sexta-feira, dezembro 22, 2017

Artista, você tem alguma dor de cabeça para vender shows?





Por Alexandre Barreto*



Artistas cada vez mais entendem a necessidade de organizar melhor sua forma de interagir com o mercado. Na medida em que começam a planejar melhor suas atividades, percebem que existem uma série de atividades que fazem parte de sua carreira, além de compor, tocar e cantar. É preciso estruturar sua assessoria de comunicação. É preciso construir uma audiência. É preciso fazer projetos. É preciso promover o seu trabalho. É preciso fazer shows. É preciso fazer vídeos. É preciso ensaiar em estúdio. É preciso construir alianças. Tudo ao mesmo tempo. Some-se a isso mais um fator que toma tempo: realizar atividades profissionais fora da música para garantir uma melhor sustentabilidade.



Falta de tempo, cachês baixos, baixa exposição na mídia. Essas e outras dores afligem o dia a dia dos artistas. Essas e outras dores dificultam se conseguir manter uma agenda regular de shows.



Pensando nessas "dores" surgiu o projeto Musical Work. 



Musical Work é uma iniciativa empreendedora que foi selecionada para o programa de pré-aceleração de empresas inovadoras e startups, realizado pela Universidade Federal do Acre (Ufac) e Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado do Acre, em 2017.


Consultor Yuri Gitahy ministrando workshop na Biblioteca da Ufac


Hoje completamos um mês de pré-aceleração. Neste curto espaço de tempo, assistimos workshops e palestras com Yuri Gitahy (fundador da Aceleradora, primeira aceleradora de startups do Brasil), Alex Lima (membro do SebraeLab do Acre), Gustavo Gorestein (co-fundador das plataformas Poup e Bxblue), Tatiana Pezoa e Horacio Poblete (co-fundadores da Trustvox), Victor Hugo (fundador da Trackage), Camila Farani (Shark Tank Brasil), entre outros. Muito conteúdo. Uma imersão nos conceitos de empreendedorismo, inovação, lean startup, modelos de negócios, validação, inside sales, inbound marketing, growth hacking. 



Empreendedores do programa de pré-aceleração com Gustavo Gorestein


Neste momento estamos trabalhando as validações iniciais. Queremos entender como os artistas percebem as dores do dia a dia. Se você é artista e tem problemas relacionados a venda de seus shows, nós queremos conhecer as suas dores. Nós queremos conhecer os seus problemas.

Entre em contato pelo Facebook , whatsapp (21) 97627-0690 ou pelo e-mail alebarreto@gmail.com


(texto originalmente postado no blog Musical Work)



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Leia "O Produtor Independente vai ampliar sua linha editorial



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* Alexandre Barreto é administrador pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (EAD/UFRGS) e MBA em Gestão Cultural pela Universidade Cândido Mendes (RJ) . Empreendedor que dissemina conhecimentos e atua em redes para promover mudanças. Escreveu os livros Aprenda a Organizar um Show e Carreira Artística e Criativa
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quarta-feira, dezembro 06, 2017

"A prioridade é ensinar os alunos a raciocinar de forma independente e não a decorar fórmulas para passar em provas"





Por Alexandre Barreto*



A frase que dá título a este texto é de Marja Martikainem, Diretora da Escola Viikki. Trata-se de um depoimento no vídeo "Lições da Finlândia", reportagem da jornalista Claudia Wallin, radicada na Suécia e autora do livro "Um país sem excelências e mordomias".

Ao longo de pouco mais de 7 minutos, Claudia mostra como um país pobre até a década de 50 conseguiu transformar sua realidade através de uma radical reforma na educação.

Parlamento trabalhando com foco no desenvolvimento da nação, valorização crescente dos professores e educação pública de qualidade em todos os níveis são algumas pistas sobre como a Finlândia se tornou quarto colocado no ranking de competitividade e o terceiro país menos corrupto do mundo.


Assista o vídeo



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terça-feira, dezembro 05, 2017

Ex-fuzileiro naval criou um traje voador e impressionou os participantes do Wired Festival Brasil





Por Alexandre Barreto*



Há anos percebo que a expressão "produção cultural" fica cada dia mais associada à revolução digital em curso. O mesmo ocorre com a gestão cultural. Ambas vem sendo fortemente impactadas pelas novas tecnologias de informação e comunicação e também pelo que está se chamando de Quarta Revolução Industrial ou Revolução 4.0. O pouco que conhecemos sobre carreiras artísticas e criativas vem sendo rapidamente ressignificado.

O Jornal O Globo publicou vários textos sobre o Wired Festival 2017, encontro de inovação, tecnologia, negócios disruptivos e novos comportamentos.

"Os impactos da revolução digital na produção cultural" texto de Sérgio Matsuura, fala sobre novas expressões como a plataforma Queremos! e o projeto Favelagrafia

"Mercado de trabalho precisa se adaptar aos millennials" texto de Gabriela Viana, traz as reflexões de Daniela Falcão, diretora da Edições Globo Condé Nast, sobre os desafios de se trabalhar com os jovens. Segundo ela, trata-se de uma geração que valoriza o trabalho com propósito. 

"Especialista dá dicas de como identificar as tendências do futuro", texto de Sergio Matsuura, traz o registro da palestra de Rohit Bhargava, professor da Universidade Georgetown e fundador da Non-Obvious Company. Ele pesquisa o que pode ou não se tornar tendência no comportamento das pessoas.

"Wired Festival discute a participação dos maturis no mercado de trabalho", texto de Gabriela Viana, registra o depoimento de Lucas Bittencourt, CEO da Nuper, startup que realiza compras de supermercado para pessoas que não têm tempo para fazê-las, no trabalho com profissionais a partir de 50 anos, os "maturis".

"Drones são o futuro", texto de Gabriela Viana, traz um relato de Carlos Candido, cofundador do Mirante Lab, sobre o workshop de construção de drone realizado no evento.

Por fim, acrescento ainda a esta seleção "Wired Festival traz criações do futuro em áreas como inteligência artificial", texto de Gabriela Viana e Sergio Matsuura, sobre o britânico Richard Browning, ex-fuzileiro naval que criou um traje voador e passou a ser conhecido como "Homem de Ferro". Assista o vôo dele.





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terça-feira, novembro 07, 2017

"Para você entrar com uma ação popular, só basta ter o título de eleitor, vontade e não ter medo"




Por Alexandre Barreto*


A ideia de que crise também pode ser sinônimo de oportunidade vem ganhando terreno no âmbito do combate à corrupção no Brasil. Aumenta a cada dia o número de denúncias. Aumenta a cada dia o número de investigações. Aumenta a cada dia a atenção da mídia com este assunto. E o principal: aumenta a cada dia o número de pessoas que toma coragem e resolve entender, fiscalizar e investigar os gastos públicos.







Dia 05 de novembro, o programa Fantástico da TV Globo exibiu a reportagem "Conheça brasileiros que resolveram denunciar corrupção de governantes". E ela começa com a história da atitude política de uma mulher: Daniele Schatz. Como vários brasileiros, ela ficou furiosa com o fato de políticos receberem auxílio para alimentação. "A gente não é obrigado a pagar café da manhã, almoço e janta. Eles já tem um salário bom para isso", desabafou ela para o repórter. Mas Daniele não aceitou que "no Brasil os políticos são assim". Tomou uma atitude. Resolveu começar a fiscalizar como estava sendo gasto o dinheiro público. Detalhe: ela não é advogada ou especialista em legislação.






Daniele se informou que poderia mover uma ação popular e não parou mais. E ensina: "para você entrar com uma ação popular, só basta ter o título de eleitor, vontade e não ter medo"

A reportagem mostra também o trabalho realizado pela ONG Vigilantes da Gestão Pública, pela ONG Observatório Social e pela Operação Serenata de Amor, projeto que utiliza inteligência artificial para fiscalizar os gastos dos deputados.


Assista a reportagem




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quarta-feira, novembro 01, 2017

Escritório Bahia Criativa lança 10 videoaulas sobre economia criativa e empreendedorismo cultural





Por Alexandre Barreto*



Seguem informações na íntegra da assessoria de comunicação da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA).

Com o propósito de contribuir para a capacitação e qualificação profissional de produtores e gestores culturais, a Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA), por meio do Escritório Bahia Criativa, lança gratuitamente um conjunto de 10 videoaulas com temas relativos à economia criativa e empreendedorismo cultural.

O lançamento será transmitido por vídeo ao vivo no Facebook da Secretaria de Cultura, na página @SecultBA, nesta quarta-feira, 01 de novembro, às 12h. A live contará com as presenças da Secretária de Cultura da Bahia, Arany Santana; do Superintendente de Promoção Cultural, Alexandre Simões; e do especialista em empreendedorismo cultural, Júlio Marques, que falará sobre os contextos e desafios do empreendimento criativo. O evento ocorrerá no Escritório Bahia Criativa, sediado no Forte do Barbalho.

As videoaulas estarão disponíveis no website www.bahiacriativa.ba.gov.br após o lançamento e são complementadas por módulos em PDF para download gratuito.

Com apoio do Ministério da Cultura (MinC), por meio do Programa Brasil Criativo, esta plataforma incorpora uma nova tecnologia de aprendizagem produzida pela SecultBA para democratizar o fazer cultural no estado, contribuindo com a sustentabilidade dos empreendimentos criativos.

De forma didática, diversos profissionais e especialistas, com reconhecida atuação no cenário baiano e nacional, ministram aulas que abordam os seguintes temas: economia criativa; empreendedorismo cultural, financiamento de empreendimentos criativos, gestão Financeira, logística e distribuição; gestão de pessoas, dentre outros.

Criado em 2014 o Escritório Bahia Criativa, vinculado à Superintendência de Promoção Cultural (Suprocult) da Secretaria de Cultura, é um escritório público de atendimento a empreendedores culturais que atuam nos setores criativos da Bahia. Desde a sua inauguração, em maio de 2014, o Escritório realizou, aproximadamente, 4 mil atendimentos presenciais a empreendedores culturais em todos os 27 Territórios de Identidade do estado.

De acordo com o Superintendente da Suprocult, Alexandre Simões, “o Escritório Bahia Criativa tem realizado formação com qualidade para os agentes e fazedores de cultura da Bahia. O lançamento das videoaulas em plataforma digital gratuita é um grande avanço na democratização do acesso a estes conteúdos, contribuindo para o desenvolvimento da dimensão econômica da cultura, um importante vetor para o desenvolvimento social”.


Confira os assuntos de cada videoaula:

1.  Economia criativa;
2.  Empreendedorismo e empreendimento criativo;
3.  As novas tecnologias, as cidades e os empreendimentos criativos;
4.  Financiamento de empreendimentos criativos;
5.  Elaboração de projetos e prestação de contas;
6.  Formalização de empreendimentos criativos;
7.  Contabilidade básica;
8.  Gestão orçamentária, econômica e financeira;
9.  Logística e distribuição;
10.Gestão de pessoas.

Serviço:

Lançamento de videoaulas em gestão e empreendedorismo, ao vivo no Facebook

Data: 01 de Novembro, às 12h, via Facebook.
Transmissão: @SecultBA (página do Facebook)
Participações: Secretária de Cultura da Bahia, Arany Santana; Superintendente de Promoção Cultural, Alexandre Simões; Júlio Marques, especialista em empreendedorismo cultural


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sexta-feira, outubro 20, 2017

"A gente sempre se identificou com esse tipo de energia"




Por Alexandre Barreto*



Era noite de agosto de 2013 e lá estava eu assistindo Falcão, vocalista da banda O Rappa, falar esta frase em meio ao depoimento que deu sobre a relação da banda com as ações culturais do AfroReggae. Foi mais um importante trabalho de produção executiva dentro de uma nova forma de se trabalhar nos setores criativos. E que nova forma de se trabalhar é essa? Estímulo à interação entre artistas e o público utilizando as tecnologias digitais.

O Rappa estava para prestes a lançar o single "Auto-Reverse" e a pré-venda do álbum "Nunca tem fim...". Dentro das atividades de divulgação, planejaram um programa interativo: um encontro da banda com amigos que fizeram parte da trajetória da banda, numa viagem do tempo através das músicas que marcaram sua história, aberto ao público.





Falcão falando sobre a história do Rappa durante o hangout




O encontro rolou na Toca do Bandido, estúdio criado pelo produtor Tom Capone, que trabalhou com O Rappa em diversos projetos e foi transmitido ao vivo pelo canal d’O Rappa no YouTube (http://youtube.com/oficialorappa) e na página da banda no Google+ (http://bit.ly/1ck3X8O).




Eu no canto inferior esquerdo configurando recursos de áudio/vídeo para
participação de Guti Fraga no hangout





Durante a transmissão, rolou um hangout, um bate-papo mediado pelo apresentador Edgar Picolli, entre Falcão, Lobato, Xandão, Lauro, Negralha e convidados. Participaram Sérgio Affonso, presidente da Warner Music Brasil, Speto, artista plástico que trabalhou com a banda, Constança Scofield, viúva de Tom Capone e Guti Fraga, idealizador e fundador do Grupo Nós do Morro. O meu trabalho foi fazer a produção executiva da participação do Guti no programa. Na época eu era gerente de administração e projetos do grupo.






O clipe "A Minha Alma" foi filmado em 1999 na comunidade do Vidigal,
com atores do Grupo Nós do Morro





Talvez você possa pensar que a participação em um hangout se resuma em fazer um login e começar a falar. Mas a participação em um hangout tem muito mais detalhes do que você possa imaginar. Para entender, veja meu texto "Estratégia de comunicação criativa: O Rappa participa de bate-papo com convidados relembrando sua história com transmissão ao vivo pelo Google + e Youtube.




  Guti Fraga e o seu filho Ramon Francisco participando do hangout




Dois momentos foram muito marcantes. Um foi o depoimento do Falcão, falando do trabalho social desenvolvido com José Júnior no AfroReggae, momento em que ele declarou: "a gente sempre se identificou com esse tipo de energia". O segundo momento foi a participação do mestre Guti Fraga, que falou da relação do Grupo Nós do Morro com o Rappa. Muita gente não sabe, mas o clipe "A minha alma (A paz que eu não quero)", gravado em 1999 na comunidade do Vidigal, com atores do Grupo Nós do Morro, foi o grande vencedor do Vídeo Music Brasil 2000: Melhor Clipe de Rock, Melhor Direção, Melhor Fotografia, Melhor Edição e Melhor Clipe do Ano, segundo júri técnico e também segundo a audiência da MTV Brasil. Guti apresentou Ramon Francisco, seu filho, que na época do clipe tinha apenas 4 anos. Era o "gigante" do clipe. Hoje Ramon é ator e já participou de trabalhos na TV Globo em Malhação.



Além de lembrar da importância do Rappa na vida deste jovem (a produção do clipe reformou sua casa), Guti deu um depoimento surpreendente. Ao falar sobre sua atuação em 2004 no clipe O Salto, afirmou: "foi o trabalho mais importante da minha vida como ator". Apesar de Guti não ter mencionado, o Nós do Morro ainda tem outro momento importante com O Rappa. Seu Núcleo de Produção Audiovisual produziu o clipe de Monstro Invisível em 2008, que tem os atores Marcello Melo Jr., Jonathan Azevedo e Marcos Junqueira. Monstro Invisível faz parte do álbum "7 Vezes", o quinto de músicas inéditas da banda.


Nesse dia, muito mais do que aprender os importantes detalhes que envolvem a produção executiva de um hangout, aprendi muito sobre valores, trajetória, fé e sobre acreditar em si. Não basta apenas ter aparência e boa comunicação. Uma carreira artística e criativa sempre vai se destacar pela consistência, pela construção, pelas realizações, pela sua trajetória ao longo do tempo.



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sexta-feira, outubro 13, 2017

"Toda personagem que eu crio, preciso conhecer fisicamente"




Por Alexandre Barreto*



O acesso amplo que temos nos dias de hoje aos recursos necessários para produzir vídeo, fotos, textos, música e tantas outras expressões, criou a possibilidade de se estabelecer trocas e processos criativos poucas vezes experimentados ao longo da história. Mas a facilidade do acesso às novas tecnologias não implicou necessariamente na qualidade do que foi e está sendo produzido. Há muito conteúdo sendo disponibilizado que não vale nem um minuto sequer da nossa atenção. Então, o que é preciso para se produzir algo com qualidade? A melhor tecnologia? O conteúdo mais relevante? Forte investimento financeiro? Conhecimento acadêmico?

Esta semana, foi publicado na página do Fronteiras do Pensamento, um vídeo muito instigante de David Grossman. Escritor formado em filosofia e teatro pela universidade hebraica de Jerusalém, Grossman é autor de mais de 10 livros de ficção e não-ficção e considerado um dos mais importantes ficcionistas contemporâneos.

No vídeo, o escritor fala sobre o processo de criação de suas personagens. O vídeo é curto, mas dá uma noção sobre como ele dá vida às suas ideias.

Assista no canal do Fronteiras do Pensamento.


Quem quiser aprofundar, conhecer mais o pensamento de David Grossman, aproveite para assistir a entrevista do escritor no programa Roda Viva em 17/11/2016.



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terça-feira, outubro 10, 2017

"Seja trabalhando com grupos, com crianças, eles me ensinam muito mais do que eu dou"



Por Alexandre Barreto*


O sucesso é algo que vai ganhando novos sentidos ao longo da vida. Nem sempre o sucesso em uma carreira artística e criativa significa estar no palco. Existe muita arte fora dos palcos. Existe muita vida fora dos palcos.

O sucesso pode ser perceber o quanto é transformador você estar frente a frente com uma pessoa e vê-la superar um limite.

"O show, estar no palco, eu acho está muito mais relacionado ao ego do artista. E eu sentia falta desse outro lado, mais humano, de estar contato com pessoas de uma outra forma, que não em cima do palco. (...) Só estar no palco tocando... Para mim chegou um momento que ficou um pouco vazio".

Estas palavras são da encantadora Paula Nozzari. A musicista gaúcha cidadã do mundo fala sobre as descobertas de um novo mundo "além do palcos" no minidoc "O som tudo cura" (2015).






É nítido no vídeo o brilho nos olhos de Paula quando ela fala do contato que tem com as pessoas no trabalho com a musicoterapia.

Assista este tocante depoimento


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quarta-feira, outubro 04, 2017

"Ninguém deve copiar outra pessoa se quer se tornar alguém de sucesso"





Por Alexandre Barreto *


Reed Hastings, criador e presidente do Netflix, ao ser perguntado sobre o que seu estilo de liderança teria a ensinar a empresários e executivos de outros setores foi categórico: "nada." É no mínimo curioso ouvir o criador de um negócio com uma base de clientes formada por 100 milhões de pessoas em quase 200 países responder que não tem nenhuma fórmula, modelo de negócio ou conselho sobre gestão para ensinar. Mas é exatamente isso que ele respondeu: "nada".

Concordo com ele. Grande parte do conhecimento que move o mundo não é fruto apenas da reprodução de modelos ou multiplicação de ideias consideradas "inovadoras" nos últimos cinco anos. O conhecimento que 24 horas move o mundo também é fruto da prática de pessoas como Reed Hastings, que ao longo de mais de 30 anos de trabalho construiu um mapa próprio para navegação no mundo dos negócios.

Entender que a um "grande salto" precede quase sempre uma etapa de preparação, na qual construímos nossos próprios referenciais, ajuda a não nos tornarmos cegos diante da realidade. Você pode se tornar um grande artista. Você pode ser escritor notável. Você pode se tornar uma pessoa reconhecida no mundo da tecnologia. Mas isso não depende apenas do seu desejo, de frase motivacionais ou de mindset (leia o texto "Por que a indústria do empreendedorismo de palco irá destruir você" de Ícaro de Carvalho, publicado no Medium).

Atingir o sucesso, seja lá o que isso signifique para você, depende também do tempo que você está disposto aprender a utilizar os seus melhores recursos. Depende do quanto você acredita que sendo uma pessoa autêntica poderá se destacar em um mundo onde todos pensam que fazer o que os outros fazem é o melhor a fazer.

Leia a entrevista "Por que a Netflix é parecida com a série Stranger Things”, com texto de Eduardo Salgado e imagem de Germano Luders, publicada na revista Exame, e aprenda um pouco mais sobre a importância da autenticidade.



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segunda-feira, setembro 25, 2017

"A maior barreira para aprender algo novo não é intelectual. É emocional."




Por Alexandre Barreto *


Você já parou para pensar quantas horas de sua vida já utilizou planejando fazer alguma coisa, mas na hora de começar, abandonou a missão? Não se desespere e nem se sinta culpado. Isso é mais comum do que você imagina.

Desistimos de fazer algo por acharmos que não vamos conseguir. Acreditamos que com a desistência, evitamos desperdiçar nosso tempo. Desistimos de fazer algo por não nos sentirmos seguros para ir em frente.

Desistimos de fazer algo quando percebemos que pessoas que já realizaram o que desejamos fazer começaram há muito tempo atrás. Desistimos de fazer algo quando as pessoas com quem iríamos fazer algo juntos desistem.

Há muitas outras razões para desistir. E não vou resumir isso a explicações do tipo "os fortes conseguem" e "os fracos desistem." Não vou sequer tentar explicar os motivos e as consequências de desistirmos. Prefiro focar na possibilidade que existe de se realizar algo que desejamos.

No TedTalk "As primeira 20 horas - Como aprender qualquer coisa", Josh Kaufman em menos de 20 minutos fala como descobriu uma forma de lidar com obstáculos para aprender novas habilidades. É uma reflexão que ele fez a partir de sua busca. Não é uma receita infalível, nem serve para tudo e para todos os contextos. Mas dá boas pistas para quem anda querendo aprender coisas novas e está com dificuldade. Josh afirma: "a maior barreira para aprender algo novo não é intelectual. É emocional." Assista, vale a pena. Aprendi muito.



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sábado, setembro 23, 2017

Você sabe o que acontece nos bastidores de um programa de TV?






Por Alexandre Barreto *


Muito se discute hoje em dia sobre qual seria a melhor forma de estimular as pessoas a estudarem. Alguns acreditam que o negócio é estudar os clássicos. Outros apostam em métodos comercializados o tempo todo na internet (método para passar em concurso, método para passar no ENEM, método para passar no vestibular, etc). Muita gente aposta no uso do vídeo. Eu sou um desses.

Hoje pensei "qual seria melhor forma de mostrar a dinâmica do trabalho de um produtor executivo"? Me veio logo a mente o filme "Uma manhã gloriosa".






Trata-se de uma comédia romântica que mostra a "correria" do trabalho da produtora "Becky" (Rachel McAdams), que luta para elevar a audiência de um programa.


Para além do objetivo educativo, o filme também é uma ótima pedida para assistir no final de semana. Traz um roteiro com várias situações comuns a maioria das pessoas: demissão, novo emprego, ambiente de trabalho difícil, pressão por resultados, novo relacionamento. Ajuda a repensar nosso ritmo de vida.


Sinopse do filme: 


Becky Fuller (Rachel McAdams, que aparece tomando café) é uma produtora de televisão que acaba demitida de seu programa de notícias, mas logo consegue uma vaga em uma nova emissora. O único problema é que para elevar a audiência ela precisa fazer muitas mudanças, entre elas convencer o premiado Mike Pomeroy (Harrison Ford) a apresentar matérias de moda e amenidades ao lado de uma ex-miss Arizona (Diane Keaton). Com pouco tempo atingir o sucesso, Becky terá que se virar para driblar o humor de seu elenco, ser reconhecida profissionalmente e ainda viver um novo amor.




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