quinta-feira, março 26, 2020

Produtor Independente recomenda: fique em casa





Por Alexandre Barreto*


Após ter feito publicações em janeiro de 2020, o Produtor Independente iria retomar as publicações em março. Contudo, com o anúncio feito pela Organização Mundial de Saúde em 11 de março, relacionado a pandemia do novo coronavírus, interrompemos nossas atividades durante o período da quarentena.

Mesmo assim, você pode acessar nosso conteúdo já publicado. São mais de 1.351 postagens. Se preferir pode também buscar na barra lateral direita os conteúdos conforme palavras-chave.

Aproveite para avaliar suas ações, projetos e programas culturais.


#FiqueEmCasa #imprensacontraovirus 


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* Alexandre Barreto é administrador, professor de 
Administração da Produção, Administração de Materiais e Logística, produtor independente e MBA em Gestão Cultural pelo Programa de Estudos Culturais e Sociais da Universidade Cândido Mendes (UCAM) e Associação Brasileira de Gestão Cultural (ABGC), no Rio de Janeiro. Atualmente está cursando o mestrado no Programa de Pós-Graduação em Educação Profissional e Tecnológica (PROFEPT). Saiba mais

segunda-feira, janeiro 20, 2020

Participe da 15ª edição do curso "Música & Negócios" no Instituto Gênesis na PUC Rio





Por Alexandre Barreto*


Outra dica para começar o ano de forma proativa, que recebi da amiga e parceira produtora cultural Carolina Ficheira, pelo Linkedin: estudar música e negócios no Instituto Gênesis da PUC Rio. 

O curso tem um time de feras no corpo docente:Sandra Korman, Sergio Affonso, Gabriel Moura, Mayrton Bahia, Guta Braga, Elisa Eisenlohr, Paula Novo, Miguel Jost, Leonardo de Marchi, Bernardo Amaral, João Augusto, Fábio Silveira, Marcelo Vig, Carolina Ficheira, Daniel Campello de Queiroz, Ingrid Berger, Leonardo José, Debora Sztajnberg, Guilherme Velho, Geraldinho Magalhães e Leo Feijó, entre outros.


Segue o texto de divulgação na íntegra.


Música e Negócios: Empreendedorismo e Inovação 2020.1
Inscreva-se agora!

https://www.sympla.com.br/musica--negocios-puc-rio--edicao-20201__746387


Realizado pelo Instituto Gênesis da PUC-Rio, o programa Música e Negócios: Empreendedorismo e Inovação está com pré-inscrições abertas para a 15ª edição. Mais de 500 alunos já foram certificados desde o início da plataforma de extensão universitária dedicada à indústria da música.

O MN foi eleito no segmento educação Melhor Programa de Music Business no Brasil pelo Prêmio Profissionais da Música (PPM 2019).

Período das aulas: 11 de fevereiro a 14 de abril de 2020

As aulas acontecem às terças e quintas das 18h30 às 21h30. Há alguns dias extras às quartas-feiras (veja calendário abaixo). A carga horária total média é de 50 horas. As aulas acontecem em auditórios no Centro e na Zona Sul do Rio, incluindo o Lab OI Futuro, no Flamengo, Instituto Gênesis da PUC-Rio, na Gávea, na sede da União Brasileira de Compositores (UBC), no Centro e no CRAB - SEBRAE, na Praça Tiradentes, Centro do Rio.


Matrículas e bolsas
Há bolsas integrais e/ou parciais disponíveis (leia abaixo) e os alunos e ex-alunos da PUC-Rio recebem bolsa de 50% automaticamente (bolsa válida para as 10 primeiras matrículas)

As inscrições são feitas pela plataforma sympla.com.br. O valor total do curso pode ser parcelado em até 12 vezes. Há opção de boleto bancário para pagamento em até 3 vezes (solicitar à coordenação do curso a emissão).  O investimento na matrícula integral é de R$ 1.800,00. 


Público-alvo
O programa é destinado a músicos, produtores musicais, gestores de espaços musicais e de eventos, profissionais de comunicação e marketing, rádio e TV, estudantes ou advogados interessados em direito autoral e outros profissionais com atuação ou interesse no mercado da música.

Esta é a 15ª edição do curso, que combina aulas teóricas e práticas. O corpo docente reúne mestres e doutores da PUC-Rio e executivos atuantes na indústria da música, além de profissionais de produção musical e empreendedores do setor.

A programação inclui temas como impacto da tecnologia na indústria da música, marketing e distribuição digital, ecossistema da música, gestão de direito autoral, processos criativos em música, iniciação à produção musical em estúdio, promoção de eventos, gestão de arenas e casas de espetáculo, produção de backstage, elaboração de projetos culturais e captação de recursos, modelagem de negócios, entre outros.

Ao longo do curso é oferecido um eixo de trajetória profissional e planejamento de vida, coordenado pela professora Sandra Korman, além de interlocuções individuais com os alunos.

Inscrição para bolsas de estudo:

Envie e-mail para leofeijo@esp.puc-rio.br. Os currículos serão analisados e as respostas em média são comunicadas em uma semana.



PROGRAMA MÚSICA & NEGÓCIOS

MÓDULO 1

1.1 - Laboratório de Trajetórias Profissionais
Pesquisa de Setor
Planejamento de Vida e Carreira

1.2 - Cultura, Tecnologia, Direito Autoral e Marketing Digital
Impacto da Tecnologia no Mercado da Música
Ecossistema da Cultura
Direitos Autorais
Novas Plataformas Digitais e Monetização na internet
Marketing e Distribuição Digital

1.3 - Gestão, Planejamento de Negócios e Captação de Recursos
Planejamento de negócios e modelo Canvas
Editais, leis de incentivo e captação de recursos 
Empresariamento artístico
Selos e Gravadoras
Gestão de Casas de Espetáculos e Turnês internacionais

1.4 - Avaliação
A presença mínima exigida é de 75% para emissão de certificado.
Elaboração do Planejamento de Vida e Carreira
Desenvolvimento de um Plano de Negócios (opcional)



Mais informações e inscrições

https://www.sympla.com.br/musica--negocios-puc-rio--edicao-20201__746387




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segunda-feira, janeiro 06, 2020

Cholly Education: um repositório de Educação em Produção Musical e Music Business





Por Alexandre Barreto*


No post anterior, divulguei o encontro "Vivendo da Música com Ilton Carangacci e Charles Di Pinto".

Hoje divulgo aqui um repositório sobre Educação em Produção Musical e Music Business, criado pelo Charles.

Nele você vai encontrar links para cursos e eventos, estúdios, profissionais de music business, notícias sobre o mercado, organizações nacionais e internacionais, eventos da cadeia produtiva da música, inovação.


Anote aí: Cholly Education http://cholly.com/edu/


Charles Di Pinto é nativo da Filadélfia (Estados Unidos) e radicado em Porto Alegre, com uma carreira de 30 anos no setor fonográfico. Como produtor musical e engenheiro de som, já trabalhou com Bidê ou Balde, Tom Bloch, Fernanda Takai, Claudio Zoli e Luis Carlini, entre outros.

É educador e consultor na área de projetos fonográficos e atua como docente na graduação em Produção Fonográfica da Unisinos. É criador e gestor da Sigmund Records da Unisinos, a primeira gravadora universitária da América do Sul. Também já foi professor visitante na Marymount Manhattan College, em Nova York, ministrando disciplinas relacionadas à cultura e música.


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sábado, janeiro 04, 2020

Como fazer da música uma profissão?




Por Alexandre Barreto*


Se você quer trabalhar com música, aproveite a oficina "Vivendo da música: entrando no setor". Ela será ministrada agora em janeiro, em Porto Alegre, por dois profissionais com uma ampla bagagem na área.

Transcrevo abaixo o conteúdo da divulgação.


"Vivendo da Música" com Ilton Carangacci e Charles Di Pinto

Como fazer da música uma profissão? Um bom começo é entender como funcionam os negócios do setor. No dia 22 de janeiro, a oficina "Vivendo da Música" vai introduzir o processo de gestão de um projeto musical, passando por identificação de talento, produção musical e lançamento.

Quais são as etapas de projetos musicais? Quais são os papeis desempenhados pelos profissionais? Como esse processo gera receita? A oficina vai explicar como funciona essa indústria em um bate-papo com dois profissionais dessa área, com três décadas de atuação: Ilton Carangacci (Papas da Língua, Chimarruts e Armandinho) e Charles Di Pinto (Unisinos e Sigmund Records).

Programa:

- Identificando talentos
Como analisar a viabilidade de mercado do artista?
Relações com o mercado
Produção de contratos
Quais são as áreas do Music Business?
Como são as relações de trabalho?

- Produção
Quais são os papeis na produção?
Planejamento e orçamento de produção
Finalização: métricas de qualidade

- Negócios
Ética nos negócios
Venda de shows
Publishing: como funciona?
Fonogramas: vendendo o produto
Visão estratégica do negócio


Ministrantes



Ilton Carangacci é advogado formado pela PUCRS e, desde 1985, escolheu fazer da música o seu meio de vida. No currículo, tem a gestão de carreiras de Papas da Língua, Chimarruts, Os Eles, Armandinho, Reação em Cadeia, Jéf, The Hard Working Band, Off The Wall e Ivo Mozart e outros. Recebeu o Prêmio Açorianos de Música 2019, pela sua contribuição ao ambiente musical. Realizou mais de 4000 shows em dez países, incluindo a organização de festivais na Áustria e França. É mentor da turma da Sigmund Records, a gravadora do Curso de Produção Fonográfica da Unisinos.




Charles Di Pinto é nativo da Filadélfia (Estados Unidos) e radicado em Porto Alegre, com uma carreira de 30 anos no setor fonográfico. Como produtor musical e engenheiro de som, já trabalhou com Bidê ou Balde, Tom Bloch, Fernanda Takai, Claudio Zoli e Luis Carlini, entre outros.

É educador e consultor na área de projetos fonográficos e atua como docente na graduação em Produção Fonográfica da Unisinos. É criador e gestor da Sigmund Records da Unisinos, a primeira gravadora universitária da América do Sul. Também já foi professor visitante na Marymount Manhattan College, em Nova York, ministrando disciplinas relacionadas à cultura e música.


Serviço

"Vivendo da Música" com Ilton Carangacci e Charles Di Pinto
22 de janeiro, quarta-feira, das 19h às 22h
Opinião (Rua José do Patrocínio, 834, Porto Alegre, RS

Inscrições https://bileto.sympla.com.br/event/63801

Informações:
www.opiniao.com.br
www.facebook.com/opiniao.produtora
www.twitter.com/opiniao

(51) 3211-2838



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sexta-feira, dezembro 20, 2019

“Eu elegi a forma feminina. Para mim é de todas as formas a mais misteriosa, quase que equivale a uma espécie de vício".




Por Alexandre Barreto*


A frase que dá título a este post é do multiartista Francisco Brennand.

Trata-se de um dos maiores mestres da arte brasileira. Foi pintor, escultor, ilustrador, gravador, desenhista. Ficou amplamente conhecido como ceramista e pela construção de dois espaços culturais emblemáticos no Recife: a Oficina Cerâmica Francisco Brennand e o Parque das Esculturas Francisco Brennand.

Clique aqui e conheça a história deste mestre das artes visuais através do vídeo-documento da Funarte que celebrou os seus 90 anos em 2017.

Assista também o documentário "Francisco Brennand - Demiurgo".


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segunda-feira, dezembro 02, 2019

A missão do professor é inspirar o aluno para que ele encontre sua verdade




Por Alexandre Barreto*


Em abril deste ano, li uma excelente entrevista com Arnaldo Cohen. Ele é um pianista brasileiro que escolheu ser professor de música. Para muitos músicos, ser professor de música soa como "tentar sobreviver de música". Para ele não. Foi uma opção. E uma opção que o levou a conquistar o mais alto título de docente na hierarquia acadêmica americana.


Clique aqui e conheça mais sobre esta carreira artística e criativa na Revista Época.




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sábado, outubro 19, 2019

Livro "Aprenda a Organizar um Show" disponível no portal americano Academia.edu - share research



Por Alexandre Barreto*

Com sua redação e edição dos textos iniciada em agosto de 2006, o primeiro capítulo do livro "Aprenda a Organizar um Show" foi publicado dia 25 de outubro de 2007 no portal colaborativo Overmundo. Contabilizando até hoje 391 mil downloads de seus capítulos, o livro está disponível no portal americano Academia.edu - share research.

O livro (ebook) tem a capa Everson Nazari, ilustrações de Yara Baungarten​ e edição de Rodrigo DMart​.  A versão impressa do livro contou também com o prefácio escrito pelo produtor cultural e professor doutor da UFBA Leonardo Costa​, com o trabalho de gestão de projeto, produção gráfica, produção executiva a cargo da Imagina Conteúdo Criativo (empresa do Rodrigo e da Yara) e diagramação de Manuela Kanan.


O livro trata de forma direta e com linguagem simples assuntos relacionados a produção de shows e eventos como perfil do produtor executivo, definição da data e do local do show, cronograma de atividades, divulgação, recolhimento de direitos autorais, credenciamento, bilheteria, passagem de som, desmontagem, avaliação e registro do projeto, entre outros.

A primeira estratégia de divulgação do livro foi o que Chris Anderson (físico e escritor norte americano) chama de "poder do Free" (ver livro Free: the future of a Radical Price) . O acesso gratuito a "Aprenda a Organizar um Show" fez com que a publicação se torna-se uma espécie de "best seller" da internet. Lembro que em 05 de julho de 2008 recebi um e-mail do Rodrigo DMart, parceiro responsável pela edição do livro, me parabenizando que havíamos ultrapassado os 30 mil downloads dos fascículos. Mais adiante, em janeiro de 2010, o livro já tínhamos chegado aos 128 mil downloads dos fascículos. Em 2016, já havíamos ultrapassado os 26 mil leitores da obra completa (todos os fascículos do livro). 

E maio de 2019, última vez que fiz a contagem, os números eram os seguintes:

- o livro já tinha ultrapassado os 391 mil downloads de todos os fascículos publicados separados;
- a obra completa já havia sido lida por mais de 30 mil pessoas.

A segunda estratégia de divulgação foi disponibilizar o livro sob a licença Creative Commons, que permite que as pessoas possam copiar, distribuir e criar obras derivadas da publicação, desde que sejam compartilhadas pela mesma licença e para uso não-comercial.

Isso incentivou que o livro fosse divulgado espontaneamente por internautas. E teve até internauta que fez questão de baixar todos os fascículos, juntá-los num arquivo único e publicá-lo novamente. Assim, se você digitar no Google "Aprenda a Organizar um Show", vai encontrá-lo em blogs, sites, portais.

Verifiquei que os links para baixar os fascículos no portal Overmundo não estão mais funcionando. Mas o livro continua disponível na rede.

Um dos endereços que você pode encontrá-lo é no portal Academia.edu, plataforma fundada em 2008 em São Francisco (USA) por Richard Price, com o objetivo disponibilizar trabalhos acadêmicos gratuitamente on-line e acessíveis a qualquer pessoa. O upload do arquivo foi feito por Leonardo Souza.


Acesse "Aprenda a Organizar um Show" na plataforma Academia.edu

https://www.academia.edu/8393682/Aprenda-a-Organizar-um-Show-Al%C3%AA-Barreto



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quinta-feira, setembro 26, 2019

Tom McLeish explica porquê não se fala sobre a natureza imaginativa da ciência




Por Alexandre Barreto*


O Jornal Nexo publicou a tradução do texto "
Science is deeply imaginative: why is this treated as a secret?", de Tom McLeish, feita por Cecilia Inamura. 

O texto é uma reflexão muito importante sobre a imaginação.

Se você faz parte de uma geração onde se acha normal ter que ficar lendo mensagens e respondendo mensagens o tempo todo, independente do sentido, qualidade ou do resultado que isso vá trazer para sua vida, experimente ler este texto. Leva um pouco mais de tempo do que ler uma mensagem no whatsapp e menos tempo do que ler um livro. Mas irá ajudar você a perceber que a ciência, a tecnologia, a inovação, está diretamente relacionada a capacidade de imaginar.

Link para a matéria



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domingo, julho 14, 2019

Diego Goldberg: uma vida dedicada a fotografia






Para trabalhar com alegria e prazer, é necessário alimentarmos nossa inspiração. Para isso, sempre busquei em entrevistas e biografias o alimento para o meu trabalho. Principalmente relatos de pessoas que dedicaram boa parte de sua vida para seus projetos. 
Ao lembrar disso, procurei na web algo que pudesse trazer este estímulo para os artistas produtores e para os produtores artistas.

Me deparei com o canal argentino "Fotoforum", com a entrevista sobre a carreira do fotógrafo Diego Goldberg.





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domingo, maio 12, 2019

Ter ou não ter Ministério da Cultura no Brasil, eis a questão

Teixeira Coelho/ crédito: jcrs.uol.com.br



Por Alexandre Barreto*



O impacto da extinção do Ministério da Cultura e sua incorporação ao Ministério da Educação, ocorrida em janeiro deste ano ainda é uma incógnita. O assunto divide opiniões. E não é de hoje. Começou nos anos 80, com a luta pelo desmembramento do Ministério da Cultura que desde 1953 estava atrelado ao Ministério da Educação. Depois, em 1990, foi transformado em Secretaria da Cultura no governo Collor, vinculada à Presidência da República. Em 1992 teve esta situação revertida no governo Itamar Franco. Em 2016, após o Impeachment da presidente Dilma Roussef, novamente foi extinto e reincorporado ao Ministério da Educação, decisão que foi revertida meses depois.

O que me chamou atenção neste episódio é que tanto as defesas quanto os ataques feitos ao Ministério da Cultura não levaram em consideração a necessidade de se pensar sobre o fato em si: devemos ter ou não ter um Ministério da Cultura?

Lembrei então de uma entrevista que a BBC Brasil fez sobre o episódio de 2016, com Teixeira Coelho, no qual ele apresenta um ponto de vista sobre o tema. Para quem não o conhece, é um dos maiores intelectuais sobre o tema políticas culturais no Brasil. Um pouco do currículo dele, extraído do site do Itaú Cultural: possui graduação em Direito (1971) pela Universidade de Guarulhos, mestrado em Ciências da Comunicação (1976) pela ECA-USP, doutorado em Teoria Literária e Literatura Comparada (1981) pela FFLCH-USP e pós-doutorado pela University of Maryland, EUA (2002). É professor titular aposentado e Professor Emérito da ECA-USP. Foi diretor do Museu de Arte Contemporânea (MAC) da USP (1998-2002), curador-coordenador do Museu de Arte de São Paulo (MASP) (2006-2014), co-curador da Bienal de Curitiba 2013 e curador-chefe da Bienal de Curitiba 2015. Foi professor de Teoria da Informação e Percepção Estética e de História da Arte da Faculdade de Arquitetura da Universidade Mackenzie . É especialista em Política Cultural e colaborador da Cátedra Unesco de Política Cultural da Universidad de Girona, Espanha. É coordenador do curso de especialização em gestão e política cultural do Observatório Itaú Cultural. Ficcionista, é também autor de diversos livros sobre cultura e arte. Ganhou o Prêmio Portugal Telecom 2007 pelo livro História Natural da Ditadura, publicado em 2006.


Leia a entrevista





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quarta-feira, abril 24, 2019

Novas formas de pensar cinema e de se relacionar com ele






Por Alexandre Barreto*




A frase que dá título a este post saiu do texto "Das telas do cinema às plataformas digitais: novas formas de ver e criar", que está no site do Itaú Cultural, de autoria da Milena Buarque Lopes Bandeira. Segundo consta no site, foi produzido durante a terceira edição do evento Encontros de Cinema, que reuniu no Rio de Janeiro, nos dias 15 e 16 de abril, diretores, pesquisadores, roteiristas, produtores, jornalistas e gestores desse setor.



Acesse o texto



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