sábado, março 12, 2011

Assista o filme "Lixo Extraordinário"



Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Um filme para ampliar o imaginário de um produtor cultural independente: o Lixo Extraordinário.




Neste documentário o artista plástico Vik Muniz se junta a




catadores de lixo do maior aterro sanitário do mundo.





Transformam lixo em arte e




Conheça também o site do filme: www.lixoextraordinario.net


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* Alê Barreto é um administrador que gosta de arte, comunicação, cultura e entretenimento. Compartilha conhecimentos e suas experiências. É um profissional que gosta de planejar e de executar. É autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows.

Recomenda os cursos da Associação Brasileira de Gestão Cultural, o Programa Petrobras Cultural e os projetos do Itaú Cultural.


21-7627-0690 (Rio de Janeiro)




Alê Barreto é cliente do Itaú.

sexta-feira, março 11, 2011

Conheça o site Direito e Cultura




Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Sempre oriento as pessoas nos meus cursos: para assuntos jurídicos, consulte um advogado. Isso não impede que a gente procure se informar sobre a legislação. Um profissional da cultura bem informado pode construir uma forte aliança com um profissional da área do direito. E se você é da área do Direito e está pretendendo trabalhar com cultura, uma boa forma de começar é entender mais dos aspectos jurídicos específicos deste setor e afins.

Dentro desta perspectiva, esta semana conheci o site "Direito e Cultura". Nele você irá encontrar artigos, pareceres, legislação (leis de incentivo, direitos autorais, artistas, propriedade industrial, tributação, eventos, Terceiro Setor, comunicação social), decisões judiciais, decisões administrativas e uma bibliografia sugerida para assuntos como Direito do Entretenimento, Contratos e outros temas relacionados a cultura.

Acesse o http://www.direitoecultura.com.br


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* Alê Barreto é um administrador que gosta de arte, comunicação, cultura e entretenimento. Compartilha conhecimentos e suas experiências. É um profissional que gosta de planejar e de executar. É autor do livro Aprenda a Organizar um Show, primeira publicação livre e gratuita no Brasil sobre a tecnologia de produção de shows.

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Alê Barreto é cliente do Itaú.

quinta-feira, março 10, 2011

Quer crescer? Construa uma rede de parceiros




Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Seja para começar a fazer ou para ampliar o que você já está realizando, não tem escapatória: precisamos aprender a construir nossas redes de parceiros.

Construir uma rede de parceiros não é ser "arroz de festa" e estar nas redes sociais de todo mundo. Para construirmos uma rede de parceiros é preciso termos clareza sobre:

- o que estamos buscando;
- como estamos "funcionando";
- e que oportunidades temos para aumentarmos nossas chances de chegarmos onde queremos.


O que estamos buscando?

Um festival? Produzir uma banda? Aprender a trabalhar no setor cultural? Arrumar dinheiro urgente? Seja quais forem nossos objetivos, é fundamental termos clareza.

Facilite a sua vida. Concentre-se naquilo que é mais importante.


Como estamos funcionando?

Fazer uma lista de objetivos não é algo tão difícil. Muitas vezes o difícil é enxergar "como" estamos funcionando.

Observe com atenção sua rotina durante uma semana. Essa é a sua vida. Qualquer coisa que você queira fazer "além" do que já está fazendo todos os dias, vai necessitar que você organize melhor o seu tempo e tenha recursos para transformar suas ideias em realizações.

Você até pode querer continuar fazendo "tudo ao mesmo tempo agora", mas pode ter certeza que o único fator que irá lhe favorecer é a sorte. Se você pensar em organizar melhor sua forma de agir no dia a dia, além da sorte, terá também uma fonte muito grande de conhecimento que é resultado do seu novo processo de organização de vida.


Oportunidades que temos

Faça uma lista com os nomes de todas as pessoas que apoiam o que você faz.

Exemplo: João empresta o violão. Luiza ajuda na preparação vocal. Seu Manoel empresta a garagem para ensaiar. Dona Joana faz um almoço com desconto para o pessoal do meu grupo de teatro.

Ao visualizar toda a sua rede de relações com seus parceiros, você poderá ver:

- como produzir mais interação;
- como estimular estes parceiros a participarem mais do seu trabalho.

É possível que você descubra que o João, além de emprestar o violão, sonhe em ser seu roadie, só que nunca falou isso para você. Verá que a Luiza pode dar mais aulas de canto se você ajudá-la em algo que ela está precisando. E por aí vai.

Uma rede de parceiros é construída ou ampliada quando percebemos quem realmente está junto e aprendemos a fazer boas trocas.


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quarta-feira, março 09, 2011

Conheça o site Starpolish.com




Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


StarPolish é um site dedicado a capacitar artistas, com foco na indústria da música.





Veja artigos sobre a indústria da música, sob a perspectiva de empreendedores americanos.

Acesse www.starpolish.com


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sexta-feira, março 04, 2011

"O gestor cultural, por natureza, deve dialogar"

Claudia Leitão from FLi Multimídia on Vimeo.




Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Claudia Leitão foi secretária de Estado da Cultura do Ceará entre 2003 e 2006. É atualmente conselheira do Programa Cultura Viva, pertence à Rede de Estudos em Políticas Culturais (Redepcult), integra o conselho de redação da revista eletrônica Políticas Culturais em Revista da UFBA e foi convidada agora em 2011 para assumir a nova secretaria de Economia Criativa criada pelo Ministério da Cultura.

Fui aluno dela e tive também o prazer de assistir sua participação no Seminário de Políticas Culturais da Casa de Rui Barbosa, aqui no Rio de Janeiro.

Assista o depoimento que ela concedeu para o projeto Produção Cultural no Brasil.


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quarta-feira, março 02, 2011

Ana de Hollanda, Ministra da Cultura afirma: "A democratização da cultura não pode passar por cima do direito autoral"



Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com



Na edição 699 da revista ISTOÉ DINHEIRO de 25 de fevereiro, Rodolfo Borges perguntou para a Ministra da Cultura Ana de Hollanda:

[início da pergunta]

ISTOÉ DINHEIRO – É possível democratizar o acesso à cultura sem afrouxar os direitos de autor?

ANA – Sim. A democratização da cultura não pode passar por cima do direito autoral. São conquistas quase trabalhistas. Ter sua profissão reconhecida como um trabalho que lhe dá direito sobre sua obra é uma reivindicação muito forte da área cultural e criativa. Há a possibilidade de as pessoas abrirem mão de seus direitos e colocar o conteúdo na internet. Mas os autores, escritores e mesmo cientistas têm de ter resguardados seus direitos, que, no último caso, demandam anos de pesquisa. Para democratizar, temos todo interesse, por exemplo, no vale-cultura (benefício no estilo vale-refeição), uma forma de estimular o consumo da produção criativa.

[fim da pergunta]


Você concorda com ela? Leia a entrevista na íntegra e tire suas conclusões.


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terça-feira, março 01, 2011

Conheça mais sobre crowdfunding


Imagem que ilustra a matéria "Fenômeno do crowdfunding ganha força no Brasil" na revista Revista EXAME PME


Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Tem aumentado o número de reportagens e conteúdos falando sobre o "crowdfunding". Nestes conteúdos, há uma ênfase no sentido de que se trata de uma revolução em termos de captação de recursos para projetos culturais e sociais. Será mesmo?

Separe uns minutinhos para ler duas matérias sobre o que estão comentando sobre esta nova prática:

- "Crowdfunding: um por todos e todos por um" publicada no Blog Acesso do Instituto Votorantin;

- "Fenômeno do crowdfunding ganha força no Brasil" no site da revista Revista EXAME PME


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segunda-feira, fevereiro 28, 2011

Procuro uma procura que me encontre


Escute a música de Alê Barreto no Overmundo


Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Trabalhar com a cultura me levou mais longe do que eu imaginava. Comecei pensando que seria "um produtor de banda", um produtor executivo, um tour manager. Pensava que talvez a administração que eu gostava e havia estudado deveria ser abandonada para ficar mais próximo da música. Mas a vivência prática me mostrou que muitas coisas não são excludentes. Gostar de organização e gostar de cultura não são excludentes.

Na medida que me coloquei disponível para aprender o que é produção, administração e gestão cultural, tem ampliado a minha vontade de ler. Tenho descoberto o prazer de assistir exposições, peças de teatro, de escrever. Percebi que tenho uma afinidade muito grande com a música e com o audiovisual.

O que fiz a partir destas percepções? Resolvi viver isso. Resolvi começar a fazer. Escrevi artigos para internet. Fiz pequenos vídeos. Escrevi poesias. Tirei fotos. Fiz a música "Procuro uma procura" publicada no Overmundo.

O que há de mais significativo nisso tudo? A originalidade do conteúdo? A qualidade estética? As técnicas utilizadas? Não. O que considero mais significativo é o meu aprendizado de que um produtor, como qualquer outra pessoa, pode também fazer arte.

Experimente começar a fazer. Tire aquela letra antiga de música da gaveta. Abra aquele livro que está esperando você há meses.

Mostre as suas criações para os outros sem medo. O pior risco que alguém corre é o de desperdiçar o tempo de sua vida e não fazer o que deseja.


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quarta-feira, fevereiro 23, 2011

Lucimara Letelier, especialista em captação de recursos, recomenda o dossiê de cultura do Censo GIFE 2009-2010




Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Muita gente fala sobre captação de recursos de maneira equivocada. Há os que acham muito difícil. Tem os que pensam que é uma forma de "ganhar dinheiro rápido e sem muito esforço". Tem gente que acha que qualquer um pode sair por aí pedindo dinheiro. Tem muita gente ganhando dinheiro chamando curso de formatação de projetos para Lei Rouanet de "curso de captação de recursos". Dentro deste universo, é importante saber separar o joio do trigo. Vou dar um exemplo de profissional que considero uma referência em captação de recursos.



Lucimara Letelier está ministrando a disciplina "Gestão de Patrocínio e Investimento Privado" no MBA em Gestão Cultural que estou cursando na Universidade Cândido Mendes. Ela possui mais de 11 anos de atuação em organizações sem fins lucrativos como ActionAid, Fundação Orquestra Sinfônica Brasileira, Caixa Cultural (SP), Guggenheim Museum(NY), The Children’s Museum (Boston), Bienal de Artes e Articultura. Hoje é uma especialista em captação de pessoa física, mudança organizacional e estruturação de departamentos de desenvolvimento institucional.

Em todas as aulas ela tem ensinado que com estudo, método e ações planejadas aumenta-se muito as chances de se conseguir captar recursos.

Outra coisa importante: ela não trabalha somente com "importação de modelos", coisa que muitos gestores e administradores brasileiros adoram. Lucimara destaca a importância de se fazer um "raio x" da organização para a qual se pretende captar recursos, para que se possa articular os pontos fortes e oportunidades existentes, sem a necessidade de se ter que começar tudo do zero.

Competência para estabelecer diálogos construtivos e produtivos. Esta é outra grande característica desta profissional que tenho certeza que um bom captador de recursos precisa desenvolver.

Na aula de ontem, Lucimara passou uma excelente dica que compartilho agora com todos: o GIFE, uma rede sem fins lucrativos que reúne organizações de origem empresarial, familiar, independente e comunitária, que investem em projetos com finalidade pública, lançou o Censo GIFE 2009-2010, que é um mapeamento dos maiores investidores sociais privados do Brasil.

Nesta edição, foram aprofundadas questões relacionadas ao investimento social em Cultura, uma das principais áreas de atuação dos Associados GIFE.

Conheça o dossiê "especial cultura"

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segunda-feira, fevereiro 21, 2011

Girassol Editora lançou o livro "Como Gravar Suas Músicas e Colocar na Internet", de Leo Coulter & Richard Jones




Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Na última vez que estive em brasília, entrei numa livraria e descobri o livro "Como Gravar Suas Músicas e Colocar na Internet", de Leo Coulter & Richard Jones. Folhei rapidamente o livro e me pareceu muito interessante. Existem bastante dicas práticas.

Vou anotar na minha agenda para mais adiante entrar em contato com a editora Girassol para conhecer a fundo o conteúdo.

Independente disso, considero muito valiosa a proposta de uma publicação mostrando como organizar atividades de produção musical, tanto no âmbito do estúdio, como no âmbito de sua distribuição na internet.

Com tantos selos, coletivos e associações independentes no Brasil, já podíamos ter publicações deste tipo circulando em terras brasileiras. Experiência para compartilhar é que não falta.

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domingo, fevereiro 20, 2011

Trabalhe sua voz de forma mais profissional com auxílio de um fonoaudiólogo


Fonoaudióloga Janaína Pimenta nos bastidores do show de Ivete Sangalo no Madison Square Guarden


Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Dia 14/02/2011 o Correio publicou a matéria "Fonos vivem rotina intensa com os artistas no Carnaval", assinada por Franco Caldas Fuchs. Nela são apresentadas as experiências das fonoaudiólogas Regina Grangeiro, Valéria Leal e Janaína Pimenta, que acompanham artistas baianos.





Conheça um pouco da preparação pela qual passam os cantores dos trios elétricos para aguentar a "maratona" do carnaval na Bahia.

Leia a matéria na íntegra

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sexta-feira, fevereiro 18, 2011

Produtor Cultural Independente amplia sua parceria com a Associação Brasileira de Gestão Cultural



Por Alê Barreto*
alebarreto@gmail.com


Pelo segundo ano consecutivo estou colaborando com a divulgação das atividades da Associação Brasileira de Gestão Cultural (ABGC). Este ano a parceria foi ampliada: além de divulgar aqui no blog, fui convidado para gerenciar os perfis do Facebook e do Twitter. Neles serão disponibilizadas informações sobre a ABGC, seus cursos e sobre cultura em geral.


Conheça a Associação Brasileira de Gestão Cultural (ABGC)

É uma entidade civil sem fins lucrativos, fundada em 2005, que atua na profissionalização e na formação de conhecimento junto aos setores de Produção e Gestão Cultural e Social, mediante a realização de ações e projetos voltados à qualificação profissional e à inserção das profissões afins no mercado de trabalho.

Através de um convênio com a Universidade Candido Mendes (UCAM), desenvolve atividades e cursos com currículos acadêmicos voltados à formação profissional do produtor e do gestor em diversos segmentos culturais. Em 2001 foi implantado o primeiro curso de graduação em Produção Cultural do Rio de Janeiro e, em 2002, o primeiro curso de pós-graduação lato sensu – MBA em Gestão Cultural no país, que já está em sua sétima turma.


Diretrizes de Atuação

O plano de ação da ABGC busca contribuir para a dinamização de quatro segmentos identificados como "elos" do que chamamos de Cadeia de Profissionalização dos Setores Culturais:

Formação Profissional: capacitação especializada em nível técnico e acadêmico, que visa atender à demanda institucional de aprimoramento de seus quadros e de geração da qualidade de conteúdos de seus programas, projetos e ações culturais. Saiba mais sobre as ações para a formação profissional




Formalização da Profissão: ações que operam nas esferas de reconhecimento da profissão, por parte do Estado, do terceiro setor e do setor privado, além de sua formação associativa. Saiba mais sobre as ações para a formalização da profissão


Formação do Conhecimento: geração de estudos, registros, pesquisas e publicações de conteúdos afins ao campo da gestão em cultura, gerados no universo acadêmico em interação com práticas recentes.


Livro "Economia da Cultura: ideias e vivências": realização da Associação Brasileira de Gestão Cultural (ABGC) com patrocínio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)


Formação de Mercado: iniciativas voltadas à ativação do mercado de trabalho para os profissionais atuantes nos setores culturais e de mercados e públicos para as ações, bens e produtos culturais.

Saiba mais sobre as diretrizes de atuação


Participe das redes sociais da Associação Brasileira de Gestão Cultural




Receba informações através do twitter




ou do Facebook.


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