quinta-feira, fevereiro 23, 2017

Todo mundo quer o sucesso. Mas o que é o sucesso?


A canção "Trem Bala" ajuda a pensar o que é o sucesso



Por Alê Barreto
Uma pessoa que dissemina conhecimentos e atua em redes para promover mudanças


Em todas as carreiras, uma das coisas mais perseguidas é o sucesso. Na verdade, uma das coisas que mais se fala sobre uma carreira profissional é que você deve perseguir o sucesso.

Nas carreiras artísticas e criativas, este discurso de buscar o sucesso, chega a ser mais intenso. Parece que alguém não é escritor se não for "um escritor de sucesso". Parece que aqueles quinze anos que você dedicou estudando piano não fazem o menor sentido, a menos que você seja "um pianista de sucesso". Se tiver trabalhado a vida inteira montando cenários, só poderá dizer "fui cenógrafo" se tiver sido um "cenógrafo de sucesso". Para convencer alguém que você é um compositor, terá muito trabalho, salvo se for um "compositor de sucesso".

Mas é interessante pensar que a carreira artística e criativa é um trabalho. E assim como tantos outros trabalhos, depende de uma série de variáveis para evoluir e para se chegar ao sucesso. Mas a pergunta que precisamos fazer, antes de sair correndo buscando o sucesso é a seguinte: o que é o sucesso?

Aproveito para transcrever um trecho inicial do livro "Carreira Artística e Criativa", onde falo sobre esta questão.


[início da transcrição]


A compreensão do que seja uma carreira profissional é uma percepção individual. Contudo, tal percepção é influenciada por representações coletivas. De modo geral, as representações ou “imagens” mais comuns sobre o que seja uma carreira, são formadas pelo pensamento de pessoas que aspiram iniciar seu primeiro trabalho, pessoas que já estão trabalhando, pessoas que refletem sobre como utilizar melhor o tempo produtivo de suas vidas, pessoas que se encontram em transição de carreira ou pessoas que estão em processo de aposentadoria. Este conjunto de imagens tende a convergir para os seguintes caminhos: 

– reflexões sobre os aprendizados oriundos das próprias experiências profissionais e seus impactos na vida pessoal; 

– análise da própria trajetória de realizações profissionais ou de pessoas próximas, tendo como base o conteúdo expresso em currículo ou portfólio;

– interpretação de narrativas divulgadas nos meios de comunicação, filmes, livros e revistas sobre a vida de profissionais considerados “bem sucedidos”. 

Nesta perspectiva, a satisfação ou o questionamento sobre a necessidade de mudanças tem, na maioria das vezes, seu ponto de partida na premissa de que uma atividade específica profissional deve gerar maior reconhecimento social e melhor remuneração, de forma progressiva. Maior reconhecimento e melhor remuneração, nesta forma de perceber uma carreira profissional, significam ser bem sucedido. Não ser reconhecido e/ou não ter uma boa remuneração significam fracasso. 

Nas profissões pertencentes às cadeias produtivas mais tradicionais da economia, esta noção parece ainda predominar. Mas esta é uma noção que está sofrendo uma transformação. Se as gerações passadas preocupavam-se, prioritariamente, com estabilidade, reconhecimento e remuneração, as gerações de hoje, desde o início de sua vida profissional, preocupam-se em trabalhar em atividades que simultaneamente à produção do seu sustento também proporcionem prazer, autonomia, qualidade de vida, exercício da ética, desenvolvimento e/ou desafios. Fazer o que se gosta, trabalhar um número de horas que facilite a realização de outras atividades, atuar em prol de uma causa que beneficie a coletividade, buscar novos aprendizados ou buscar superar limites também passam a ser medidas de sucesso. 

Segundo o estudo “The Next Normal: um olhar sem precedentes sobre a Geração Millennial”, a geração dos “millenials” que abrange 2,5 bilhões de pessoas de nove a trinta anos (o equivalente a 1/3 da população mundial), está redefinindo o conceito de sucesso. De acordo com Adriana Pascale, a gerente da pesquisa, “[...] eles aproveitam o caminho até atingi-lo”. 

Até as empresas já estão incluindo novas medidas de sucesso em suas agendas. A reportagem “Movimento de empresas do bem chega ao Brasil”, publicada na revista “Pequenas Empresas, Grandes Negócios”, registrou a chegada do “Sistema B” em 2013, uma iniciativa para reconhecer e identificar empresas que estão preocupadas em desenvolver produtos e serviços que contribuem para a resolução de problemas socioambientais. 

Uma vez que estas novas medidas de sucesso afetam as relações no mercado de trabalho, a antiga noção de carreira profissional começa a perder terreno. A ideia de desenvolver uma seqüência de trabalhos, no âmbito de uma mesma profissão, muitas vezes em uma mesma organização, visando à obtenção de maior reconhecimento e melhor remuneração, dá lugar a diferentes caminhos. 

Acredito que cada carreira profissional é um conjunto de processos único e singular, sujeito a inúmeras incertezas, tal qual ocorre com a vida de uma pessoa. Pessoas com históricos de vida similares podem ter destinos totalmente diferentes em suas carreiras profissionais, pelo fato de estarem sob influência das mais diversas variáveis. 

Dentre as variáveis que possuem forte influência sobre a condução de uma carreira profissional encontram-se as escolhas, as decisões. Decidir no momento oportuno que objetivos devem ser perseguidos, decidir quais aprendizados devem ser construídos, decidir quais arranjos de recursos devem ser articulados e mobilizados, decidir que rede de alianças deve ser estabelecida, são apenas alguns exemplos de processos decisórios com os quais todos os profissionais se deparam inúmeras vezes ao longo de sua vida profissional. Alguns tomarão decisões que terão efeitos multiplicadores, que potencializarão seus pontos fortes. Outros farão escolhas que podem não contribuir com a busca de seus objetivos. 

A capacidade de tomar decisões construtivas para a carreira profissional pode ser melhor desenvolvida através da união do aprendizado proporcionado pelo exercício da profissão com estudos científicos.

[fim da transcrição]


E você, já se perguntou o que é o sucesso para você?



[Nossa audiência: este blog já recebeu 647.782 visualizações de páginas. Mês passado teve 6.341 visualizações de páginas]


[Gostou do conteúdo? Comente para pessoas que tenham interesse no tema e divulgue no seu mailing e redes sociais. Obrigado! Se você achar que o texto não ficou claro, envie sugestões de melhorias para alebarreto@gmail.com Quero aprender com você. Cadastre-se e receba conteúdos enviando seu e-mail para alebarreto@gmail.com]



Leia sem pressa, também:


livro 'Carreira Artística e Criativa"





**************************************

tags: Ana Vilela, Trem Bala, sucesso no emprego, sucesso pessoal, carreira profissional - planejamento, carreira criativa, economia criativa e negócios, gestão de carreira

quarta-feira, fevereiro 15, 2017

Você tem acompanhado a gestão de sua carreira?


Atitudes podem contribuir com o desenvolvimento de sua carreira




Por Alê Barreto
Uma pessoa que dissemina conhecimentos e atua em redes para promover mudanças





É bastante comum vermos pessoas falando que "não há concorrência, o meu concorrente sou eu mesmo". Discordo desse pensamento. Você pode até decidir não prestar atenção na concorrência, mas ela existe e interfere no mercado que você atua. E "lei de atração" ou qualquer outro tipo de crença metafísica não vai impedir você de receber os efeitos da concorrência. Isso se aplica para pessoas e organizações.

Se você acredita que sua vontade de pintar, desenhar, tirar fotos, fazer esculturas, grafites, atuar no teatro, na TV, subir aos palcos, depende só de você, não se iluda. Não depende só de você. Claro que sem vontade, ninguém chega a lugar nenhum. Mas só vontade não basta. Você não é o único que tem essa vontade. Já parou para pensar quantas pessoas no mundo inteiro sonham em trabalhar com isso? Como se diferenciar no meio de uma multidão de pessoas talentosas, todas buscando um lugar ao sol?

No novo livro "Carreira Artística e Criativa", uma das 7 atitudes que influenciam a boa gestão da carreira que eu recomendo é "ter um acompanhamento de gestão de carreira". Isso não é fórmula de sucesso. Não acredito em fórmulas. Essa atitude é uma constatação prática. E que possui vários depoimentos que confirmam a sua importância.

Como exemplo disso, fiz uma citação no livro "Carreira Artística e Criativa" de um trecho do texto "Aspectos artísticos, técnicos e profissionais na construção da carreira das estrelas/intérpretes da axé music", escrito por Marilda Santanna, que comenta as carreiras de Daniela Mercury, Ivete Sangalo e Margareth Menezes:

"(...) ao longo de suas carreiras, cada uma foi alçando vôos solo, de forma a assumir o seu negócio como "donas", criando blocos e produtoras para que pudessem gerenciar mais de perto o seu produto artístico. Tornaram-se artistas-empresárias não só gerenciando suas carreiras individuais, mas outros grupos e outros negócios fora do ambiente da música" (SANTANNA, 2009, p. 219).

É importante também perceber que ter um acompanhamento de gestão de carreira não é somente algo para celebridades ou para quem já atingiu um determinado patamar. É algo para se ter o mais cedo possível.

Acompanhar a gestão de uma carreira é planejar, realizar, medir o quanto se obteve de resultado, corrigir falhas e voltar a planejar, realizar, medir, etc. É um ciclo contínuo.

Não se iluda que gerenciar uma carreira é passar o dia pesquisando na internet locais para se apresentar. Ou passar a tarde pintando em um ateliê. Acompanhar a gestão de uma carreira é algo que exige tempo, conhecimento e uma infraestrutura.

Você tem clareza sobre a quem se destina o seu trabalho? Como é o comportamento de consumo das pessoas a quem se destina o seu trabalho? Quem são os outros profissionais que oferecem serviços para as mesmas pessoas a quem se destina o seu trabalho? Quanto você fatura mensalmente com o seu trabalho? Quanto você investe mensalmente no seu trabalho? Qual é a despesa mensal com a infraestrutura do seu trabalho?

Pense bem: você tem acompanhado a gestão de sua carreira?



[Gostou do conteúdo? Comente para pessoas que tenham interesse no tema e divulgue no seu mailing e redes sociais. Obrigado! Se você achar que o texto não ficou claro, envie sugestões de melhorias para alebarreto@gmail.com Quero aprender com você. Cadastre-se e receba conteúdos enviando seu e-mail para alebarreto@gmail.com]



Leia sem pressa, também:


livro 'Carreira Artística e Criativa"


livro "As donas do canto: o sucesso das estrelas-intérpretes do Carnaval de Salvador" de Marilda Santanna




**************************************

tags: carreira artística e criativa, administração, sucesso no emprego, sucesso pessoal, carreira profissional - planejamento, carreira criativa, economia criativa e negócios, gestão de carreira 

segunda-feira, fevereiro 13, 2017

Os mistérios do ofício de atriz


Fernanda Montenegro na nova temporada de Sangue Latino






Por Alê Barreto
Uma pessoa que dissemina conhecimentos e atua em redes para promover mudanças




Em meu novo livro "Carreira Artística e Criativa", faço um questionamento: existe carreira artística e criativa no Brasil? A pergunta busca sacudir a ideia de que no Brasil não é possível se trabalhar com arte e cultura. Isso não é verdade. Existe sim. Mas um dos fatores que dificulta o trabalho é que o conhecimento de informações sobre estas carreiras ainda é muito recente.

Não bastasse isso, temos uma outra questão que precisa ser encarada de frente por quem deseja trabalhar nos setores da Economia Criativa: na prática, a maior parte dos mercados são oligopólios, ou seja, apresentam muitas barreiras à entrada de novos profissionais e forte concorrência entre já está estabelecido. Fim do mundo? Motivo para desistir? Não. Motivo para em busca de informações.

Uma das fontes que ajuda são as reportagens e entrevistas. Contudo, há que se ter cuidado: nem toda reportagem e entrevista fornece informações úteis para a construção de sua carreira.

Eu aponto livro algumas fontes. Uma delas é o programa "Sangue Latino", apresentado no Canal Brasil por Eric Nepomuceno.

Aproveite e assista o primeiro episódio da próxima temporada, no qual Fernanda Montenegro fala dos mistérios do ofício de atriz.




[Gostou do conteúdo? Comente para pessoas que tenham interesse no tema e divulgue no seu mailing e redes sociais. Obrigado! Se você achar que o texto não ficou claro, envie sugestões de melhorias para alebarreto@gmail.com Quero aprender com você. Cadastre-se e receba conteúdos enviando seu e-mail para alebarreto@gmail.com]



Leia sem pressa, também:


livro 'Carreira Artística e Criativa"




**************************************

tags: carreira artistica e criativa, Fernanda Montenegro, informações sobre carreiras, Eric Nepomuceno, programa Sangue Latino, ofício de atriz, carreira de ator, carreira criativa

sábado, fevereiro 11, 2017

Inovação precisa ir além da estética. Precisamos inovar na distribuição, comercialização e consumo dos serviços.


MoviePass está inovando no conceito de ir ao cinema




Por Alê Barreto
Uma pessoa que dissemina conhecimentos e atua em redes para promover mudanças



Falar que o brasileiro, que a cultura brasileira ou que a arte brasileira são repletos de diversidade, criatividade e inovação já virou lugar comum. Os poucos que se atrevem a discordar desta unanimidade, na melhor hipótese, são condenados a uma espécie de prisão na Sibéria do esquecimento. Na pior hipótese, primeiro são linchados virtualmente no Facebook, Twitter, Instagram, para depois serem condenados a Sibéria do esquecimento. Vou me arriscar a falar sobre este assunto. Por favor, não me mande para Sibéria e nem me linche. Estou apenas conversando.

Se você observar, somos os reis da participação em redes sociais. Mas nenhuma destas rede sociais que hoje somos reis da participação estão sob controle de empresários brasileiros. O que chamam hoje de "ápice" do ecossistema de inovação do mundo, está onde? Vale do Silício, EUA.

Face a isso, alguns adotam a postura "vamos nos aliar a eles". Sim, concordo. Temos que aproveitar a tecnologia que já é produzida em outros países. Mas está também na hora de criarmos de uma vez por toda, em cada estado do Brasil, centros permanentes de pesquisa em inovação.

Quando falo em inovação, não falo só de tubos de ensaio, de aceleradores de partículas ou de usinas nucleares. Falo de inovação em distribuição, comercialização e consumo. A maioria dos modelos de negócio existentes no Brasil, inclusive nos setores de arte, comunicação, cultura e entretenimento, não dão conta do potencial do nosso jeito brasileiro de consumir. Acabamos por adotar para nosso mercado interno algo que oscila entre muito básico (com escassas opções e benefícios) ou o que é adotado em outros países. Do mais simples ao mais complexo. Um bom exemplo disso é o táxi. Sempre teve problemas esse serviço no Brasil. Desenvolvemos uma tecnologia para melhorar e poder desenvolver o uso do serviço? Não. Perdemos esta oportunidade. Adotamos o Uber, porque não se investiu no passado em pesquisa sobre distribuição, comercialização e consumo de serviços no Brasil.

Falando de serviços, vejamos o caso do cinema. É inegável que o cinema produzido no Brasil deu um salto de qualidade muito grande. Vários fatores contribuíram para isso. Mas produção é uma coisa, distribuição, comercialização e consumo, é outra. Quem se dedica hoje a pesquisar inovação na distribuição, comercialização e consumo de filmes, por exemplo?

Enquanto você pensa na resposta, imagine o seguinte: nos EUA onde praticamente reside o controle absoluto de distribuição de conteúdo para salas de cinema, TV e internet, há poucos dias um executivo falou em entrevista ao Estadão que "o cinema parou de inovar". Era Mitche Lowe, um dos primeiros executivos do Netflix que agora está à frente do MoviePass. Este novo serviço é similar ao Netflix, mas a diferença é que você paga uma assinatura e assiste os filmes no cinema.

Enquanto sentamos muitas vezes em seminários, debates, mesa de bar e redes sociais para falar sobre o que falta para dinamizar o mercado brasileiro, nos EUA, onde o mercado já está dinamizado, a inovação segue a todo vapor.

Nossas expressões artísticas e culturais, sem dúvida, são inovadoras. Temos um olhar criador muito inovador. Mas a inovação precisa ir além da estética. Precisamos inovar na distribuição, comercialização e consumo dos serviços.



[Gostou do conteúdo? Comente para pessoas que tenham interesse no tema e divulgue no seu mailing e redes sociais. Obrigado! Se você achar que o texto não ficou claro, envie sugestões de melhorias para alebarreto@gmail.com Quero aprender com você. Cadastre-se e receba conteúdos enviando seu e-mail para alebarreto@gmail.com]




Leia sem pressa, também: 


O cinema parou de inovar como negócio




**************************************

tags: conteúdo para salas de cinema, TV e internet, Estadão, Mitche Lowe, Netflix, MoviePass, inovação, inovação no Brasil, inovação em serviços no Brasil, distribuição de serviços no Brasil, comercialização de serviços no Brasil, consumo de serviços no Brasil

quinta-feira, fevereiro 09, 2017

"A cultura não é algo que possa ser considerado supérfluo", afirma Roberto Freire, novo Ministro da Cultura


Roberto Freire aposta no incentivo ao livro e à leitura



Por Alê Barreto
Uma pessoa que dissemina conhecimentos e atua em redes para promover mudanças



"A cultura não é algo que possa ser considerado supérfluo". Esta frase me chamou atenção ao assistir Roberto Freire no programa "É Notícia" do Uol. A fala do ministro parece trazer um sopro de esperança para uma retomada da gestão pública das atividades culturais no país, nestes tempos de crise.








Mesmo sabendo que continua sendo uma das pastas com menos recursos no orçamento da União, o posicionamento do ministro é importante num momento em que estados extinguem fundações, TV e rádio públicas e secretarias são fusionadas à outras pastas.




Luciana Modé, coordenadora do Observatório Itaú Cultural, falou
no programa "Repórter São Paulo" sobre seminário promovido para discutir a Economia da Cultura



Roberto Freire falou também sobre a retomada dos trabalhos de mensuração da Economia da Cultura no Brasil. Veja o que existe de pesquisas e indicadores da cultura).e assista a palestra da especialista Cristina Lins.






Outra boa notícia é o entusiasmo do ministro com a leitura. Roberto enfatizou a importância de se incentivar mais o livro e à leitura. Por fim, abordou também temas polêmicos, como o fim do Ministério da Cultura, o episódio da saída do Ministro Marcelo Calero e impactos da delação da Odebrecht no atual governo federal.


Assista a entrevista do Ministro Roberto Freire.



Nota importante: este blog não tem vinculação com partidos políticos ou governos.



[Gostou do conteúdo? Comente para pessoas que tenham interesse no tema e divulgue no seu mailing e redes sociais. Obrigado! Se você achar que o texto não ficou claro, envie sugestões de melhorias para alebarreto@gmail.com Quero aprender com você. Cadastre-se e receba conteúdos enviando seu e-mail para alebarreto@gmail.com]





**************************************

tags: Ministério da Cultura, Roberto Freire, Políticas Públicas de Cultura, Economia da Cultura, incentivo ao livro e à leitura, Itaú Cultural, Observatório Itaú Cultural

quarta-feira, fevereiro 08, 2017

Experimente escrever


Sting fala no TED como começou a escrever músicas novamente




Por Alê Barreto
Uma pessoa que dissemina conhecimentos e atua em redes para promover mudanças



Cresce a cada dia o hábito de ocupar a cabeça com leitura. Lemos nossas telas de smartphones o tempo todo. Lemos a tela da TV. Lemos anúncios. Lemos placas de sinalização. Lemos todo o tipo de informação que nos chega. Ocupamos boa parte do nosso tempo lendo.


Toda essa leitura gera milhares de pensamentos. Nem chegamos a terminar de pensar sobre alguma coisa e já vamos para o próximo pensamento. Aí chega uma hora que cansamos de pensar. É quando ocorre o congestionamento de pensamentos, a “hora do rush” em nosso cérebro.


O esgotamento, o cansaço da leitura constante e o turbilhão de pensamentos provocados pela conectividade, simultaneidade e instantaneidade do admirável mundo novo digital, está liquidando com o nosso tempo livre, aquele de não fazer nada. O professor Mario Sergio Cortella fala sobre isso no livro “A Era da Curadoria”. Está praticamente entrando em extinção os momentos de “não ter o que fazer”. O tempo todo, as pessoas estão lendo, sem pausa, sem trégua.


Lembro de uma época em que chegar num aeroporto, rodoviária, consultório médico, era a certeza de participar de uma inesperada conversa. Hoje é a certeza de ver gente lendo, manipulando ansiosamente telefones e tablets. Nem vou falar sobre a qualidade do que está sendo lido. Isso já é assunto para outro texto.


Ler o tempo todo ocupa todo o nosso tempo. Ao ocupar todo nosso tempo, ficamos sem tempo para criar. E criar não é só uma necessidade das pessoas que trabalham nos setores da Economia Criativa (arte, cultura, entretenimento). Criar é uma necessidade de todos.


Todo mundo já pensou em criar alguma coisa que não faz parte de sua rotina. Uma viagem. Fazer um evento. Realizar uma atividade voluntária. Participar mais ativamente na política. Cuidar de um sítio. Montar uma banda de rock. Cantar em um coral. Escrever um livro.


A única maneira de dar vazão a esta criatividade é diminuir o ritmo da leitura do que não muda nada em sua vida e começar a trazer as ideias para o papel ou para tela do computador.


Experimente escrever.




[Gostou do conteúdo? Comente para pessoas que tenham interesse no tema e divulgue no seu mailing e redes sociais. Obrigado! Se você achar que o texto não ficou claro, envie sugestões de melhorias para alebarreto@gmail.com Quero aprender com você. Cadastre-se e receba conteúdos enviando seu e-mail para alebarreto@gmail.com]




Assista sem pressa, também: 


Palestra "A Era da Curadoria: O que Importa é Saber o que Importa" de Mario Sergio Cortella no Café Filosófico CPFL

Assista também a palestra de Sting no TED Talks Vancouver BC, março de 2014. 

(Os primeiros anos da vida de Sting foram dominados por um estaleiro -- e ele sonhava com nada menos que escapar da labuta industrial. Mas depois de uma crise de bloqueio criativo que se estendeu por anos, Sting se encontrou canalizando em material musical as histórias dos trabalhadores do estaleiro que conheceu durante sua juventude. Numa palestra lírica e confessional, Sting nos serve músicas de seu próximo musical, e um bis de "Message in a Bottle".)



**************************************

tags: A Era da Curadoria, aprender a escrever, Gilberto Dimenstein, Mario Sergio Cortella, Message in a Bottle, Sting, Ted Talks, Vancouver BC

terça-feira, fevereiro 07, 2017

Você aumenta sua chance de sucesso em vendas quando realiza uma boa abordagem





Por Alê Barreto
Uma pessoa que dissemina conhecimentos e atua em redes para promover mudanças


Se você está de alguma forma acompanhando as redes sociais, em especial o Facebook, já deve ter percebido que em qualquer direção que você olhe, vai encontrar postagens ou anúncios impulsionados oferecendo “livros gratuitos”, “dicas para sua saúde”, “métodos para ser um líder de sucesso”, “maneiras de fazer com que seus vídeos no YouTube recebam milhões de visualizações”, “o jeito certo de enriquecer” e por aí vai. Ícaro de Carvalho fala muito bem sobre isso no texto "Por que a indústria do empreendedorismo de palco irá destruir você", publicado no Medium.


Para quem é adolescente ou jovem, de fato, os tais "métodos" são uma novidade. Mas se você já está passou dos 40, já deve ter percebido que são novas versões de antigos sistemas de vendas que são verdadeiras lavagens cerebrais. Nos anos 90 foram muito utilizados para forçar as pessoas a comprar cosméticos, clubes de turismo, assinaturas de jornais e revistas, cursos de inglês, seguros, planos de saúde, cartões de crédito, etc. Lembram da Amway? Estes sistemas se ampliaram e hoje em dia são utilizados para vender quase tudo que você possa imaginar. O que todos tem em comum: prometem que se você seguir suas instruções, irá ficar rico.

Eu vou lhe sugerir um método que não tem nada de milagroso, que não promete vendas rápidas, muito menos que você vai ficar rico. A única coisa que posso garantir é que você poderá fazer algo diferente, de maneira acessível e econômica. E ao fazer algo diferente, poderá se diferenciar de uma grande massa de pessoas que segue as modas existentes.

O método que vou lhe sugerir é descobrir a sua maneira natural de abordar as pessoas. Se você já leu sobre vendas, poderá pensar “primeiro vem o planejamento”. Sim, você está certo. Mas estou sugerindo uma abordagem muito prática, que evita as procrastinações que infindáveis ações de planejamento podem desencadear. Repetindo: experimente descobrir a sua maneira natural de abordar as pessoas. Como você aborda seus amigos? Como aborda colegas de trabalho? Como aborda pessoas na rua quando está buscando informações? Perceber como você se comunica com as pessoas, vai lhe dar muitas pistas sobre o que você já faz naturalmente, que traz bons resultados para a sua vida e pode ser ampliado. 

Todas as vezes que consigo me desapegar da multidão de informações que habitam minha mente sobre “como vender” e escuto minha voz interior, consigo naturalmente realizar uma boa abordagem, aquela que não soa artificial, que não fico repetindo como um robô o que todos repetem. Toda vez que me dou a oportunidade de falar com as pessoas naturalmente, vendo muito mais. E mesmo quando não vendo, aprendo mais rapidamente o que necessita melhorar na minha comunicação para começar a vender mais e deixo uma boa impressão nas pessoas. 

Se você já usa recursos automatizados de promoção de venda, como e-mail marketing, por exemplo, não precisa abandoná-los. Mas repense a forma como vem utilizando. Se você está copiando textos prontos e repetindo mecanicamente, avalie: está realmente despertando a atenção das pessoas? Quando você faz um disparo de e-mail para uma lista de endereços, oferecendo um show, isso está surtindo efeito? Quando você posta um conteúdo em rede social, ele provoca reação nas pessoas? Você já experimentou ver a diferença entre enviar um anúncio e fazer um vídeo oferecendo um espetáculo?

Não gaste seu tempo apostando em “fórmulas de sucesso”. Acredite na sua capacidade de utilizar um recurso que dificilmente será copiado e utilizado por outras pessoas: o seu jeito único de se comunicar com as pessoas.

Lembre: você aumenta sua chance de sucesso em vendas quando realiza uma boa abordagem. E boa abordagem começa com ser natural em sua comunicação.



[Gostou do conteúdo? Comente para pessoas que tenham interesse no tema e divulgue no seu mailing e redes sociais. Obrigado! Se você achar que o texto não ficou claro, envie sugestões de melhorias para alebarreto@gmail.com Quero aprender com você. Cadastre-se e receba conteúdos enviando seu e-mail para alebarreto@gmail.com]



Leia também: Pare de reclamar de falta de dinheiro e aprenda a vender



**************************************

tags: agenciamento artístico, aprender a vender, Booking, gerar recursos próprios, venda de apresentações, venda de espetáculos, venda de shows, vender shows

domingo, fevereiro 05, 2017

O que faz o Produtor Independente?



Recebendo a atriz e diretora de cinema Malu Mader e o músico e escritor Tony Bellotto

no espetáculo "Domando a Megera" do Grupo Nós do Morro no Rio de Janeiro






Por Alê Barreto
Uma pessoa que dissemina conhecimentos e atua em redes para promover mudanças



Este texto não é uma resposta genérica a tudo que qualquer produtor independente faz ou pode fazer. Trata-se de um texto em que falo sobre mim, sobre o que faço ou posso fazer.

Segundo a tradição chinesa, o ano novo começou dia 28 de janeiro. A chegada do ano novo chinês coincidiu com o fim das minhas férias. Então, além de retornar às minhas atividades, hoje é um dia de transformação.

Quanto falamos em transformação, pensamos quase que automaticamente em grandes ações. Há um hábito de se pensar a importância das ações de acordo com a atenção que possam despertar no meio social em que vivemos ou nas redes sociais. Damos pouca atenção para as pequenas ações. Mais raro ainda é pensarmos na importância das micro ações, apesar destas serem o DNA das transformações.

As transformações são processos que começam muito antes das ações e das pequenas ações. Começam com as micro ações. Uma árvore gigantesca cresce não apenas pela pequena ação do plantio, que é extremamente importante, mas cresce porque ao longo dos minutos, horas, dias, semanas, meses, anos, milhares de micro ações acontecem e impulsionam o seu desenvolvimento.

Nas carreiras artísticas e criativas, as transformações são vistas quando relacionadas aos grandes marcos, como lançamento de um livro, gravação de um álbum musical, abertura de uma exposição, aparição na TV, rádio, jornais. Todas estas ações só são possíveis quando um universo de micro ações tem início.

Acreditando que num cenário de crise devemos aumentar nosso esforço e investimento, vou começar 2017 buscando aprender mais sobre como comunicar meu trabalho.

Na busca de agregar mais valor para parceiros e organizações, resolvi iniciar meu ano novo chinês com a micro ação de falar o que eu faço e falar um pouco sobre o que já fiz. É algo simples. A ideia é estimular diálogos, novas parcerias, novos trabalhos.


Leia mais.



O que faz o Produtor Independente?


Muita gente acha que para alguém avançar em sua carreira profissional é preciso fazer bem somente uma única coisa. Dedicar toda vida somente a uma única atividade.

Muita gente acha que é preciso saber qual é a principal paixão da sua vida e a partir dela decidir somente fazer coisas relacionadas à sua paixão.

Muita gente acha que flexibilidade, adaptação, capacidade de aprender de forma permanente, vontade de encarar desafios e percepção de oportunidades são valores importantes para se construir uma carreira profissional. Eu sou uma dessas pessoas. Por isso, hoje sou consultor, professor, gestor de projetos e produtor independente. Amanhã poderei atuar em setores administrativos, ser funcionário público, trabalhar como funcionário de um departamento de marketing, dar aula em uma faculdade, estudar para ser advogado e muitas outras atividades. Minha trajetória de vida, experiências profissionais, formação em administração, atuação em vários setores da economia e meus valores me proporcionam essa liberdade.


Produção de conteúdo e disseminação do conhecimento


Desde 2006 me dedico a atividades educativas para difundir conhecimentos de organização, produção e gestão. A partir de 2009 comecei a ministrar atividades formativas presenciais.

Muitas destas atividades foram ministradas através de parcerias com conceituadas instituições como Grupo Nós do Morro (RJ), Fórum Internacional do Software Livre (RS), graduação em Gestão Cultural da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (RS), a Incubadora de Arte e Cultura do Centro de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Universidade de Brasília (DF), Espaço Cultural Mapati (DF), Instituto Cervantes (MG), Espaço Cultural Letras e Ponto (MG), Galpão Cine Horto (MG), Santander Cultural (RS), Centro Cultural Justiça Federal (RJ), SESC Rio, SP Escola de Teatro (SP), Secretaria de Estado da Cultura de Goiás (GO), Itaú Cultural (SP), Ministério da Cultura (DF), Aliança Francesa (BA), Rio Criativo (RJ) e Rede Acreana de Cultura (formada pelo Serviço Sebrae AC, Fundação de Cultura e Comunicação Elias Mansour, Fundação Municipal de Cultura Garibaldi Brasil, Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, Sesc Rio Branco, Sesi, Centro de Multimeios, Universidade Federal do Acre e representação do Ministério da Cultura em Rio Branco).

Hoje mais de 800 pessoas já participaram de 40 atividades formativas nos estados do Rio de Janeiro, Distrito Federal, Goiás, Acre, Rio Grande do Sul, Espírito Santo, São Paulo, Sergipe, Maranhão e Minas Gerais.


Um pequeno resumo desta caminhada:





- criação do blog "Produtor Cultural Independente" em 2006, que passou a se chamar apenas "Produtor Independente", uma plataforma onde há dez anos é compartilhado conhecimento sobre gestão e produção cultural, cultura, entretenimento, artes. O blog faz parte da Blogosfera do Programa de Gestão Cultural da Universidade de Barcelona;





Livro "Aprenda a Organizar o Show" recomendado no jornal O Globo



- lançamento do livro "Aprenda a Organizar um Show", lançado de forma livre e gratuita na plataforma do portal colaborativo Overmundo em 2007 (mais de 26 mil downloads);






- entrevista concedida para a reportagem "O que faz um show dar certo ou errado", realizada pelo jornalista Fausto Coimbra, capa do Caderno Dois do Jornal "Tribuna de Minas", de Juiz de Fora, Minas Gerais, em 2010;






- artigo "O Desafio da Formação da Rede" na revista "Cultura em Rede: a experiência da Rede Acreana de Cultura", onde fala sobre o trabalho de formação realizado com artistas e produtores do Estado do Acre nos anos de 2009 e 2010;





- curso de extensão "Aprenda a Organizar um Show" realizado em parceria com o curo de graduação em gestão cultural da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) em 2010;






- entrevista para a matéria "A experiência de jovens músicos no mercado de bares, restaurantes e casas de show" publicada na Revista Nós n.5 do programa Rede Cultura Jovem do Espírito Santo, realizada por Adriano Zucolotto Martins, Eduardo Lucas da Silva, Gabriela Costa e Sâmya Leviori, em 2012;






aula "Começar a fazer: caminhos e disputas no exercício da gestão e da produção cultural" no Programa de Capacitação em Projetos Culturais, em Brasília, em julho de 2012, ação formativa desenvolvida pelo Ministério da Cultura (Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura e Diretoria de Direitos Intelectuais da Secretaria de Políticas Culturais) (DDI/SPC), SESI e Itaú Cultural;

O Programa de Capacitação em Projetos Culturais teve como objetivo oferecer conteúdo prático e teórico para atuação na área cultural, envolvendo a compreensão das diversas dimensões que permeiam as atividades dos profissionais que atuam no setor, a fim de qualificar os participantes para planejar e gerir projetos e produtos culturais, além de obter financiamento. Veja a avaliação do encontro realizada pela Fundação Getúlio Vargas.






- artigo “Elementos para se pensar uma carreira profissional artística e criativa” publicado na revista acadêmica Cadernos do CEOM (Centro de Memória do Oeste de Santa Catarina), número 39, da Universidade Comunitária de Chapecó (SC) UNOCHAPECÓ, edição especial sobre os temas Economia Criativa e Economia da Cultura em dezembro de 2013;






- entrevista "O setor de cultura precisa se organizar" concedida para o caderno de cultura do jornal "A Tarde" de Salvador, em outubro de 2013;






palestrante da Semana de Gestão e Políticas Culturais de Belo Horizonte (MG) em 2014, para o qual foram convidados professores e gestores culturais do Ceará, Bahia, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Entre os convidados estavam Albino Rubim, José Marcio Barros, Bernardo da Mata Machado, Isaura Botelho, Ana Paula do Val e Humberto Cunha.







- debatedor no seminário "Geografia da Criatividade" promovida pelo SEBRAE Goiás em 2015;







- palestra e oficina sobre "Carreiras Artísticas e Criativas" na III Semana da Inovação, Economia Criativa e Digital do Estado do Acre na Uninorte em Rio Branco;







- oficina "Gestão de Carreiras Criativas" realizada em parceria com a Rio Criativo em 2015;








- entrevista concedida para a matéria "Produção cultural movimenta economia e cria oportunidades no mercado de trabalho" do Jornal Extra (extra.globo.com), Rio de Janeiro, maio de 2016;










lançamento do livro "Carreira Artística e Criativa", primeiro lançamento do selo Produtor Independente;





- apresentação do trabalho do Produtor Independente na mesa "Experiências de Produção Independente" juntamente com Alemberg Quindins (Fundação Casa Grande) e Eduardo Felix (Grupo Pigmalião) no seminário "Outros Olhares: Produção Cultural e Sustentabilidade na Latino América", na Vila das Artes em Fortaleza (CE), em 2016.





[Gostou do conteúdo? Comente para pessoas que tenham interesse no tema e divulgue no seu mailing e redes sociais. Obrigado! Se você achar que o texto não ficou claro, envie sugestões de melhorias para alebarreto@gmail.com Quero aprender com você. Cadastre-se e receba conteúdos enviando seu e-mail para alebarreto@gmail.com]





Produção de eventos culturais e de entretenimento

Montagem e logística de shows, espetáculos, festivais.


Alguns trabalhos realizados:



Acústico MTV Bandas Gaúchas


- serviços de produção executiva para Opus Promoções, empresa que produz entretenimento e espetáculos há quatro décadas em Porto Alegre, em shows regionais (Acústico MTV Bandas Gaúchas com Bidê ou Balde, Cachorro Grande, Wander Wildner e Ultramen), show nacionais (Marcelo D2, Paralamas do Sucesso, Ivete Sangalo), shows internacionais (Avril Lavigne, Steel Pulse, Scorpions, Whitesnake) e festivais (Claro que é Rock, Motomix, IBest Rock, Live n´ Louder).




Produção executiva e projetos


Alguns trabalhos já realizados:




Cláudio Lins



- produção executiva junto com Maria Braga Produções do show de lançamento do CD "Cara" (gravadora Biscoito Fino) de Cláudio Lins, Rio de Janeiro;


- direção de palco do show "Tarde da música afro-gaúcha" no Auditório Araújo Vianna, em Porto Alegre;



Livro "Rio: um olhar viajante"



- coordenação administrativa e gestão de leis de incentivo do projeto "Rio: um olhar viajante", da fotógrafa Mirian Fichtner, Rio de Janeiro;


- produção executiva do musical "Missa dos Quilombos", de , encenado pela Cia Ensaio Aberto, no Armazém da Utopia, Rio de Janeiro;

- produção executiva do livro e exposição "Nós do Morro 20 anos", no Espaço Furnas, Rio de Janeiro, juntamente com Martha Avelar da EmCartaz Empreendimentos Culturais;



Divulgação do projeto "Nós do Morro 20 anos"


- produção executiva do espetáculo "Machado a 3x4" do Grupo Nós do Morro, no Itaú Cultural, São Paulo, juntamente com Martha Avelar da EmCartaz Empreendimentos Culturais;



Nós do Morro em Londres em 2008


- pré-produção da temporada do espetáculo "Os Dois Cavalheiros de Verona" no Barbican, Londres.



Assessoria em gestão de carreiras artísticas e criativas

Assessoria em planejamento de carreira, produção executiva, contratos, estratégias de comunicação e agenciamento.


Alguns trabalhos já realizados:





Pearls Negras



- como gestor do Grupo Nós do Morro, prestou assessoria na organização da primeira etapa da carreira das Pearls Negras, juntamente com a advogada Paula Heleno Vergueiro, do escritório Siqueira Castro Advogados, durante o processo de contratação do grupo pelo selo inglês Bolabo Records (2013-2014). O grupo agora chama-se ABRONCA e atualmente está lançando o single "Chegando de assalto" pelo selo Heavy Baile Sounds, mesmo que lançou "Bandida" da MC Carol.




Pata de Elefante ao vivo no SESC em São Paulo



- empresário e produtor executivo da banda Pata de Elefante (2007-2008)







- produtor executivo da banda Bataclã FC (2005-2007).





[Gostou do conteúdo? Comente para pessoas que tenham interesse no tema e divulgue no seu mailing e redes sociais. Obrigado! Se você achar que o texto não ficou claro, envie sugestões de melhorias para alebarreto@gmail.com Quero aprender com você. Cadastre-se e receba conteúdos enviando seu e-mail para alebarreto@gmail.com]





Administração e apoio à gestão de empresas e organizações (ONGs)


Alguns trabalhos já realizados:





Escola de Música da Rocinha, favela da Rocinha, Rio de Janeiro - gestão e produção cultural durante o processo de implantação da Orquestra de Música da Rocinha, 2015.





Grupo Nós do Morro, favela do Vidigal, Rio de Janeiro - administrador, produtor executivo, gerente de projetos e conselheiro fiscal. Assessorou a diretoria no planejamento, processos de gestão da organização, projetos e na relação com governos, patrocinador, apoiadores e parceiros institucionais, por dois períodos: 2008 a 2009 e 2013 a 2015.







Observatório de Favelas, favela da Rocinha, Rio de Janeiro - gestão do projeto Solos Culturais (www.solosculturais.org.br), responsável pela articulação institucional junto a organizações governamentais e comunitárias parceiras do projeto, produção executiva das ações pedagógicas, artísticas e culturas, acompanhamento do processo educativo e de pesquisa, supervisão de pesquisa de campo e gestão do projeto, de fevereiro de 2012 a fevereiro de 2013.



[Gostou do conteúdo? Comente para pessoas que tenham interesse no tema e divulgue no seu mailing e redes sociais. Obrigado! Se você achar que o texto não ficou claro, envie sugestões de melhorias para alebarreto@gmail.com Quero aprender com você. Cadastre-se e receba conteúdos enviando seu e-mail para alebarreto@gmail.com]