sexta-feira, janeiro 13, 2017

Cresce a produção de conhecimento sobre a Economia da Cultura e Economia Criativa


Observatório de Economia Criativa do RS lança novo livro 





Por Alê Barreto *
alebarreto@gmail.com






Meu amigo Décio Coutinho, do SEBRAE Goiás, passou uma dica muita bacana no Facebook. O Observatório de Economia Criativa do RS (OBEC) divulgou dia 10 de janeiro a publicação do livro "Economia Criativa, Cultura e Políticas Públicas", organizado por Leandro Valiati e Gustavo Moller. A obra faz parte da coleção "Capacidade Estatal e Democracia", do Centro de Estudos Internacionais sobre Governo (CEGOV) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), organização que realiza estudos e pesquisas sobre a ação governamental, a partir de uma perspectiva comparada.

Os organizadores, OBEC, GT e CEGOV/UFRGS estão de parabéns pelo trabalho. Em tempos de dificuldade de entendimento da importância das atividades culturais e criativas para o desenvolvimento do país, a publicação chega em boa hora. Economia da cultura e economia criativa, indicadores e metodologias de avaliação, arranjos produtivos locais, microcrédito, empreendimentos culturais, comércio internacional, indústrias criativas, formas de organização do trabalho, incentivo e financiamento à cultura são temas tratados ao longo dos 13 capítulos da coletânea.


Acesse a publicação em https://goo.gl/4Q3PDy.


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Alexandre Barreto acredita que disseminar conhecimentos e atuar em redes são boas formas de se realizar mudanças. Em 2006 formou-se em Administração de Empresas e criou o blog Produtor Cultural Independente. Compartilhou seu primeiro livro Aprenda a Organizar um Show na internet, acessado por mais de 26 mil pessoas, e mudou-se para o Rio de Janeiro, onde trabalhou com artistas, ações, projetos e com organizações da sociedade civil como Grupo Nós do Morro, Instituto Ensaio Aberto (Armazém da Utopia), Observatório de Favelas e a Orquestra de Câmara da Rocinha, das quais continua parceiro. Desde 2009 realiza também ações formativas. Seus textos, cursos, workshops e palestras têm inspirado muitas pessoas no Brasil. Concluiu o MBA em Gestão Cultural e está divulgando Carreira Artística e Criativa, seu segundo livro, mais um fruto da relação amorosa e duradoura que tem com o universo artístico e da parceria com a Associação Brasileira de Gestão Cultural. Saiba mais



Tags: Décio Coutinho, SEBRAE Goiás, Observatório de Economia Criativa do RS, OBEC, Economia Criativa, Cultura, Políticas Públicas, Leandro Valiati, Gustavo Moller, Coleção Capacidade Estatal e Democracia, Centro de Estudos Internacionais sobre Governo, CEGOV, Economia da Cultura, Economia Criativa, arranjos produtivos locais, microcrédito, empreendimentos culturais, comércio internacional, indústrias criativas, formas de organização do trabalho, incentivo e financiamento à cultura

quarta-feira, janeiro 11, 2017

Amplie o seu repertório: visite a nova exposição do Museu de Folclore Edison Carneiro


O Museu de Folclore Edison Carneiro está com nova exposição 





Por Alê Barreto *
alebarreto@gmail.com






Se você acha que é importante estar em contato com livros, música, filmes, espetáculos de dança e tantas outras expressões da arte, agora é um momento especialmente importante. Os momentos de crise econômica são os momentos que mais podemos perceber a importância da cultura e da arte em nossas vidas. Infelizmente, nem todos aproveitam essa oportunidade. Em momentos de crise econômica, as pessoas tendem a "cortar despesas" de forma exagerada e acabam muitas vezes piorando sua situação. Quando cortamos despesas que permitem participarmos de ações artísticas, diminuímos nossa qualidade de vida, pois diminuímos as chances de enriquecer o nosso repertório cultural. 

Precisamos ampliar o nosso repertório em momentos de crise. Uma boa sugestão é você conhecer a nova exposição do Museu de Folclore Edison Carneiro.

Veja release elaborado pelo Setor de Difusão Cultural do Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular, enviado pela Beth Pena.


E o que é um objeto de museu sem as histórias que o cercam?

Os objetos e suas narrativas. Essa questão permeia toda a exposição de longa duração do Museu de Folclore Edison Carneiro e quer dialogar com o público sobre a polifonia dos objetos de sua coleção. Quer mostrar as diferentes vozes dos muitos segmentos sociais que dizem do folclore e da cultura popular a partir desses objetos.

Quem conta um conto aumenta um ponto, dizem por aí, para explicar as meias verdades ou os acréscimos que vamos fazendo, ao longo da vida, ao recontar uma história ou tentar interpretá-la aos nossos próprios olhos.

O ato de contar histórias é uma atividade das mais essenciais da vida humana. É uma forma de sobreviver à realidade, de ordenar o mundo à nossa volta e de construir, de certo modo, nossa memória.

Desse modo também se dá o processo de chegada de um objeto ao museu, as histórias que são contadas sobre ele, ou por ele, falam sobre as práticas e as relações sociais que lhe deram existência.

Esse objeto tem lá fora usos e significados, mas quando entra no museu, numa exposição, pode ganhar contornos diferentes ou explicações outras sobre sua existência.

A história contada por uma exposição, ainda que queira explicitar um argumento, não pode ser considerada definitiva ou única, nem reclamar para si a verdade.

O visitante vai encontrar, ao longo da exposição do Museu de Folclore, objetos que repousavam em nossas reservas técnicas. Guardavam com eles muitas histórias que pulsam e esperavam oportunidade para serem reveladas, contadas ou recontadas.

De um objeto podemos falar sobre como e por que foi recolhido e se tornou acervo. Ou sobre o papel que lhe foi atribuído em determinada exposição. Podemos falar do que é feito, de quem o produziu ou utilizou, do lugar ou da época de onde veio, ou ainda dos diversos significados que diferentes grupos sociais ou indivíduos reconhecem nele, por exemplo.

Assim, trazer o que se diz sobre um fragmento e sobre personagens como o saci e o lobisomem, bem como a voz dos poetas de cordel sobre seu próprio ofício e tantos outros temas, ou, ainda, o que dizem os grafiteiros sobre a cidade, ouvindo também o que a cidade tem a dizer sobre esses artistas dos muros, é procurar unir pontas para falar de museu e de cultura popular.

Esta mostra está em processo e as coleções apenas despontam. Mas aquilo que se diz dos objetos condensa aquilo que se diz do homem e do mundo, e essas narrativas compõem a criação de significados, estabelecidos na relação do homem com outros homens na tentativa de interpretar a realidade.

E se cada exposição é uma narrativa construída a partir das histórias sobre cada objeto somadas àquilo que ele suscita, propomos que o visitante olhe para um pedaço de nossa reserva técnica e pense sobre as inúmeras histórias possíveis de serem contadas.

Que nos conte outra.



O Museu e o Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular:
O Museu de Folclore Edison Carneiro abriga expressivo acervo representativo da cultura popular brasileira. Soma hoje cerca de 16 mil objetos de vários autores, técnicas e procedências abrigados em reservas técnicas. Sua criação data de 1968, embora seu acervo venha sendo constituído desde a década de 1950, pela Campanha de Defesa do Folclore Brasileiro.

O Museu pertence ao Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular (CNFCP), órgão federal criado em 1958 e que tem por missão promover ações que busquem, por meio de pesquisa e documentação, conhecer as realidades específicas em que ocorrem as mais diversas expressões do fazer brasileiro, procurando acompanhar as constantes transformações por que passam, bem como apoiar e difundir os processos culturais populares, propondo e conduzindo ações para sua promoção e difusão.


Serviço:
Nova exposição do Museu de Folclore
Museu de Folclore Edison Carneiro
Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular
Rua do Catete, 179 – Catete, Rio de Janeiro
Tel. 3826-4324
catendimento.cnfcp@iphan.gov.br


de terça a sexta, das 10 às 18h
sábados, domingos e feriados, das 15 às 18h
visitas de grupos com agendamento prévio

Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular – CNFCP
Instituto do Patrimônio Histórico, Artístico e Nacional – Iphan / Ministério da Cultura
www.cnfcp.gov.br
#museudefolclore
facebook/cnfcp

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Alexandre Barreto acredita que disseminar conhecimentos e atuar em redes são boas formas de se realizar mudanças. Em 2006 formou-se em Administração de Empresas e criou o blog Produtor Cultural Independente. Compartilhou seu primeiro livro Aprenda a Organizar um Show na internet, acessado por mais de 26 mil pessoas, e mudou-se para o Rio de Janeiro, onde trabalhou com artistas, ações, projetos e com organizações da sociedade civil como Grupo Nós do Morro, Instituto Ensaio Aberto (Armazém da Utopia), Observatório de Favelas e a Orquestra de Câmara da Rocinha, das quais continua parceiro. Desde 2009 realiza também ações formativas. Seus textos, cursos, workshops e palestras têm inspirado muitas pessoas no Brasil. Concluiu o MBA em Gestão Cultural e está divulgando Carreira Artística e Criativa, seu segundo livro, mais um fruto da relação amorosa e duradoura que tem com o universo artístico e da parceria com a Associação Brasileira de Gestão Cultural. Saiba mais



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Arnaldo Antunes utiliza muito bem as novas possibilidades da comunicação


Arnaldo Antunes distribui seu DVD em canal do Youtube




Por Alê Barreto *
alebarreto@gmail.com





Ainda falando sobre a atitude de distribuir conteúdos: Arnaldo Antunes utiliza muito bem as novas possibilidades da comunicação.


Em sua página do Facebook, Arnaldo Antunes distribui conteúdos que contribuem para divulgação de seus diferentes trabalhos.


Um ótimo exemplo foi a postagem realizada dia 09 de janeiro de 2017. Nela Arnaldo Antunes divulga o DVD "Ao Vivo Lá em Casa" (2010), que está hospedado no seu canal no YouTube.







Ao invés de deixar o excelente conteúdo lançado em 2010 apenas em catálogo para vendas, Arnaldo criou a possibilidade de mais pessoas conhecerem este álbum musical e também criou a possibilidade de ampliar o seu público.


Distribuir conteúdos é uma das atitudes que influenciam a boa gestão da carreira descritas no livro "Carreira Artística e Criativa", lançamento do selo Produtor Independente.



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segunda-feira, janeiro 09, 2017

Distribuir conteúdos: atitude que contribui para a boa gestão da carreira


Marcus Hadade escreveu um artigo sobre este tema no site da Endeavor Brasil



Por Alê Barreto *
alebarreto@gmail.com




Vamos começar a semana falando de carreira profissional. Em meu novo livro "Carreira Artística e Criativa", cito um trecho do artigo "Imagens de carreira: nove metáforas-chave" do pesquisador Kerr Inkson, que faz parte da obra "Transformações e transições nas carreiras: estudos nacionais e internacionais sobre o tema" organizada pela professora Zélia Miranda Kilimnik. 

O trecho é o seguinte: 


"(...) as metáforas podem auxiliar não só nossos pensamentos sobre alguma carreira em específico, [...] mas também o que pensamos a respeito das carreiras em geral. Isso implica tanto problemas quanto oportunidades. Um problema está no fato de que nossa preferência por uma metáfora em particular poderá restringir nossa capacidade de encarar as carreiras em termos de metáforas alternativas e igualmente plausíveis. Um segundo problema é que a metáfora pode ser usada para persuadir, enganar e induzir que algo seja visto da maneira errônea. Mas as metáforas também fornecem oportunidades. Elas não só expressam nossos pensamentos, mas também nos ajudam a estruturá-los. Escutar e visualizar metáforas cunhadas pelos outros, nos ajuda a ampliar nossa visão".


Me ocorreu pensar na seguinte metáfora: a carreira como uma estrada. Há vários tipos de carreiras, assim como existem vários tipos de estradas. Então vamos imaginar que as carreiras são como estradas. Tem a estrada "do menor esforço". Tem a estrada do "pensamento positivo". Tem a estrada da "louvação ao próprio talento". Tem a estrada "fazer somente atividades que já falaram que sempre terá demanda de mercado", independente de se ter prazer em fazer estas atividades. São inúmeras as estradas (carreiras) que podemos percorrer. Tem uma estrada que podemos chamar de "trocas importantes, que contribui de forma significativa para a promoção da sensação de harmonia, liberdade, reconhecimento, realização e felicidade.

A estrada das "trocas importantes" não é um caminho fácil. E também não é o caminho mais difícil do mundo. Mas ela possui uma característica que a diferencia de todas as outras estradas, que a torna única: ela não está pronta. É uma estrada que só aparece quando decidimos correr o risco de apostar em nossa própria capacidade e começamos a desenvolver atitudes. Uma destas atitudes é "distribuir conteúdos".

Talvez você pense que "distribuir conteúdos" é um assunto para jovens e estudantes, que possuem tempo livre para ficarem navegando em smartphones ou para empresas preocupadas em divulgar seus produtos, que possuem departamentos, profissionais e verbas de orçamento destinadas para esta finalidade. Independente do que você esteja pensando, independente de ter facilidade em lidar com essas novas tecnologias digitais, independente de possuir tempo livre, independente de ter estrutura e dinheiro para realizar isso, se você quer optar por andar com mais velocidade pela estrada das trocas importantes, comece a pensar na possibilidade de aprender a distribuir conteúdos.

Distribuir conteúdos, em primeiro lugar, é começar a habitar o mundo digital (sua presença digital), para onde cada vez mais convergem as diferentes formas de comunicação. Distribuir conteúdos é mostrar que você realiza um trabalho. Distribuir conteúdos é divulgar o trabalho que você realiza para pessoas e empresas. Distribuir conteúdos é mostrar que você não está parado. Distribuir conteúdos é mostrar que você está em movimento.

Não há fórmula pronta de como isso pode ser feito, mas a cada dia cresce o número de meios onde podem ser distribuídos conteúdos. Não há consenso se a distribuição de conteúdos deve ser cobrada diretamente ou indiretamente das pessoas, mas a cada dia cresce o número de pessoas que possuem o hábito de acessar conteúdos sistematicamente distribuídos.

Antes de pensar em querer avaliar a qualidade do que você faz, se pergunte: quais conteúdos eu distribuo? Em que canais distribuo estes conteúdos? Com que frequência distribuo estes conteúdos? Como posso fazer isso?

Se você não distribui conteúdos, se pergunte: quais conteúdos eu devo distribuir? Em que canais? Com que frequência? Como posso fazer isso?

Essa é uma atividade que, tanto do ponto de vista do planejamento, como do ponto de vista de sua execução, vai tomar uma parte do seu tempo. Se você dedicar muito tempo para distribuição de conteúdos, pode ter certeza que outras atividades em sua vida vão sofrer alterações no ritmo. Se você dedicar muito pouco tempo para distribuição de conteúdos, dificilmente vai conseguir aprender como a distribuição de conteúdos pode impulsionar sua carreira.

Distribuir conteúdos é uma das atitudes que influenciam a boa gestão da carreira descritas no livro "Carreira Artística e Criativa", lançamento do selo Produtor Independente.




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Alexandre Barreto acredita que disseminar conhecimentos e atuar em redes são boas formas de se realizar mudanças. Em 2006 formou-se em Administração de Empresas e criou o blog Produtor Cultural Independente. Compartilhou seu primeiro livro Aprenda a Organizar um Show na internet, acessado por mais de 26 mil pessoas, e mudou-se para o Rio de Janeiro, onde trabalhou com artistas, ações, projetos e com organizações da sociedade civil como Grupo Nós do Morro, Instituto Ensaio Aberto (Armazém da Utopia), Observatório de Favelas e a Orquestra de Câmara da Rocinha, das quais continua parceiro. Desde 2009 realiza também ações formativas. Seus textos, cursos, workshops e palestras têm inspirado muitas pessoas no Brasil. Concluiu o MBA em Gestão Cultural e está divulgando Carreira Artística e Criativa, seu segundo livro, mais um fruto da relação amorosa e duradoura que tem com o universo artístico e da parceria com a Associação Brasileira de Gestão Cultural. Saiba mais


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sábado, janeiro 07, 2017

Ler livros ajuda a não deixarmos atrofiar o nosso sentido da curiosidade


O escritor Umberto Eco nunca perdeu a curiosidade crítica 




Por Alê Barreto *
alebarreto@gmail.com



Este ano vocês vão ouvir eu falar bastante do ato de ler. Falei na postagem anterior sobre a pesquisa os hábitos de leitura dos brasileiros apresentados na pesquisa "Retratos da Leitura". 44% da população brasileira não lê. Mas no fundo, todos lêem. Estes 44% podem não estar lendo ou comprando livros, mas lêem. De que forma? Lêem o mundo através de TV, rádio e redes sociais.


Para melhorar a leitura do mundo, é importante ler livros e, de preferência, de vários autores. Ler livros ajuda a não deixarmos atrofiar o nosso sentido da curiosidade.

Experimente ler o livro "Número Zero" de Umberto Eco. Após ler, você nunca mais vai olhar as notícias que chegam até você do mesmo jeito que via antes.


Umberto Eco fala no Globo News Literatura sobre "Número Zero":







No Brasil, o livro "Número Zero" foi lançado pela editora Record.


Veja a sinopse:


O novo best-seller internacional de Umberto Eco. O romance que é um verdadeiro manual do mau jornalismo e dos tempos atuais


Um grupo de redatores, reunido ao acaso, prepara um jornal. Não se trata de um jornal informativo; seu objetivo é chantagear, difamar, prestar serviços duvidosos a seu editor. Um redator paranoico, vagando por uma Milão alucinada (ou alucinado numa Milão normal), reconstitui cinquenta anos de história sobre um cenário diabólico, que gira em torno do cadáver putrefato de um pseudo-Mussolini. Nas sombras, a Gladio, a loja maçônica P2, o assassinato do papa João Paulo I, o golpe de Estado de Junio Valerio Borghese, a CIA, os terroristas vermelhos manobrados pelos serviços secretos, vinte anos de atentados e cortinas de fumaça — um conjunto de fatos inexplicáveis que parecem inventados, até um documentário da BBC mostrar que são verídicos, ou que pelo menos estão sendo confessados por seus autores.



Um perfeito manual do mau jornalismo que o leitor percorre sem saber se foi inventado ou simplesmente gravado ao vivo. Uma história que se passa em 1992, na qual se prefiguram tantos mistérios e tantas loucuras dos vinte anos seguintes. Uma aventura amarga e grotesca que se desenrola na Europa do fim da Segunda Guerra até os dias de hoje.





Saiba mais sobre quem era Umberto Eco.



Leia também: Mais de 80 milhões de pessoas estão esperando seu projeto para começar a ler



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Tags: Umberto Eco, Número Zero, Editora Record, Globo News Literatura, importância de ler, leitura, leitura no Brasil, livro, livro no Brasil, retratos da leitura, mercado consumidor de livros, comportamento de consumo de leitores, brasileiros e a leitura

quinta-feira, janeiro 05, 2017

Como entender de forma ampla os setores artísticos, criativos e culturais?


Cristina Lins fala sobre estudos sobre Economia da Cultura



Por Alê Barreto *
alebarreto@gmail.com

Em dezembro foi disponibilizado na página do Fórum Brasileiro Pelos Direitos Culturais a excelente apresentação que a Cristina Lins fez no evento "Economia da Cultura: Caminhos para o Desenvolvimento" que aconteceu no Auditório do Ibirapuera, em São Paulo, em novembro de 2016. Cristina Lins é economista, mestre em estudos populacionais e pesquisas sociais pela Escola Nacional de Ciências Estatísticas, trabalhou no IBGE e consultora do Ministério da Cultura. Tive a oportunidade de ser seu aluno na disciplina "Pesquisa de Mercado e de Opinião" no MBA em Gestão Cultural na Universidade Cândido Mendes.


A apresentação "O Estado da Arte dos Estudos sobre Economia da Cultura" mostra um panorama com referências internacionais e o que tem sido feito no Brasil. Tem tradução para LIBRAS.



Clique aqui e acesse o vídeo da apresentação


Conheça a página do Fórum Brasileiro Pelos Direitos Culturais



Leia também: 

Mais de 80 milhões de pessoas estão esperando seu projeto para começar a ler



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Tags: Fórum Brasileiro Pelos Direitos Culturais, Cristina Lins, Economia da Cultura: Caminhos para o Desenvolvimento, Estatísticas Culturais, Números da Cultura, conta satélite da cultura

quarta-feira, janeiro 04, 2017

Mais de 80 milhões de pessoas estão esperando seu projeto para começar a ler


Clássicos da literatura como "O Cortiço" de Aluísio Azevedo estão à disposição
de passageiros de táxi em Porto Alegre




Por Alê Barreto *
alebarreto@gmail.com



Há poucos dias li no site do Estadão: "44% da população brasileira não lê e 30% nunca comprou um livro". A matéria é de 18 de maio de 2016. Uma p
esquisa ouviu 5.012 pessoas, alfabetizadas ou não, para saber quem leu, inteiro ou em partes, pelo menos 1 livro nos últimos 3 meses anteriores à pesquisa.


A matéria cita que a amostra da pesquisa representa, segundo o Ibope, 93% da população brasileira. Como nossa população é de 206 milhões de habitantes, segundo divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 1º de julho de 2016, a amostra da pesquisa deve estar abrangendo algo em torno de 191,5 milhões de brasileiros.

Para quem está pesquisando ideias para fazer projetos este ano, pode ter certeza que estímulo à leitura possui um grande potencial.

Se a parcela de 44% que declarou à pesquisa que não lê começar a ler, isso significa que mais de 80 milhões de pessoas começarão a ler. É muita gente. Se metade das pessoas que não lêem começarem a ler, significa que mais de 40 milhões de pessoas começarão a ler. Ainda é muita gente. Se apenas 5% das pessoas que não lêem começarem a ler, mais de 4 milhões de pessoas começarão a ler. Se 1% apenas começar a ler, serão 842 mil pessoas. É muita gente.

Como se estimula as pessoas a criarem e manterem o hábito da leitura? Existem muita formas. Basta você caminhar pela sua cidade para ver as oportunidades. Todas as filas que você enxerga com pessoas ansiosas, paradas, sem ter o que fazer, são potenciais locais de estímulo à leitura. Praças de alimentação de shoppings. Bancos. Repartições públicas. Consultórios de dentistas. Consultórios médicos. 


  

Uma iniciativa muito bacana aqui em Porto Alegre é o Bibliotaxi. O passageiro escolhe um exemplar, leva consigo e, após a leitura, coloca o livro novamente em circulação. O projeto foi lançado em setembro de 2015 com apoio da Prefeitura de Porto Alegre, Shopping Total, Banco de Livros da Fundação Gaúcha dos Bancos Sociais, Livraria Cameron, Easy Táxi e a Rádio Farroupilha.


Vasculhe ações de estímulo à leitura e comece a escrever o seu projeto. Mais de 80 milhões de pessoas estão esperando seu projeto para começar a ler.





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segunda-feira, janeiro 02, 2017

O que é o Produtor Independente, sua missão e como melhorar sua experiência


Alê Barreto compartilha conteúdos inspiradores no blog desde 2006



Por Alê Barreto *
alebarreto@gmail.com



Entenda o que é o Produtor Independente, qual sua missão e como melhorar sua experiência em 2017.



1 - O que é o Produtor Independente?

Produtor Independente é um blog ativo desde 2006 com objetivo de ser uma plataforma de compartilhamento de conhecimentos.


2 - O Produtor Independente é apenas um blog?

O Produtor Independente não é apenas um blog. Ao longo de dez anos tornou-se em uma das principais referências em língua portuguesa na internet para pesquisa de temas relacionados a administração, produção e gestão cultural, administração e gestão de shows e eventos e administração e gestão de carreiras artísticas e criativas.

Com textos recomendados pela Blogosfera Cultural do Programa de Gestão Cultural da Universidade de Barcelona, pela Associação Brasileira de Gestão Cultural (ABGC), pelo Serviço de Apoio à Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE) e citações em conteúdos programáticos de disciplinas em faculdades, trabalhos de graduação, pós-graduação, jornais, revistas, livros e sites, o blog deu origem ao livro "Aprenda a Organizar um Show", ao Programa Produtor Cultural Independente (ação formativa já realizada nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Acre), a marca Produtor Independente e ao livro "Carreira Artística e Criativa".



3 - Países que onde as pessoas mais acessam o Produtor Independente






Países onde as pessoas mais acessam o Produtor Independente


Até hoje o Produtor Independente já recebeu 637.613 visualizações de página. Os países que mais acessam são (do mais acessado ao menos acessado): Brasil, EUA, Alemanha, Rússia, Portugal, França, Ucrânia, Índia, Reino Unido e China.



4 - Qual é a missão do Produtor Independente?

O compartilhamento de conteúdos no Produtor Independente tem como missão educar pessoas físicas, organizações sem fins lucrativos, empresas e governos para a melhoria da organização, da qualidade, do impacto sócio-econômico, da sustentabilidade e da produtividade de ações, projetos, programas e empreendimentos culturais, artísticos, de eventos, de entretenimento e de economia criativa.


5 - A leitura do blog Produtor Independente é gratuita?

Sim. Mais de 1.000 textos estão disponíveis de forma gratuita.




A marca Produtor Independente está registrada no INPI




6 - Como posso melhorar a minha experiência?

Sua experiência no Produtor Independente começa com pequenas visualizações de página e algumas leituras. Contudo, na medida que você vai compreendendo a importância de nossa missão, você pode ampliar a sua experiência além da leitura. Você pode:

- estar mais próximo do universo do Produtor Independente;

- utilizar os textos;

- contribuir para difusão do conhecimento citando textos;

- interagir com o Produtor Independente e contribuir com sua sustentabilidade.


7 - Como posso estar mais próximo do universo do Produtor Independente?

- você pode comentar os textos do Produtor Independente em suas redes sociais;

- você pode curtir e acompanhar as páginas e grupo no Facebook


- você pode seguir e acompanhar o Twitter https://twitter.com/alebarreto

- você pode assistir aulas gratuitas no YouTube


videoaula "Noções de marketing para venda de shows e patrocínios"





videoaula "Marketing para venda de shows - necessidade do cliente"



videoaula "Organização de Eventos - Produção de Shows - Produção de Eventos"


- você pode baixar um livro






O livro "Aprenda a Organizar um Show" já recebeu mais de 26 mil downloads



8 - Como posso utilizar os textos?

Os textos de autoria de Alê Barreto (Alexandre Barreto) podem ser utilizados para fins educativos, citando no texto e/ou publicação que Alê Barreto (Alexandre Barreto) é o autor do texto. Estes textos não podem ser utilizados para fins comerciais diretos ou indiretos sem permissão do autor e não podem ser disponibilizados em qualquer meio ou suporte, fisico ou digital, que exija pagamento para permitir sua leitura, cópia ou transmissão. Os textos não podem ser utilizados em publicações impressas, com exceção do previsto em lei ou com permissão do autor. Para solicitar licença dos textos de Alê Barreto (Alexandre Barreto), entrar em contato através do e-mail alebarreto@gmail.com.

Os textos que não forem de autoria de Alê Barreto não podem ser copiados, distribuídos ou transmitidos, sem o consentimento prévio de seus autores ou detentores de direitos autorais.

A obra "Aprenda a Organizar um Show" é de autoria de Alexandre Barreto e possui registro na Fundação Biblioteca Nacional do Brasil. Foi publicada em duas versões. A versão digital foi originalmente publicada neste blog e no portal colaborativo Overmundo com o autor utilizando o pseudônimo "Alê Barreto da Independência", sob licença Creative Commons. A versão impressa foi publicada pela Imagina Conteúdo Criativo em 2008 com o autor utilizando o pseudônimo "Alê Barreto" e encontra-se esgotada, somente podendo ser encontrada diretamente em algumas bibliotecas, com colecionadores, livreiros ou pequenas livrarias (sebos). Até hoje não foi lançada nenhuma nova reimpressão ou edição.


9 - Como contribuir para difusão do conhecimento citando textos?


Texto de autoria de Alexandre Barreto

Se o texto for de autoria de Alê Barreto (Alexandre Barreto), veja o modelo e exemplo abaixo:

Modelo:

ÚLTIMO SOBRENOME, nome do autor. Nome do texto. Disponível em: colocar o endereço da postagem . Acesso em: colocar data do acesso.

Exemplo:

BARRETO, Alexandre. O que é o Produtor Independente, qual seu objetivo, como utilizar e perguntas que irão melhorar sua experiência em 2017. Disponível em: http://produtorindependente.blogspot.com.br/2017/01/o-que-e-o-produtor-independente-qual.html  Acesso em: 02 jan. 2017.


Texto de outros autores

Se o texto for de outro autor, basta citar a fonte original descrita no blog onde consta o nome do autor e o local onde o conteúdo foi originalmente publicado.




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10 - Como posso interagir com o Produtor Independente e contribuir com sua sustentabilidade?

O Produtor Independente desde 2006 oferece conteúdo gratuito e não possui patrocínios privados ou ajuda de governos. Veja como você pode contribuir com sua sustentabilidade.


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Importante:

- consultoria é um serviço de aconselhamento. A responsabilidade de implementar as ações sugeridas é do cliente;

- consultoria não faz milagres. Mas é um serviço que pode ajudar você a economizar seu tempo com pesquisa de informações;

- não repassamos dados cadastrais nas consultorias, tais como nomes, telefones e e-mails de profissionais, empresas, contratantes ou patrocinadores;


- o agendamento da consultoria somente é confirmado após a confirmação do pagamento prévio.

Atenção: não somos um oráculo com respostas para tudo e não ficamos online 24 horas por dia.

Envie um e-mail com o assunto "quero contratar uma consultoria" para alebarreto@gmail.com, explicando qual é sua dúvida e informaremos se está dentro do escopo do serviço de consultoria oferecido.


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10 - Quem são os autores do Produtor Independente?

Os textos publicados de forma gratuita e acessível no Produtor Independente possuem dois tipos de autoria: a) autoria de Alê Barreto, criador da plataforma; b) autores diversos. 

Alê Barreto (Alexandre Barreto), é um profissional multifuncional, um empreendedor com competências em projeto, gestão, treinamento, produção de conteúdo e criação artística. Autor do livro "Aprenda a Organizar um Show" e criador da marca e blog "Produtor Cultural Independente", que desde 2006 inspira artistas, produtores e empreendedores no Brasil. Bacharel em Administração de Empresas com ênfase em marketing pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (EAD/UFRGS), MBA em Gestão Cultural pelo Programa de Estudos Culturais e Sociais da Universidade Cândido Mendes (RJ) e Associação Brasileira de Gestão Cultura e possui formação de Gestor Público e Agente Cultural pela Secretaria de Estado da Cultura do Rio de Janeiro em parceria com o Ministério da Cultura e Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Saiba mais

Quando os textos não são de autoria de Alê Barreto, estão republicados ou citados com objetivo de levar as pessoas a conhecerem estes autores e sua produção intelectual. Sempre é respeitada e valorizada a autoria dos textos, através da citação do nome do autor e da fonte original do texto.


11 - Como funciona a responsabilidade sobre conteúdos publicados e propriedade intelectual?

O administrador do Produtor Independente é responsável pela opinião emitida nos conteúdos de sua integral autoria e não se responsabiliza pelas opiniões emitidas pelos autores dos conteúdos republicados. Todos os conteúdos são publicados no blog apenas com fins educativos e de forma gratuita. Mesmo assim, caso algum autor, editora ou empresa julgue que seu texto não deve permanecer neste blog, basta enviar um e-mail para alebarreto@gmail.com que o mesmo será prontamente retirado.




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Alexandre Barreto acredita que disseminar conhecimentos e atuar em redes são boas formas de se realizar mudanças. Em 2006 formou-se em Administração de Empresas e criou o blog Produtor Cultural Independente. Compartilhou seu primeiro livro Aprenda a Organizar um Show na internet, acessado por mais de 26 mil pessoas, e mudou-se para o Rio de Janeiro, onde trabalhou com artistas, ações, projetos e com organizações da sociedade civil como Grupo Nós do Morro, Instituto Ensaio Aberto (Armazém da Utopia), Observatório de Favelas e a Orquestra de Câmara da Rocinha, das quais continua parceiro. Desde 2009 realiza também ações formativas. Seus textos, cursos, workshops e palestras têm inspirado muitas pessoas no Brasil. Concluiu o MBA em Gestão Cultural e está divulgando Carreira Artística e Criativa, seu segundo livro, mais um fruto da relação amorosa e duradoura que tem com o universo artístico e da parceria com a Associação Brasileira de Gestão Cultural. Saiba mais



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