo e perceber como se é "tocado" por uma obra de arte, como ela "reverbera em você";

- se permitir a liberdade de navegar;

- compartilhar as impressões da visita com outras pessoas, para que a arte circule em redes cada vez mais amplas.



Túnel do tempo



Eu trabalhando como assistente de produção na exposição "Freud para Todos" em abril de 2003, no Santander Cultural, em Porto Alegre.


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* Alê Barreto é administrador, produtor cultural e autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação disponibilizada de forma livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows. Trabalha novos conceitos e oferece serviços diferenciados para empresas, produtores, grupos culturais e artistas. Divulga reflexões sobre seu processo de trabalho no blog Alê Barreto e valoriza encantadoras mulheres.

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sábado, outubro 02, 2010

Produtor Cultural Independente participa da avaliação do "Seminário Internacional Políticas Culturais" na Fundação Casa de Rui Barbosa - RJ

Balanço do Seminário Internacional de Políticas Culturais 2010 from Helena Klang on Vimeo.




Por Alê Barreto*


Assista o vídeo com balanço do "Seminário Internacional Políticas Culturais" na Fundação Casa de Rui Barbosa, RJ, realizado pelos palestrantes e pelo produtor cultural independente Alê Barreto.

Veja também como foi o primeiro, o segundo e o terceiro dia do seminário.


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sexta-feira, outubro 01, 2010

A primeira passo para mudar é participar




Por Alê Barreto*


O post de hoje não está diretamente relacionado ao exercício da produção ou gestão cultural. Está relacionado a uma postura de vida que, quando adotada no plano profissional, contribui para se atingir resultados.

Muitas vezes queremos ser produtores, queremos começar a produzir shows, queremos conseguir um financiamento para um projeto, mas esquecemos que tudo começa com o primeiro passo.

Em nossas expectativas quanto a gestão pública, acontece o mesmo. Queremos que as pessoas escolham políticos sérios, corretos, que tenham capacidade, que sejam ficha limpa, etc, mas esquecemos que quem ocupa os cargos legislativos e executivos só faz isso porque participam de um processo de eleição no qual nossa participação é fundamental. Logo, é preciso também um primeiro passo: participarmos com qualidade do processo das eleições.

Nossos candidatos das eleições anteriores nos frustraram? Os permanentes escândalos (ou sua amplificação nos meios de comunicação) tem nos desmotivado a participar das eleições? Boa parte dos políticos em nosso país não apresenta um trabalho produtivo em prol da população? Tudo isso pode ser verdade. Mas nem todos os políticos frustram os eleitores, nem todos os políticos estão envolvidos com corrupção e nem todos os políticos são improdutivos.

Então, com todos os obstáculos, se queremos mudanças, temos que começar. Acreditar e participar das eleições com este propósito irá demonstrar que estamos fazendo o que é possível com os recursos que temos.

Para mim, se eu sou capaz de acreditar que é possível o país mudar, com toda a sua complexidade, significa que acredito que meu projeto independente, que é bem menos complexo, também é possível. Mas nada acontece sem uma ação organizada.

É melhor mantermos o foco nas escolhas que acreditamos do que prestar atenção na banalização

Para mim, as eleições não podem se resumir a notícias sobre o Tiririca e outros candidatos que não possuem formação necessária para cumprir com as funções técnicas que os cargos do poder executivo ou legislativo exigem.

Eleições são mais sérias do que as competições das torcidas

Para mim, as eleições não podem se resumir a notícias sobre a guerra das torcidas da Dilma, Serra, Marina ou de quaisquer outros candidatos.

Debater e apontar caminhos é melhor do que gastar tempo só reclamando

Para mim, as eleições não podem ser um período só para lamentarmos nossos problemas ou culpar os políticos por tudo que acontece no país.


Meu desejo é que todos os produtores culturais independentes avaliem bem os seus candidatos e procurem votar em pessoas que:

- tenham formação compatível com a função que pretendem exercer;
- tenham suas fichas-limpas;
- tenham desejo de trabalhar pelo desenvolvimento do Brasil no curto, médio e longo prazo, sempre respeitando nossa diversidade étnica, religiosa, partidária, ideológica, econômica e cultural;
- estejam dispostas a contribuir com a organização do setor cultural brasileiro.

Uma boa eleição a todos!


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quarta-feira, setembro 29, 2010

Revista ISTOÉ é um bom exemplo de publicação com textos independentes




Por Alê Barreto*


Ser independente, para mim, não é ter ou não dinheiro. Também não é sinônimo de apoiar esta ou aquela corrente política. Muito menos significa ter que participar de alguma associação, festival, ONG ou empresa que utilize a palavra "independente" em sua marca, materiais de divulgação ou conteúdos escritos. Para mim ser independente é uma questão de postura de vida.

A minha visão sobre o que é ser independente é algo que permeia minha vida pessoal e a minha prática profissional. Ser independente é acreditar e batalhar por uma ou várias ideias, consciente de que modismos, consumo excessivo, busca obsessiva pela fama e dinheiro e o fascínio por tudo que aparente ser "novo" são obstáculos que temos que enfrentar no dia a dia no convívio em sociedade.

O escritor americando PO Bronson, na minha opinião, descreve muito bem o que acredito serem pessoas independentes: são "aquelas que deixaram o coro para conhecer o som de suas próprias vozes".

Feito este esclarecimento inicial, gostaria de indicar aos produtores culturais independentes que leiam de vez em quando as revistas semanais que são publicadas em nosso país.

Caso não tenham este hábito e queiram começar, eu acho que começar pela revista ISTOÉ é uma boa iniciativa.

Estou lendo a edição desta semana e gostaria de destacar alguns textos que considero independentes:

- "O ENCONTRO DAS ONDAS" do diretor editorial Carlos José Marques. É independente porque não esconde a opção política. Concordo com ele e afirmo: a democracia não está em risco, a sociedade brasileira não está assombrada pelo autoritarismo, nossas instituições não estão desestabilizadas, mas sim em processo de mudança (necessária) e a opinião pública não é alienada e facilmente manejável.

leia o texto na íntegra

- "BIENAL SOB NOVA LUZ" de Paula Alzugaray. É independente porque não glamouriza a 29ª Bienal e procura apresentar fatos importantes sobre esta ação cultural. Destaco aqui um roteiro sugerido para visitação:



Leia mais

- "VIVEMOS TEMPOS LÍQUIDOS. NADA É PARA DURAR", entrevista de Adriana Prado com o sociólogo polonês Zygmunt Bauman. É independente porque o sociólogo não fala "o mais do mesmo", pelo contrário: sua linguagem simples nos leva a refletir sobre temas contemporâneos complexos presentes em nosso dia a dia e que causam impactos diretos em nossos hábitos culturais e criações artísticas.



Leia a reportagem na íntegra


Por fim, segue o índice com as matérias da edição desta semana. Vale a pena.

A equipe da ISTOÉ está de parabéns pelo conteúdo oferecido. Serve não só para o público em geral, mas como material de pesquisa para produtores culturais independentes.


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segunda-feira, setembro 27, 2010

Participe da palestra "Aprenda a Produzir uma Banda" no festival Canarinho Samba Groove em Vitória (ES)


Clique para ler o flyer


Por Alê Barreto*


Daqui há pouco estarei embarcando para Vitória, onde vou ministrar a terceira edição da ação educativa "Aprenda a Produzir uma Banda". Hoje será na forma de palestra, dentro da programação do 1º Festival Coletivo Canarinho Samba Groove. O festival busca oferecer novas opções para um público atento à produção artística contemporânea no Espírito Santo.

Ao longo de toda semana irão passar pelo festival:

Kalifa: samba, funk, rock e mpb www.myspace.com/bandakalifa

Derengos: suingue, samba e um groove pesado;

Tabacarana: samba rock moderno e releituras de canções consagradas www.myspace.co/tabacarana

Banda 522: samba de raiz, com influências de Cartola, Noel Rosa, Vinícius de Moraes, entre outros
www.myspace.com/banda522

Projeto Feijoada: samba de raiz, samba-rock, mpb e rap.

DJ Zappie: membro fundador da Cooperativa de música do ES, é radialista, musicólogo, produtor artístico e fundou o projeto Sambacôcogroove, misturando estilos como blac, drumm and bass e samba-rock.

Rodrigo Brito: ilustrador e publicitário e cartunista de Vitória/ES, desenvolve peças para o mercado publicitário, fonográfico e editorial há 10 anos. Ele participa do Festival com a Exposição Rodrigo Britto & Ficore, composta por 08 quadros do seu acervo, com um percurso explicativo pela vida de alguns dos maiores nomes da música, ilustrados através de imagens em nanquim e aquarela e novas técnicas ilustrando jogadores que usaram a camisa 10 da seleção. E vem acompanhado do grafiteiro convidado Ficore, para uma interação entre ilustração e grafite.


Por fim, é importante ressaltar que o Coletivo Canarinho é um grupo de artistas mobilizados em torno do samba, suas raízes e seus frutos, formado pelas Bandas Kalifa e Derengos, o ilustrador Rodrigo Britto e o Dj Zappie. Seu objetivo é desenvolver ações culturais que exaltem a brasilidade.

Quem estiver em Vitória e estiver a fim de participar da palestra, aí vai o serviço:

O que: palestra "Aprenda a Produzir uma Banda" no 1º Festival Coletivo Canarinho Samba Groove
Quando: hoje (27/09 - Segunda-feira)
Horário: 20h
Local: Sala 05 do Cine Jardins no Shopping Jardins - Vitória/ES
Entrada franca


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domingo, setembro 26, 2010

Terceiro dia do "Seminário Internacional Políticas Culturais: teorias e práxis" na Fundação Casa de Rui Barbosa no Rio de Janeiro

Abertura Seminário 2010 from Helena Klang on Vimeo.


Vídeo de Helena Klang sobre o Seminário de Políticas Culturais


Por Alê Barreto*


Sexta passada foi o terceiro dia do Seminário Internacional Políticas Culturais: teorias e práxis da Fundação Casa de Rui Barbosa (FCRB). Dei um jeito de resolver minhas atividades profissionais pela manhã para poder assistir integralmente toda a programação da tarde.

Além das novidades que comentei no post anterior, ontem cada participante recebeu dois livros: "Políticas Culturais: reflexões sobre gestão, processos participativos e desenvolvimento" (seminário do ano passado) e "Percepções: cinco questões sobre políticas culturais", publicação com artigos com análises sobre pontos complexos que desafiam a formulação e a gestão de políticas culturais no Brasil contemporâneo.

A primeira conferência foi "Um território híbrido na Maré, RJ: novo território cultural?". Lilian Fessler Vaz mostrou uma análise sobre a Maré (região da periferia do Rio) a partir dos conceitos de hibridação (Nestor Canclini), espaços opacos (Milton Santos) e de espaços de resistência (J. Holston). Fiquei muito interessado em conhecer o Museu da Maré, o Centro de Artes e Cultura Popular da Maré (Quilombo das Artes) e o Grupo de Capoeira Angola Ypiranga de Pastinha coordenado pelo Mestre Manoel.

Uma frase me chamou muito a atenção:

"O pensamento modernista, racionalista, funcionalista tende a privilegiar a divisão e a especialização dos espaços e a rejeitar a mistura de usos e atividades".


A segunda conferência foi "Participação: para pensar políticas culturais no século XXI". Lúcia Maciel Barbosa de Oliveira apresentou um interessante relato sobre ações culturais que estão acontecendo no Centro Cultural da Juventude, equipamento cultural público situado na cidade de São Paulo. Lá estão sendo desenvolvidos dez programas e mais de trinta projetos. A característica marcante é que neste espaço se busca que as pessoas ampliem o seu repertório e sejam também produtoras de cultura. Anotei algumas ações que são desenvolvidas neste espaço: workshop de produção musical com DJ Nato_PK, oficinas de captura e edição final em Final Cut, história em quadrinhos, edição de fotografias como processo criativo, workshop de story board e design para animação, Lady Fest (feminismo jovem radical), mostra de cinema árabe, concurso Drag Contest, semana temática de artes visuais. Tem muito mais do que isso.

A terceira conferência foi "La Fundación Fahrenheit 451: la experiencia de descentralizar la cultura". Nesta apresentação, Sergio Gama mostrou que um trabalho de promoção da leitura e da escrita com jovens de baixa renda na região de Usaquén em Bogotá deu origem a um Festival de Literatura, graças a persistência e um trabalho organizado de articulação com uma rede de 20 bibliotecas, o projeto Poesía Sin Fronteras, Universidades e outros parceiros.

A quarta conferência foi "Pontos de Cultura: pontos para a cidadania e suas territorialidades?", no qual Alba Lúcia da Silva Marinho falou de sua pesquisa sobre Pontos de Cultura na qual buscou entender a prática desta política cultural junto aos grupos e comunidades onde estão inseridos.

A quinta conferência foi "Políticas Culturales y salvaguardia del patrimonio inmaterial en América Latina: enfoques, estrategias y perspectivas". Nela, Loreto Antonia Bravo, consultora em políticas públicas sociais e culturais, iniciou fazendo uma menção as estratégias que permitiram que o movimento das mulheres se fortalecesse em escala mundial: desenvolvimento do ativismo, articulação com políticos e acadêmicos. Com base nisso, projetou cenários para o desenvolvimento das questões relacionadas ao patrimônio imaterial na América Latina, inseridos no contexto dos Direitos Humanos.

A sexta conferência foi "Políticas culturales, democracia y governabilidad: el aporte del patrimonio inmaterial". Eduardo Nivón Bolán, professor da Universidade Autônoma Metropolitana do México, fez um retrospecto histórico do conceito de políticas culturais ao longo da história e fez uma série de observações importantes. Anotei duas: "até 1945 ninguém falava em políticas culturais no mundo" e "ao se falar em políticas culturais e patrimônio imaterial necessitamos refletir sobre as informações contidas no Relatório McBride (também conhecido como "Vozes Múltiplas, Um Sozinho Mundo", documento da Unesco publicado em 1980 e redigido por uma comissão presidida pelo irlandês Seán MacBride, ganhador do prêmio Nobel da Paz)".

Um dos momentos que mais despertou minha atenção foi a hora em que Eduardo citou que no funeral da Frida Kahlo colocaram sobre seu corpo a bandeira do México e a bandeira do partido comunista e que o mesmo fizeram no enterro do escritor Carlos Monsiváis: colocaram sobre ele a bandeira do movimento gay. Ele quis ressaltar com a citação destes fatos a relação existente entre cultura e movimentos sociais.

Por fim, a última conferência do dia foi "Avaliando as políticas culturais do governo Lula". Em sua apresentação, o professor Albino Rubim explicou que está começando uma pesquisa financiada pelo CNPq intitulada "Políticas Culturais no Governo Lula", que ocorrerá no período de 2010 a 2015. Com muito critério, Rubim mostrou os critérios que estão sendo utilizados nesta pesquisa: definição e delimitação do tema, noções envolvidas (política, cultura e políticas culturais), a abrangência, momentos do fazer cultural, complexidade, modalidade do que será analisado, espacialidade, temporalidade, distanciamento e envolvimento.

A independência, a transparência e a ética são preocupações do pesquisador na condução deste trabalho. Segundo ele, o fato de ter uma ligação com o PT não o impede de analisar criticamente ações no campo de políticas culturais que considere que tenham sido equivocadas."O papel da universidade é questionar", afirmou o professor.

Dando sequência, Albino Rubim falou das fragilidades a que está sujeita a pesquisa, da carência de dados e dos parãmetros escolhidos para a análise: enfrentamento de três tradições (tradição das ausências, tradição do autoritarismo e tradição da instabilidade).

Rubim apontou avanços e dificuldades na gestão do Ministério da Cultura dos últimos oito anos, mas encerrou sua fala da seguinte maneira: "desde sua criação em 1985, agora realmente inauguramos um Ministério da Cultura no Brasil".

De minha parte, concordo com o professor Albino: estamos avançando na organização do setor cultural no Brasil.

Quem quiser acessar mais conteúdos sobre o seminário, só acessar o blog

http://culturadigital.br/politicaculturalcasaderuibarbosa


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sexta-feira, setembro 24, 2010

Segundo dia do "Seminário Internacional Políticas Culturais: teorias e práxis" na Fundação Casa de Rui Barbosa no Rio de Janeiro




Por Alê Barreto*


Ontem foi o segundo dia do Seminário Internacional Políticas Culturais: teorias e práxis da Fundação Casa de Rui Barbosa (FCRB). Auditório lotado.

Desta vez, cheguei um pouco antes do início. Enquanto aguardava o início, conheci a produtora e professora de produção cultural Renata Silencio e me reencontrei com a minha nova amiga Marina Mara, artista de Brasília.

Durante a manhã, uma boa novidade do seminário. A programação cresceu. Havia duas salas com atividades simultâneas. Como tinha que escolher, optei por assistir a programação do auditório.

A primeira conferência foi "Manobras de distensão: vestígios da atuação de grupos e da oficina nacional de dança contemporânea na organização político-cultural da dança no Brasil". Maria Sofia Villas-Bôas Guimarães apresentou uma contextualização histórica da dança cênica no Brasil. Em sua fala ressaltou que no passado a Dança esteve subordinada às Artes Cênicas e que o setor fez um importante movimento de procurar se entender enquanto área. Hoje existe a Câmara Setorial da Dança.

A segunda conferência foi "Lacunas nas ações do Governo Federal para a música no Brasil de 1996 a 2000". O tema foi apresentado por Luís Carlos Vasconcelos Furtado, músico e professor da UFG. Achei interessante que duas lacunas apontadas como falhas do governo federal no período da pesquisa, são distorções que ocorrem pela falta de conhecimento em gestão cultural:

- grande disparidade entre os projetos eventuais e os programas contínuos (necessidade de se constituir e fortalecer programas duradouros e bem estruturados para a área musical);
- grande disparidade entre os valores aplicados em projetos eventuais e em programas contínuos (e a não realização de inúmeros sonhos musicais).

A terceiro conferência foi "Entender o passado, planejar o futuro: a gestão institucional da Funarte", onde Marcelo Gruman apresentou dados sobre o Prêmio Klauss Vianna.

A quarta conferência foi "Avaliação da área de formação em organização da cultura: apenas ações ou uma política estruturada?" apresentada pelo Leonardo Costa, doutorando da UFBA, e que também foi escrito por Ugo Mello e Viviane Fontes. Baixe o artigo. Leonardo Costa fez o prefácio do meu livro "Aprenda a Organizar um Show".

Não vou comentar todas as conferências, pois como falei, a programação era extensa e não foi possível assistir tudo.

Para quem não compareceu, outra excelente novidade do seminário: você pode baixar os artigos do seminário e também conhecer as atividades do Setor de Estudos de Política Cultural da Fundação Casa de Rui Barbosa no endereço

http://culturadigital.br/politicaculturalcasaderuibarbosa


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quinta-feira, setembro 23, 2010

Primeiro dia do "Seminário Internacional Políticas Culturais: teorias e práxis" na Fundação Casa de Rui Barbosa no Rio de Janeiro




Por Alê Barreto*


Ontem foi o primeiro dia do Seminário Internacional Políticas Culturais: teorias e práxis da Fundação Casa de Rui Barbosa (FCRB). Auditório lotado.

Cheguei um pouco atrasado e perguntei para uma colega ao meu lado o que já havia acontecido. "As conferências não começaram ainda". Então me dei conta que somente havia ocorrido uma breve mesa de abertura com representantes do Setor de Estudos de Política Cultural da Fundação Casa de Rui Barbosa, instituição realizadora do seminário, e de representantes do Itaú Cultural, instituição parceira do seminário.

A primeira conferência foi "Política cultural e universidade: diálogos fundamentais". Tendo como ponto de partida a Portaria nº 70, de junho de 2010, assinada pelo ministro Juca Ferreira, lançando o programa Cultura e Universidade, a consultora e pesquisadora Isaura Botelho fez uma explanação da trajetória do diálogo entre os Ministérios da Cultura e da Educação ao longo da história, que segundo suas palavras, "é uma história de um diálogo cheio de problemas estruturais". Apesar desta constatação, Isaura Botelho afirma que "estamos num momento de reinvenção", no qual "diálogo e negociação permanentes são fundamentais" para a cooperação entre os ministérios.

A segunda conferência foi "La planificación cultural desde el enfoque de redes: una mirada a partir de la experiencia de formulación de políticas culturales desde la Universidad de Antioquia. Maria Adelaida Jaramillo mostrou que na Colômbia foram feitos estudos das relações estado/sociedade, considerando planejamento, políticas públicas e complexidade. Esta análise fundamentou o planejamento das políticas culturais através da abordagem de redes, o que permitiu que em todas as políticas do país se trabalhasse com os seguintes campos de intervenção: participação, criação e memória e diálogo cultural.

A terceira conferência foi "Os direitos culturais na constituição brasileira, na qual Bernardo Novais da Mata Machado mostrou um interessante estudo sobre como os direitos culturais aparecem no texto constitucional. Ao longo da apresentação, demonstrou também para o público que a palavra "cultura" assume três significados distintos:

- cultura humana em sentido geral (modo de vida) e universal;
- culturas humanas em sentido geral, mas referente a distintos grupos situados no tempo e espaço;
- cultura como conjunto de atividades intelectuais e artísticas (ciência e arte).

A quarta conferência foi "Integração de políticas culturais: entre ideias de aliança e sistema". Arrancando sorrisos da platéia com seu bom humor nordestino, Francisco Humberto Cunha Filho centrou sua preocupação na questão de que qualquer proposta de aliança e sistema deve ter como base o estado democrático. Segundo ele, há uma diversidade de interpretações do que pode ser democracia. Em função disso, deve-se ter o entendimento de que democracia não é uma "ditadura de maiorias", mas um estado onde se contempla também os direitos das minorias.

Tendo como base estes princípios, Humberto ressaltou que não se pode instaurar integração "por decreto". Mesmo que a constituição permita, nem toda a dimensão de poderes deve ser utilizada se ferir a democracia ou a autonomia.

A quinta e última conferência foi "Territorialização das política culturais no estado da Bahia". Nela Ângela M. de Andrade (Secult-BA) iniciou sua fala ressaltando o surgimento de uma nova geração de gestores culturais na Bahia, manifesta pela presença de dez pesquisadores do CULT no seminário. Na sequência, mostrou que o conceito de território norteou o planejamento das políticas culturais do seu estado, que trabalhou articulado com o Ministério do Desenvolvimento Agrário. Desta forma, foram constituídas "redes" para articulação e mobilização de ações nestas espaços: redes de representantes territoriais de cultura, rede de pontos de cultura, rede de articuladores territoriais e rede de dirigentes municipais de cultura.

Tendo como ponto de partida o ato de "escutar" os agentes e suas respectivas demandas nos territórios, a Secult da Bahia:

- implantou representações territoriais da Secult;
- consolidou o Fórum de Dirigentes Municipais de Cultura da Bahia, que agora virou Associação;
- fortaleceu a gestão municipal de cultura;
- estimulou a institucionalização de grupos artísticos e culturais;
- está criando a lei orgânica da cultura (que institui o Sistema Estadual de Cultural);
- realizou três conferências estaduais de cultura.


Todas as conferências mostraram que a cada ano o setor cultural avança em seu processo de organização. Cada vez mais as pessoas se interessam em estudar e incorporar métodos e conhecimentos científicos às suas atividades no setor cultural.




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* Alê Barreto é administrador, produtor cultural e autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação disponibilizada de forma livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows. Trabalha novos conceitos e oferece serviços diferenciados para empresas, produtores, grupos culturais e artistas. Divulga reflexões sobre seu processo de trabalho no blog Alê Barreto e valoriza encantadoras mulheres.

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quarta-feira, setembro 22, 2010

Projeto "Produção Cultural no Brasil" será lançado na Universidade Federal Fluminense dia 30 de setembro


Clique no flyer para ler


Por Alê Barreto*


Recebi do professor Luiz Augusto F. Rodrigues (UFF-LABAC-Laboratório de Ações Culturais) o flyer acima e o release que segue logo abaixo. Estarei na UFF no dia 30 de setembro para conferir o lançamento deste importante projeto. É uma ação que contribui muito para a organização e o desenvolvimento dos setores de produção e gestão cultural no Brasil.


A Casa de Cultura Digital e o Ministério da Cultura convidam para o lançamento do projeto Produção Cultural no Brasil




Produção Cultural no Brasil é um trabalho multimídia que reúne 100 entrevistas com gestores, artistas e realizadores culturais de todo o país. Parte do projeto está na web, no endereço www.producaocultural.org.br e parte dará origem a 5 livros. Produção Cultural é ainda o ponto de partida para um processo permanente de discussão e reflexão sobre o que é, quem faz e como se produz cultura brasileira.

10h- Apresentação da plataforma online do projeto com projeção de algumas entrevistas.

10h30- Mesa de debates: A formação do gestor cultural: o público e o privado

O projeto sob a perspectiva do Minc e a gestão publica de cultura
Afonso Luz (Diretor da SPC-MinC)

Relatos do projeto e a importância de uma bibliografia básica para o setor
Fábio Maleronka Ferron (realizador do projeto/ Casa da Cultura Digital)

Aspectos da formação de um gestor
Luiz Guilherme Vergara (Coordenador do curso de Produção Cultural da UFF)

A gestão cultural no âmbito privado
Eliane Costa (Gerente de Patrocínio Cultural da Petrobras)


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terça-feira, setembro 21, 2010

Começa amanhã o "Seminário Internacional Políticas Culturais: teorias e práxis" na Fundação Casa de Rui Barbosa no Rio de Janeiro

Por Alê Barreto*


Amanhã começa o Seminário Internacional Políticas Culturais: teorias e práxis na Fundação Casa de Rui Barbosa (FCRB), Rio de Janeiro. A ação cultural educativa é organizada pelos pesquisadores Lia Calabre e Maurício Siqueira.


Abaixo segue o release para quem deseja participar do evento que vai de quarta à sexta.


O Setor de Estudos de Política Cultural convida para o Seminário Internacional Políticas Culturais: teorias e práxis.

Inscrições e informações em politica.cultural@rb.gov.br ou 21- 3289-4636



Encontro de especialistas, estudiosos e interessados nas questões relativas à área de políticas culturais, com o objetivo de divulgar trabalhos e promover debates no campo das ações políticas, das reflexões históricas e das reflexões teóricas. O encontro será composto por seções de conferências, palestras e mesas de comunicações individuais, sendo aberto para o público em geral.

22, 23 e 24 de setembro de 2010

Programação

22 de setembro, quarta-feira

13h30 Inscrição

14h Mesa de abertura – auditório
Fundação Casa de Rui Barbosa
Itaú Cultural

14h30 — Conferência abertura – auditório
Política cultural e universidade: diálogos fundamentais
Isaura Botelho
Maria Adelaida Jaramillo

16h30 intervalo

17h Mesa I – auditório
Entre as reflexões teóricas e a implementação das políticas
Bernardo Novais da Mata Machado
Francisco Humberto Cunha Filho
Daniel Queiroz de Santana
Ângela M. de Andrade


23 de setembro, quinta-feira

9h – Comunicações individuais – seção I – sala de cursos
Política cultural: reflexões históricas.
José Ricardo Oriá Fernandes
Monike Garcia Ribeiro
Tatyana de Amaral Maia
Lílian Araripe Lustosa da Costa

9h – Comunicações individuais – seção II – auditório
Políticas culturais setoriais I
Maria Sofia Villas-Bôas Guimarães
Luís Carlos Vasconcelos Furtado
Marcelo Gruman
Giuliana Kauark

11h – intervalo

11h15 – Comunicações individuais – seção III – sala de cursos
Patrimônio imaterial: políticas e ações
Raiana Alves Maciel Leal do Carmo
Elaine Monteiro e Mônica Pereira do Sacramento
Fiorela Bugatti Isolan
Letícia C. R. Vianna e João Gabriel L. C. Teixeira

11h15 – Comunicações individuais – seção III – auditório
Políticas culturais setoriais II
Leonardo Costa, Ugo Mello e Viviane Fontes
Archimedes Ribas Amazonas
Laura Bezerra
Renata de Paula Trindade Rocha de Souza

13h –15h – intervalo

15h – Mesa II - auditório
Políticas na prática: reflexões e experiências nas linguagens artísticas
Sidnei Cruz
Gui Mallon
Jussara Miranda
Cesar Piva

18h – Confraternização e lançamento de Livros


24 de setembro, sexta-feira

9h – Comunicações individuais – seção V – sala de cursos
Política cultural e o local: práticas e reflexões I
Juan Ignácio Brizuela
Mariana Ferreira Reis e Raquel de Melo Santana
Mariana Albinati
Ana Teresa Vasconcelos
Ana Lúcia Pardo

9h Comunicações individuais – seção VI – auditório
Financiamento e gestão da cultura
Pedro José Braz
Elizabeth Ponte de Freitas
Sérgio Lourenço Bezerra Ferreira Reis
Fernando Kinas
Danielle Maia Cruz

11h Intervalo

11h15 Comunicações individuais – seção VII – sala de cursos
Política cultural e o local: práticas e reflexões II
Anna Karla T. de Arruda; Luciana Vieira de Azevedo; Teresinha de Jesus C. de Araújo e Célia Maria Medicis M. de Queiroz Campos
Selma Santiago
Hortência Nepomuceno
Laura B. Navallo Coimbra
Karina Monteiro de Lira

11h15 Comunicações individuais – seção VIII – auditório
Políticas culturais: reflexões sobre o tema
João Henrique Catraio Monteiro Aguiar
Alysson Felipe Amaral
Alice Pires de Lacerda
Cecília Vásquez Soto
Helena Klang

13h – 14h30 Intervalo

14h30 Comunicações individuais – seção IX – auditório
Política cultural, território e ação
Lílian Fessler Vaz
Lúcia Maciel Barbosa de Oliveira
Sérgio Gama
Alba Lúcia da Silva Marinho

16h30 Intervalo

17h Conferências de encerramento – auditório
Políticas culturais: reflexões e avaliações
Loreto Antonia Bravo
Eduardo Nivón Bolán
Albino Rubim

Organização
Lia Calabre
Maurício Siqueira

Realização
Setor de Estudos de Política Cultural – FCRB/MinC

Parceria
Itaú Cultural


Informações e inscrições

Certificados para participantes com 75% de frequência.
politica.cultural@rb.gov.br ou tel. (21) 3289.4636
Rua São Clemente, 134 Botafogo

Entrada franca

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segunda-feira, setembro 20, 2010

Tags mais usadas para se fazer uma boa parceria




Por Alê Barreto*


A todo momento surgem oportunidades de se formar parcerias. Este pensamento me veio à mente sábado passado, durante confraternização com alunos da 9a. turma do curso "Aprenda a Organizar um Show" que realizei em Belo Horizonte. O curso somente aconteceu porque eu e a produtora Ludmilla Lima estabelecemos uma parceria entre nós. A Ludmilla fez a produção local desta ação cultural educativa graças a colaboração do Instituto Cervantes de Belo Horizonte, do restaurante Bem Natural e da galeria Quina.

Assim como podemos aprender a produzir shows, construir parcerias profissionais também se aprende. Mas formar parcerias não é uma mera diversão.

É fácil fazer amigos na noite. É fácil fazer amigos em atividades de entretenimento. Mas fazer amigos não é sinônimo de formar parcerias profissionais.

Festa é festa. Trabalho é trabalho. Precisamos estar atentos para o fato de que o capitão, comandante, tio, brother ou camarada que encontramos pelo mundo nem sempre possui as competências específicas que irão contribuir com os nossos projetos.

Que tal aumentar suas chances de formar boas parcerias?

Sintetizei aqui passos fundamentais, que são espécies de "tags mais usadas" na busca de se fazer uma boa parceira. Imprima e ande com uma cópia ou salve o conteúdo num arquivo e utilize quando fizer o movimento de construir novas parcerias.


Check-list para formação de novas parcerias


Espaços de diálogo

As novas tecnologias de informação e comunicação tem permitido que pessoas se relacionem profissionalmente à distância. Contudo, é necessário se criar um espaço de diálogo dinâmico.

Convidar alguém através do mural do facebook, orkut, etc. ou direct message no twitter é um recurso que devemos usar somente quando não há outra forma de dialogar. O melhor é sempre criar espaços de diálogo agendando uma reunião. E a reunião pode ser presencial ou à distância.


Seja objetivo nas reuniões

Monte uma pauta dos assuntos que serão tratados na reunião. Exemplo: “amigos, proponho que a gente faça uma pauta com os assuntos que vamos tratar na reunião de hoje, para que ela seja mais produtiva possível para todos”;

Estabeleça um tempo máximo para os diálogos

A reunião irá durar 1 hora? 2 horas?


Entenda a proposta

Qual é a proposta de parceria que estão lhe propondo?


Capacidade de realização

Você tem tempo para realizar as ações que estão sendo direcionadas para que você realize?


Necessidades dos parceiros

Porque as pessoas interessadas em fazer a parceria entraram em contato com você?


Suas necessidades

Quais são as suas necessidades? O que você está buscando?


Relação

Como os prováveis parceiros estão pensando que está parceria irá funcionar? Quais serão as ações envolvidas? Quais serão os prazos que deverão estar concluídas estas ações? Como serão as trocas? Liste cada ação e seu prazo respectivo.


Tempo

Quando a parceria irá acontecer?


Acompanhamento

Como será acompanhada a realização das ações propostas? Uma reunião semanal? Uma reunião quinzenal? Reuniões em datas pré-programadas? Informes via e-mail?


Custos

Existem custos inerentes a realização destas ações? Quem irá pagar estes custos?

Independente de quem vá pagar, avalie a relação custo/benefício.


De posse destas informações você terá mais clareza na hora de construir as suas parcerias.


Não esqueça da ata da reunião

Nela devem constar: data de realização da reunião, participantes, ações que serão realizadas, prazos e quem será o responsável pela realização de cada ação e quando serão realizadas as reuniões para acompanhamento.


Bom humor e alto astral

Sempre ajuda nas negociações

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quinta-feira, setembro 16, 2010

Captação de recursos se aprende




Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Sensibilizar pessoas físicas ou empresas a serem doadores ou patrocinadores de recursos financeiros para projetos educacionais, sociais e culturais é um dos maiores desafios, no interior, nas capitais e em qualquer país do mundo. Se para quem sabe fazer isso é um desafio, imagine para quem não sabe ou está começando.

Se não sabemos ou estamos começando, captar recursos pode ser visto muitas vezes como um problema. Acredito que o que facilitará a resolução do problema é investirmos nosso tempo, energia e recursos para entender como ele funciona. Isso nos levará a estabelecer escolhas mais focadas e que nos trarão mais impacto e, por consequência, melhores resultados nos nossos empreendimentos.

Um processo de aprendizagem nos leva a compreender problemas ou obstáculos que surgem quando queremos realizar uma ação cultural.

Quando entendemos que é necessário sermos mais humildes e reconhecemos que tentar resolver um problema pelo caminho mais fácil, que é esperar que alguém nos ajude, ou pelo mais difícil, que é partir para tentativa "erro x acerto", não produz muitos avanços, penso que ter coragem de se permitir aprender é um dos melhores caminhos a seguir.

Se permitir aprender é correr o risco de melhorar nosso processo de tomada de decisão.

Precisa de recursos para sua ação cultural? Captação de recursos se aprende.

Um pequeno roteiro para quem vai começar

Um material da biblioteca do SEBRAE


Um artigo da Associação Brasileira de Organizações Não-Governamentais

Site da Associação Brasileira de Captadores de Recursos

O caminho mais rápido para se viabilizar um projeto independente é começar e aprender a fazer. Por isso me dedico a ensinar as pessoas a fazerem.

Esta é a minha forma de agradecer tudo que aprendo no meu dia-a-dia, no convívio com as pessoas, nos livros, e com as palavras do educador brasileiro Paulo Freire, que sabiamente nos ensina: "ninguém é sujeito da autonomia de ninguém".


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quarta-feira, setembro 15, 2010

Estereótipo ou formas de se perceber a cultura de Minas?




Por Alê Barreto*


Na próxima sexta-feira embarco para Belo Horizonte. Vou ministrar o curso "Aprenda a Organizar um Show" nos dias 17 e 18 de setembro.

É a primeira vez que vou para Minas. A ideia que tenho deste estado foi formada nos anos 80, 90 e 2000. Nos 80, em aulas de história, geografia, notícias do presidente Tancredo Neves e surgimento do Sepultura. Nos 90 e início dos 2000, minha atenção voltou-se para Minas através da música, com as bandas Pato Fu, Jota Quest, Skank. Mais recentemente, de 2003 para cá, Ladston Nascimento, Uakti, Trio Amaranto e o projeto A Música que Vem de Minas do meu amigo Eduardo Pampani.

Prestando mais atenção em minhas lembranças, vejo que esqueci algo que precisa ser mencionado. Me chama atenção também que agentes culturais em Minas trabalham pela organização do setor cultural. São eles: Kiko Ferreira, o Grupo Galpão, o projeto Sempre um Papo, o produtor Romulo Avelar (autor do livro "O Avesso da Cena - Notas sobre produção e gestão cultural), Maria Helena Cunha (gestora cultural autora do livro "Gestão Cultural: profissão em formação"), o pessoal do Fora do Eixo de Minas e o Coletivo Pegada. Deve haver mais gente. Cito estes porque são os que eu conheço, admiro e considero como boas referências.

Todas estas informações que prendem a minha atenção criam um "desenho" na minha mente. Este desenho me ajuda a decodificar o que pode ser a cultura de Minas. Me faz perceber Minas como um estado onde as pessoas valorizam a organização, onde as pessoas se mobilizam politicamente, onde as pessoas gostam muito de música, teatro e dança. Me parece que Minas valoriza muito o seu patrimônio histórico.

Mas isso que tenho desenhado em minha mente é um estereótipo ou é uma percepção da cultura de Minas?

Segundo a Wikipédia, o "estereótipo é a imagem preconcebida de determinada pessoa, coisa ou situação. São usados principalmente para definir e limitar pessoas ou grupo de pessoas na sociedade. Sua aceitação é ampla e culturalmente difundida no ocidente, sendo um grande motivador de preconceito e discriminação".

Utilizando este conceito: se eu estivesse afirmando que a cultura de Minas é somente o que eu citei, estaria criando um estereótipo. Como acredito que as informações que tenho são uma amostra de uma grande riqueza cultural existente no estado de Minas, trata-se de uma forma de perceber a cultura mineira.

Resolvi escrever isso porque acho que os produtores culturais independentes devem sair de sua zona de conforto e ter um olhar mais amplo e plural. Não conhecemos tudo. Mas podemos sempre aprender mais.

Quando alguém for visitar um novo lugar, procure aprender. É o que vou fazer durante o meu curso em Minas. Minha forma de ensinar será estar aberto para aprender. Assim acredito que contribuo para conectar ações e pessoas e evito criar ou fortalecer preconceitos.



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terça-feira, setembro 14, 2010

Assuntos que os produtores culturais independentes precisam desenvolver




Por Alê Barreto*


Existem alguns assuntos que na minha opinião merecem receber mais atenção por parte dos produtores culturais independentes. Há horas que isso está me deixando inquieto.

Percebi que não valia mais a pena ficar com isso na minha cabeça. Muitas pessoas pensando produzem muito mais. Então hoje resolvi secar o meu caderno de anotações. Copiei para cá as ideias. Não há ordem de importância. O importante é que alguém comece a produzir conteúdo sobre isso:

- produção cultural como estímulo de cadeias produtivas e desenvolvimento;
- produção cultural e sua relação com a economia da cultura;
- produção cultural e sua relação com o entretenimento;
- produção cultural e sua relação com museus e centros culturais;
- produção cultural e sua relação com a ciência da administração;
- produção cultural e sua relação com o meio ambiente;
- produção cultural e sua relação com os direitos humanos;
- produção cultural comunitária: a relação da produção cultural com as comunidades;
- produção cultural como disciplina que contribui para educação para as mídias;
- produção cultural como disciplina que contribui para educação para a diversidade cultural;
- produção cultural como disciplina que contribui para autonomia;
- produção cultural e sua relação com o exercício da cidadania;
- produção cultural como contribuição para o desenvolvimento do imaginário;
- produção cultural e sua relação com a cultura livre;
- produção cultural e sua relação com a cultura LGBT;
- produção cultural como disciplina que contribui para a ideia de acessibilidade;
- produção cultural para estímulo do estudo da filosofia;
- produção cultural para estímulo do estudo da sociologia;
- produção cultural para estímulo do estudo da antropologia.

Você também tem esta inquietude? Qual assunto de produção cultural além desses você acha importante?


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segunda-feira, setembro 13, 2010

Associação Brasileira de Gestão Cultural promove debate sobre reforma na lei de Direitos Autorais proposta pelo MinC


Clique para ler


Por Alê Barreto*


Cada vez mais agradeço por estar fazendo o MBA em Gestão Cultural. O curso oferece muitas oportunidades de aprendizado. Está me proporcionando um grande desenvolvimento.

Quando falo em desenvolvimento, não falo apenas em conhecimento. A Associação Brasileira de Gestão Cultural, criadora e organizadora do curso, através de convênio firmado com a Universidade Cândido Mendes, tem uma preocupação constante em estimular ações em prol da profissionalização da cultura, que é algo que vai além do que apenas ministrar cursos.

Um bom exemplo disso são os "Encontros com a Cultura". Tratam-se de palestras e debates abertos ao público em torno de temas atuais do universo cultural brasileiro. A proposta é promover o intercâmbio entre profissionais que são referencias em suas áreas de atuação e a nova geração de produtores e gestores em cultura.

Na próxima quarta-feira, será realizada uma mesa de debates que irá discutir o anteprojeto para Reforma da Lei de Direitos Autorais proposto pelo MinC.

Eu vou estar lá e espero encontrar vocês.

Segue o release da divulgação.


Direitos Autorais: uma análise da reforma
Avaliação do anteprojeto para Reforma da Lei de Direitos Autorais proposto pelo MinC



Em 2005 o Ministério da Cultura lançou o Fórum Nacional de Direito Autoral, que foi o início dos debates sobre a mudança da lei. No dia 31 foi encerrada a consulta pública do anteprojeto e no total foram quase 8 mil sugestões.

De acordo com o Ministério da Cultura, a reforma deve “garantir os direitos de artistas e criadores, além de harmonizar essa garantia com o direito de todo cidadão brasileiro de ter acesso à cultura e ao conhecimento e os direitos dos investidores”.

As opiniões são controversas e durante o período de consulta pública foram realizados diversos debates. Dentro desse contexto, o encontro se propõe a analisar as mudanças apresentadas pelo MinC.

O debate é parte da série “Encontros com a Cultura”, realização do MBA em Gestão Cultural do Programa de Estudos Culturais e Sociais, da Universidade Candido Mendes em convênio com a Associação Brasileira de Gestão Cultural, que também oferece a pós-graduação em Produção Cultural.

Serviço:

Direitos autorais: uma análise da reforma
Data: 15/09
Horário: 19h
Local: Rua da Assembléia – 10 – 42° Andar – Universidade Candido Mendes - Salão Marquês de Paraná

Palestrantes:

Sydney Sanches - Mestre em História, Política e Bens Culturais pela FGV-RJ. Advogado especializado na área de Propriedade Intelectual.

Eduardo Senna - Mestre em Direito Internacional com foco em Propriedade Intelectual pela Universidad de Valladolid – Espanha

Entrada franca


Mais informações: www.gestaocultural.org.br


PECS – Programa de Estudos Culturais e Sociais
pecs@candidomendes.edu.br
21 3543-6489/ 6457


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sexta-feira, setembro 10, 2010

Festival da Revolução: mais um resultado do método livre "Aprenda a Organizar um Show"


Matéria sobre festival realizado por alunos de Alê Barreto no Acre


Por Alê Barreto*


Recém chegado do Porto Arte Festival, ação cultural realizado na cidade histórica de Porto Acre pelos meus alunos de Rio Branco (AC) em parceria com a Rede Acreana de Cultura (Fundação Municipal de Cultura Garibaldi Brasil, Fundação Elias Mansour, SEBRAE, SESC, IPHAM e SESI), comecei a organizar o material e a clipagem do projeto.

A matéria acima, publicada no jornal O Rio Branco em 03/09/2010, mostra a diversidade de atrações que foram contempladas no festival e algumas reflexões que fiz, das quais destaco:

- atividades culturais podem gerar negócios e contribuir para o desenvolvimento;
- SEBRAE do Acre trabalha o fomento da produção cultural capacitando pessoas envolvidas com ações culturais;
- governos e população da Amazônia devem lançar um novo olhar sobre suas paisagens, recursos naturais, manifestações culturais, usos e costumes.

Clique na imagem e leia a matéria na íntegra.


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