quarta-feira, maio 28, 2014

Bruno Rodrigues lança o livro "Webwriting - Redação para a Mídia Digital"




Por Alê Barreto
alebarreto@gmail.com


Acabei de receber um e-mail do Bruno Rodrigues, pessoa que admiro e que é uma referência, desde 2007. Ele lançou no Rio de Janeiro o seu novo livro e em agosto estará também lançando em São Paulo.


Mais do que aprender "fórmulas" ou "modelos" para escrever projetos, um bom profissional da nova economia criativa (arte, comunicação, cultura, entretenimento, design, moda, artesanato, mídias digitais, cultura digital, etc) precisa sempre analisar e melhorar a sua expressão escrita. Melhorar a sua forma de produzir conteúdo escrito. E para isso, recomendo as publicações do Bruno Rodrigues desde 2010, ano que também tive o prazer de conhecê-lo pessoalmente no seminário Cibercultura e Transformação Social promovido pela Petrobras em 2011, que teve a participação do professor e pesquisador Pierre Lévy.


Segue na íntegra a divulgação do novo livro dele, que não vejo hora de adquirir um!

Parabéns Bruno!








2014-05-28 20:18 GMT-03:00 Bruno Rodrigues


Prezados,

É com alegria que comunico o lançamento de meu novo livro da série 'Webwriting' :-)

Publicado pela Editora Atlas, 'Webwriting - Redação para a mídia digital' está sendo lançado nas versões impressa e digital, e pode ser encontrado na Saraiva, Cultura e no site da editora (impresso e versão em e-book).

A primeira noite de autógrafos foi no Rio de Janeiro, na semana passada, e a próxima será durante a Bienal Internacional do Livro de São Paulo, no dia 30 de agosto. Todos receberão convites! :-) Há planos de realizar lançamentos em Belo Horizonte e Brasília, mas ainda não há datas, certo?

Em tempo: após três anos, em agosto realizo meu primeiro curso aberto em São Paulo, na sede do iMasters; em setembro acontece o único curso aberto no Rio de Janeiro deste ano, na FACHA; em outubro é a vez de Curitiba, no Instituto Faber Ludens.

Caso haja interesse em alguns destes cursos, basta entrar em contato comigo.

Em tempo: abaixo está um texto de apresentação de meu novo livro para que vocês conheçam mais detalhes, ok?

Obrigado! :-)

Bruno Rodrigues
: Consultor de Informação e Comunicação Digital ::
: Autor dos livros 'Webwriting' [2000, 2006 e 2014] e de 'Padrões Brasil e-Gov: Cartilha de Redação Web' [2010], padrão brasileiro de redação online ::
: Instrutor de Webwriting e Arquitetura da Informação no Brasil e exterior ::
[ bruno-rodrigues.blog.br ]
[ twitter.com/brunorodrigues || facebook.com/brunorodrigues.fb]



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'WEBWRITING - REDAÇÃO PARA A MÍDIA DIGITAL'

Como se comporta o texto na mídia digital? Existe diferença entre escrever para o meio impresso e o meio on-line? Como a palavra se relaciona com a imagem em um ambiente onde a convergência de mídias é a regra?

Webwriting - Redação para a Mídia Digital' (Editora Atlas), escrito por Bruno Rodrigues - um dos mais respeitados especialistas em escrita on-line do mundo, autor do padrão brasileiro de redação para a web (2010) - traz a resposta para cada uma destas perguntas e vai além, ao tornar a prática da redação digital a base para a teoria que fundamenta a obra.

Essencial para quem trabalha com Comunicação ou Marketing, 'Webwriting - Redação para a Mídia Digital' é um recurso indispensável para desvendar as transformações tecnológicas e de conteúdo pelas quais passamos, todos os dias, no cenário da mídia digital.


SOBRE O AUTOR

Bruno Rodrigues é consultor, especialista em Informação para a Mídia Digital, autor do primeiro livro sobre Webwriting em língua portuguesa, 'Webwriting - Pensando o texto para a mídia digital' (2000), e de sua continuação, 'Webwriting - Redação & Informação para a Web' (2006). Produziu para o Governo Federal o padrão brasileiro de redação online, 'Padrões Brasil e-Gov: Cartilha de Redação Web' (2010). Em quinze anos, prestou consultoria e ministrou treinamentos em Webwriting e Arquitetura da Informação para mais de 50 empresas no Brasil e no exterior. O autor pode ser encontrado nas redes sociais e através do e-mail bruno-rodrigues@uol.com.br.



MAIS DETALHES SOBRE A OBRA

Em 'Webwriting - Redação para a Mídia Digital', o leitor encontrará as orientações necessárias para adaptar a escrita ao meio on-line. Compreenderá em detalhes a função das camadas de um sistema de informação; perceberá a importância dos pequenos textos das primeiras páginas de sites, portais e blogs; terá em mãos um verdadeiro check-list de ações a serem tomadas para elaborar o texto principal dos assuntos que for abordar; entenderá toda a riqueza das camadas de detalhamento e sua importância para o sucesso de um projeto. Perceberá, também, a relação da escrita para a web com Arquitetura da Informação e Usabilidade, temas relevantes e constantes no dia a dia do profissional de Comunicação Digital. Por fim, terá acesso a noções básicas - e práticas - sobre Marketing de Conteúdo, poderosa ferramenta de adaptação da informação às demandas dos públicos do meio on-line.



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Alexandre Barreto, mais conhecido como “Alê Barreto”, é um profissional multifuncional. Administrador de empresas, gestor de pessoas, gerente de projetos, produtor executivo, consultor, criador de conteúdo, professor e palestrante. 
Atualmente é um dos gestores do Grupo Nós do Morro no Rio de Janeiro (RJ) juntamente com a cineasta e roteirista Luciana Bezerra e está em fase de conclusão do MBA em Gestão Cultural na Universidade Cândido Mendes (RJ). Sua monografia é sobre carreira artística e criativa e conta com a orientação da consultora Eliane Costa.   Leia mais

Fascículo 2: Las etapas de un show




Leer también "Atividades e etapas na produção de um evento" de Vivian Fiorio en el portal Produzindo Eventos.


Por Alê Barreto
alebarreto@gmail.com


Hoje publicamos o segundo fascículo do libro "Aprende a organizar um show".




Libro "Aprende a Organizar un show"
Autor: Alê Barreto (Alexandre Barreto)
Tradução: Paola Arbiser


Fascículo 2: Las etapas de un show

Describiremos paso a paso las etapas de un espectáculo musical: preproducción, producción y postproducción.



Preproducción: período que antecede al show

Una buena manera de comenzar es definir la fecha y el lugar. A partir de ahí, el productor ejecutivo puede establecer un cronograma de actividades, pensar quién formará parte de su equipo, identificar las necesidades de producción, ver tipos de contratos y autorizaciones, recaudación de derechos de autor, saber cómo será realizada la divulgación y los costos que tendrá que pagar.



Producción: el día del show

El productor ejecutivo monta el “Cuartel General” (oficina de producción), distribuye las actividades, acompaña al equipo técnico y a los músicos. También se encarga de las acreditaciones, del cobro de las entradas, prueba de sonido, atención a los profesionales de comunicación y seguridad.



El día del show no es momento de divertirse. Los productores necesitan estar atentos a todo. Adrenalina pura.



Postproducción: después del show


Después del show comienza la postproducción. Cálculo del bordereaux, pagos, desarmado, vuelta de los músicos, limpieza, entrega del espacio, liberación del equipo de producción, reunión de evaluación y registro del proyecto.



Comparte este contenido. El conocimiento es libre.


Leer también:
Fascículo 1 portugués (Fazer produção, que bicho é esse?) o español (“Hacer la producción”, ¿qué diablos es eso?)

Fascículo 2 - portugués (As Etapas de Produção do Show)




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Estão abertas as inscrições para o workshop "Começar a Fazer Produção " em Porto Alegre/RS





20 pessoas já estão na lista de interessados! Inscreva-se!


O workshop "Começar a fazer produção" dá sequência ao trabalho formativo de ampliar a visibilidade da profissão de produtor, de qualificar profissionais para o mercado e de incentivar pessoas que desejam fazer produção.

Neste workshop os participantes irão receber noções sobre:

- história da profissão no Brasil
- noções sobre organização dos setores criativos brasileiros e economia criativa
- sugestões práticas de como encontrar trabalho e se inserir no mercado
- informações sobre onde aprofundar seus estudos no Brasil


Acesse o blog do workshop e faça sua inscrição!

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Alexandre Barreto, mais conhecido como “Alê Barreto”, é um profissional multifuncional. Administrador de empresas, gestor de pessoas, gerente de projetos, produtor executivo, consultor, criador de conteúdo, professor e palestrante. 
Atualmente é um dos gestores do Grupo Nós do Morro no Rio de Janeiro (RJ) juntamente com a cineasta e roteirista Luciana Bezerra e está em fase de conclusão do MBA em Gestão Cultural na Universidade Cândido Mendes (RJ). Sua monografia é sobre carreira artística e criativa e conta com a orientação da consultora Eliane Costa.   Leia mais

quinta-feira, maio 22, 2014

Participe do curso "Aprenda a Organizar um Show" dia 23 de maio em São Luis/MA





Por Alê Barreto
alebarreto@gmail.com


Sexta-feira será um dia muito especial esta semana. Com produção e realização da Bureau Cultural, do produtor Valberlúcio Pereira, assessoria de comunicação de Alessandra Teixeira, apoio da Fundação Municipal de Cultura - FUNC, Teatro da Cidade, casa de shows Chinelo de Dedo, Patricia Cunha, jornal O Imparcial, Italo Stauffenberg e jornal O Estado, vou ministrar mais uma turma do curso "Aprenda a Organizar um Show".

Este curso começou em 2009, na comunidade do Vidigal, no Rio de Janeiro, numa pequena turma para integrantes do Grupo Nós do Morro. O curso deu origem a uma série de ações de formação e qualificação que já percorreram todas as regiões brasileiras.



curso de extensão na graduação em gestão cultural da Universidade do 
Vale do Rio dos Sinos (São Leopoldo/RS) 



Aprenda a Organizar um Show é uma ideia que virou o primeiro método em língua portuguesa acessível disponível na internet de forma livre, sob licença Creative Commons, que permite que as pessoas possam copiar, distribuir e criar obras derivadas, desde que seja para uso não-comercial e que sejam compartilhadas pela mesma licença.

Os fascículos que já tiveram mais de 24.000 acessos, são citados em inúmeros trabalhos de graduação e pós-graduação, em publicações e no portal do SEBRAE e deram origem a uma publicação impressa, com apoio da Imagina Conteúdo Criativo, Rodrigo DMart, Yara Baugarten e Everson Nazari, que foi lançada em 2008 dentro da programação do IV Encontro de Estudos Multidisciplinares em Cultura (ENECULT), no Museu de Arte Moderna da Bahia, com prefácio do produtor cultural e professor doutor Leonardo Costa da Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia.
O livro pouco a pouco se consolida como fonte de consulta para profissionais das áreas de arte, comunicação, cultura, eventos, entretenimento e economia criativa.



Semana passada o livro começou a ser publicado em espanhol (Libro "Aprende a organizar un show" Fascículo 1“Hacer la producción”, ¿qué diablos es eso?)






Aprenda a Organizar um Show foi recomendado na reportagem “A Voz da Experiência”, 
publicada no Jornal O Globo



No curso você irá aprender:


- O que é fazer produção

- Quando e onde realizar um show

- Quais são as necessidades dos artistas e critérios para atendê-las

- Como fazer solicitações

- Noções sobre direitos autorais

- O que é fundamental acompanhar no trabalho de divulgação

- Avaliar custos e riscos do empreendimento

- Acompanhar a montagem de palco

- Organizar logística (receptivo, acompanhamento, hospedagem, transporte e alimentação)

- Coordenar serviços de apoio (camarim, bilheteria, segurança, limpeza)

- Realizar o fechamento das atividades do evento






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Alexandre Barreto, mais conhecido como “Alê Barreto”, é um profissional multifuncional. Administrador de empresas, gestor de pessoas, gerente de projetos, produtor executivo, consultor, criador de conteúdo, professor e palestrante. 
Atualmente é um dos gestores do Grupo Nós do Morro no Rio de Janeiro (RJ) juntamente com a cineasta e roteirista Luciana Bezerra e está em fase de conclusão do MBA em Gestão Cultural na Universidade Cândido Mendes (RJ). Sua monografia é sobre carreira artística e criativa e conta com a orientação da consultora Eliane Costa. Leia mais

quarta-feira, maio 21, 2014

Associação Brasileira de Gestão Cultural e Universidade Cândido Mendes abrem nova turma do MBA em Gestão Cultural





Por Alê Barreto
alebarreto@gmail.com


Outra notícia ótima, também para interessados em pós-graduação.


Recebi a informação hoje da Associação Brasileira de Gestão Cultural que estão abertas as inscrições para a nova turma do MBA em Gestão Cultural com início previsto para junho de 2014.

Eu recomendo muito, foi e é muito importante na construção da minha carreira.


Titulação: Pós-graduação Lato Sensu.
Carga Horária : 390 h
Duração: 16 meses
Local: Campus Centro – Rua da Assembléia, 10 sala 616
Unidade: Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa - Programa de Estudos Culturais e Sociais – PECS
Início: Junho de 2014
Turno: Noite
Dias de aula: Terças e Quintas
Horário: 18:30h às 21:30h

Para o processo seletivo, favor enviar currículo para o e-mail pecs@candidomendes.edu.br , solicitando entrevista.

Para mais informações visite o site: http://abgc.org.br/ , www.fb.com/AssociacaoBrasileiraDeGestaoCultural ou ligue: 3543-6489.


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Libro "Aprende a organizar un show"
Fascículo 1“Hacer la producción”, ¿qué diablos es eso?



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Alexandre Barreto, mais conhecido como “Alê Barreto”, é um profissional multifuncional. Administrador de empresas, gestor de pessoas, gerente de projetos, produtor executivo, consultor, criador de conteúdo, professor e palestrante. 
Atualmente é um dos gestores do Grupo Nós do Morro no Rio de Janeiro (RJ) juntamente com a cineasta e roteirista Luciana Bezerra e está em fase de conclusão do MBA em Gestão Cultural na Universidade Cândido Mendes (RJ). Sua monografia é sobre carreira artística e criativa e conta com a orientação da consultora Eliane Costa.   Leia mais

segunda-feira, maio 19, 2014

Primeiro MBA em Economia Criativa e Cidades




Por Alê Barreto
alebarreto@gmail.com


Novidades em pós-graduação no Brasil. Repasso o e-mail recebido da amiga Ana Carla Fonseca Reis, referência minha nos temas de economia da cultura e economia criativa.




2014-05-14 11:57 GMT-03:00 Garimpo de Soluções


Caros amigos e colegas,

É com grande ânimo que os convido a conhecer o pioneiro MBA em Economia Criativa e Cidades - um projeto burilado por anos de pensamento e prática, sob a coordenação acadêmica de Kátia de Marco e minha coordenação de conteúdo.
Oferecido pela Universidade Candido Mendes/RJ, o MBA ocorrerá em sábados alternados, ao longo de quatro módulos: estruturante, de interfaces, instrumental e setorial. No quadro docente, 25 profissionais de referência em suas áreas de atuação - complementado a cada semestre com encontros em instituições criativas e uma conferência com um perito estrangeiro (Argentina, Colômbia, Estados Unidos e França). Para coroar, o curso celebrou convênio com a deliciosa Universidad Nacional de Córdoba/Argentina.
Inscrições abertas, com início em agosto: http://abgc.org.br/mba-economia-criativa-e-cidades/


E, para esquentar os tamborins, teremos no fim de semana de 07 e 08/06 a edição anual do curso introdutório a Cidades Criativas, oferecido pela www.redecemec.com/cidades-criativas Serão doze horas dedicadas a várias cidades do Brasil e do mundo, discutindo a transformação urbana a partir de sua criatividade. Aproveite!


Abs,


Carla




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Libro "Aprende a organizar un show"
Fascículo 1“Hacer la producción”, ¿qué diablos es eso?



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Alexandre Barreto, mais conhecido como “Alê Barreto”, é um profissional multifuncional. Administrador de empresas, gestor de pessoas, gerente de projetos, produtor executivo, consultor, criador de conteúdo, professor e palestrante. 
Atualmente é um dos gestores do Grupo Nós do Morro no Rio de Janeiro (RJ) juntamente com a cineasta e roteirista Luciana Bezerra e está em fase de conclusão do MBA em Gestão Cultural na Universidade Cândido Mendes (RJ). Sua monografia é sobre carreira artística e criativa e conta com a orientação da consultora Eliane Costa.   Leia mais

domingo, maio 18, 2014

Assista gratuitamente a aula "Construção de uma carreira artística" ministrada em Belo Horizonte (MG)



Por Alê Barreto
alebarreto@gmail.com


No vídeo acima você poderá assistir a aula "Construção de uma carreira artística" que ministrei dia 02 de abril na programação da Semana de Gestão e Políticas Culturais em Belo Horizonte, promovida pelo Instituto Itaú Cultural em parceria com o Observatório da Diversidade Cultural – ODC e o Centro de Arte Popular - Cemig.


Em seis anos, 21 cidades brasileiras já participaram da Semana de Gestão: São Luiz, Porto Velho, Boa Vista, Rio Branco, Salvador, Aracaju, Maceió, João Pessoa, Florianópolis, Curitiba, Porto Alegre, Goiânia, São Paulo (três vezes), Macapá, Recife, Bauru, Ribeirão Preto e Presidente Prudente. Neste período, cerca de 2.300 gestores, produtores e profissionais ligados às áreas culturais participaram dos cursos livres que, no total, somam mais de 800 horas de aulas e palestras sobre a cultura nas Semanas de Gestão.


Para saber mais acesse o site http://observatoriodadiversidade.org.br/semanadegestao/




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Libro "Aprende a organizar un show"
Fascículo 1“Hacer la producción”, ¿qué diablos es eso?


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Alexandre Barreto, mais conhecido como “Alê Barreto”, é um profissional multifuncional. Administrador de empresas, gestor de pessoas, gerente de projetos, produtor executivo, consultor, criador de conteúdo, professor e palestrante. 
Atualmente é um dos gestores do Grupo Nós do Morro no Rio de Janeiro (RJ) juntamente com a cineasta e roteirista Luciana Bezerra e está em fase de conclusão do MBA em Gestão Cultural na Universidade Cândido Mendes (RJ). Sua monografia é sobre carreira artística e criativa e conta com a orientação da consultora Eliane Costa.   Leia mais

quinta-feira, maio 15, 2014

Lançamento do projeto "Caprichos" de Hamilton de Holanda na Escola de Música da Rocinha



Por Alê Barreto
alebarreto@gmail.com


Há poucos dias divulguei o aniversário da Escola de Música da Rocinha. Na próxima sexta-feira, 16 de maio, Hamilton de Holanda estará lá na escola lançando o projeto "Caprichos".


Transcrevo aqui informações do site do projeto.


Sobre o projeto

Este é um trabalho artístico-construtivo. Construtivo pelo conteúdo técnico nele presente, um caminho para o repertório da música brasileira pelo bandolim 10 cordas. Artístico porque é baseado na busca pela beleza através da melodia. Melodia que se basta por ter na sua essência o rítmo e a harmonia.

O impulso inicial para as composições foi o solfejo. Os primeiros caprichos foram feitos em apenas um fôlego; o objetivo era, inicialmente, não pensar, deixar que o caminho melódico levasse ao resultado musical. Além disso, com certeza surgiriam melodias não-bandolinísticas, que desafiam o músico a encontrar novas soluções técnicas. Com essas ideias já consolidadas até o quinto capricho, as composições passaram, também, a serem feitas com o próprio bandolim e escritas direto na partitura.

São vários temas, sejam técnicos ou estéticos. Melodias infinitas, melodias em espiral, melodias simples e complicadas. Mesmo os tempos e compassos foram descobertos através das linhas melódicas. Pelos nomes, pode-se ter uma noção destes temas: Capricho do sul, Capricho Brasileiro, Capricho de Espanha, Capricho Venezuelano, Capricho da lua, Capricho do sol, Capricho do oriente, etc - no total são 24 caprichos. Cada um deles com a atenção de pelo menos um tipo de técnica.

Apesar de serem melodias 'auto-suficientes' na sua concepção inicial e também temas polifônicos - onde os 3 elementos da música (melodia, harmonia e ritmo) estão presentes do começo ao fim - foram criados arranjos para se tocar com outros instrumentos, considerando que a música é um ‘encontro social’ fundamental, é um 'lugar' onde as pessoas se encontram. Para a gravação de alguns temas foram convidados músicos experientes que também ajudaram na concepção do registro dos temas. Além disso, abriram a possibilidade de se tocar os caprichos em qualquer outro instrumento, não só o bandolim 10 cordas.

Importante aos estudiosos: no site criado para esse projeto temos em cada música dicas e informações que ajudam a entender a estética e a técnica de cada peça, além das partituras em dois tipos de arquivos (pdf e xml). Os áudios foram gravados em alta resolução. Não é um método propriamente dito porque segue mais os padrões artísticos do que técnicos, mas ajuda bastante o músico a ter uma noção ampla da música, com os 3 elementos sempre presentes na percepção.

Sejam fáceis ou difíceis, os Caprichos sempre têm um alerta silencioso: os olhos podem marejar, mas os dedos sempre devem estar preparados para a próxima nota. Essa é uma busca sem fim.


O projeto Caprichos é uma realização de Marcos Portinari e Hamilton de Holanda com participações de André Mehmari, André Vasconcellos, Bebê Kramer, Gabriel Grossi, Guto Wirtti, Rafael dos Anjos, Rogério Caetano e Thiago da Serrinha.


Serviço

HAMILTON DE HOLANDA na Escola de Música da Rocinha
16/5 – SEXTA-FEIRA – 19h
Lançamento do projeto Caprichos
Auditório do Centro Municipal de Cidadania Rinaldo De Lamare
Av. Niemeyer, 776 – 18º andar – São Conrado
(em frente à Rocinha, ao lado do Complexo Esportivo e da GRES Acadêmicos da Rocinha)
ENTRADA FRANCA
(distribuição de senhas a partir das 18h no hall de entrada)

Participe da campanha de comemoração dos 20 anos da Escola de Música da Rocinha

Compartilhe o primeiro fascículo em espanhol do livro "Aprenda a Organizar um Show" (“Hacer la producción”, ¿qué diablos es eso?)



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Alexandre Barreto, mais conhecido como “Alê Barreto”, é um profissional multifuncional. Administrador de empresas, gestor de pessoas, gerente de projetos, produtor executivo, consultor, criador de conteúdo, professor e palestrante. 
Atualmente é um dos gestores do Grupo Nós do Morro no Rio de Janeiro (RJ) juntamente com a cineasta e roteirista Luciana Bezerra e está em fase de conclusão do MBA em Gestão Cultural na Universidade Cândido Mendes (RJ). Sua monografia é sobre carreira artística e criativa e conta com a orientação da consultora Eliane Costa.   Leia mais

Fascículo 1: “Hacer la producción”, ¿qué diablos es eso?



Por Alê Barreto
alebarreto@gmail.com


Tenho ciência que os textos do Produtor Cultural Independente são acessados em diferentes países. Para ampliar este intercâmbio, a partir de hoje, aos poucos, também serão publicados conteúdos em espanhol.


Para começar escolhi a publicação do livro "Aprenda a Organizar um Show", traduzido por Paola Arbiser da empresa Todos Los Ayres.

Compartilhe este conteúdo. O conhecimento é livre.



Libro "Aprende a Organizar un show"
Autor: Alê Barreto (Alexandre Barreto)

Tradução: Paola Arbiser


Fascículo 1: “Hacer la producción”, ¿qué diablos es eso?

La expresión hacer la producción recibe en el medio musical los significados más variados. En el lenguaje habitual puede significar pegar carteles; repartir invitaciones; acompañar a la banda a entrevistas en radios y TVs; coordinar el armado del escenario; etc.

Pero hacer la producción es organizar, planificar, administrar y controlar recursos necesarios para la realización de un espectáculo musical. Adoptaremos la expresión en este curso como sinónimo de hacer la producción ejecutiva.



Pero, ¿quién puede ser productor?

Cualquier persona que tenga tiempo, conocimiento, recursos y, preferentemente, vocación para la actividad.

Actuar en la producción ejecutiva de un show musical es una “puerta de entrada” para trabajar con cultura y es bastante común entre las personas interesadas en artes, comunicación, cine, letras, psicología, administración, ingeniería y derecho.

Hay muchos profesionales que desempeñan esta actividad sin conocimientos teóricos. Comienzan como asistentes de escenario, taquilleros, personal de seguridad, iluminadores, técnicos de sonido, y con la experiencia que adquieren en la práctica se vuelven productores ejecutivos, productores culturales y hasta empresarios.



La responsabilidad del productor ejecutivo

La responsabilidad es directamente proporcional a su compromiso con la organización del show. Si el productor ejecutivo es quien contrata todo en el evento, su responsabilidad puede ser completa. Si el productor es contratado por un empresario para prestar servicios específicos, su responsabilidad se limita a estos servicios. Generalmente los productores ejecutivos son contratados “por show”, para trabajos “freelance”.


Comparte este contenido. El conocimiento es libre.




Leia também a versão em português "01 - "Fazer produção", que bicho é esse?"



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Atualmente é um dos gestores do Grupo Nós do Morro no Rio de Janeiro (RJ) juntamente com a cineasta e roteirista Luciana Bezerra e está em fase de conclusão do MBA em Gestão Cultural na Universidade Cândido Mendes (RJ). Sua monografia é sobre carreira artística e criativa e conta com a orientação da consultora Eliane Costa.   Leia mais

quarta-feira, maio 14, 2014

Participe da comemoração dos 20 anos da Escola de Música da Rocinha




Por Alê Barreto
alebarreto@gmail.com



Amigos, as comunidades do Rio de Janeiro possuem uma riqueza cultural muito grande. Um bom exemplo disso é a Escola de Música da Rocinha, que este ano completa 20 anos.


Para comemorar esta importante data, estão fazendo uma campanha de arrecadação de recursos, a qual me somo como mais um elo desta corrente.

Seguem informações sobre a Escola e sobre a campanha.


Escola de Música da Rocinha

A Escola de Música da Rocinha foi fundada em 1994 e desde então vem ampliando gradativamente suas atividades e número de alunos atendidos. Está sediada no Centro Municipal de Cidadania Rinaldo De Lamare, centro de inclusão social e capacitação profissional mantido e administrado pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro. Ocupa 4 salas com toda a infra-estrutura necessária, sendo a única escola de música da comunidade da Rocinha.

O objetivo geral de suas atividades é contribuir para o aumento do grau de escolaridade da população local, através da melhoria no rendimento de aprendizagem escolar e da diminuição do índice de evasão na escola regular. Para atingir este objetivo oferece atividades relacionadas à Educação Musical, com as quais busca sensibilizar os alunos através dos estímulos da linguagem musical.

Ao longo de sua trajetória já atingiu resultados significativos em cada uma de suas linhas de ação. Já funcionou nas dependências de duas igrejas e na quadra da Escola de Samba Acadêmicos da Rocinha, tendo se transferido em 2004 para o Centro Municipal de Cidadania Rinaldo De Lamare, o que significou um grande passo para a ampliação e aprimoramento de suas ações, podendo atender também a jovens do Vidigal, Parque da Cidade e Vila Canoas. A qualidade do espaço e a infra-estrutura disponível ainda permitem a ampliação das atividades oferecidas.

A Escola de Música da Rocinha tem a chancela da UNESCO, é registrada no Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) e recebeu em 2007 menção honrosa do Prêmio Cultura Nota 10, concedido pelo Instituto Cultural Cidade Viva e pela Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro. É um dos projetos fundadores da Rede Social da Música, associação para a troca de informações e boas práticas entre instituições que utilizam a música como ferramenta de inclusão e transformação social.

Saiba mais



Campanha de comemoração dos 20 anos


A Escola de Música da Rocinha vai completar 20 anos no dia 7 de junho, e pra celebrar a data teremos uma semana de eventos na sede da escola e em outros espaços da Rocinha.
Planejamos uma programação com apresentações de grupos formados na EMR, audição de alunos, exibição de filmes, exposições e também shows de artistas profissionais. O ponto alto da festa será um grande encontro de alunos e professores que participaram da construção destes 20 anos de história.

Pra realizar tudo que planejamos estamos iniciando uma campanha de arrecadação e queremos contar com a colaboração de todos. Quem quiser fazer parte dessa festa, terá as seguintes opções:
1. Comprar um CD do Chorando à Toa por R$ 25,00 + despesas de envio.
2. Comprar camisa comemorativa dos 20 anos (disponível em breve) por R$ 30,00 (adulto) R$ 25,00 (infantil e baby look) + despesas de envio.
3. Doar quantia de livre escolha.
Em todos os casos oferecemos duas opções:
1.Efetuar depósito na conta da EMR e nos enviar o comprovante de depósito.
Banco HSBC
Agência: 0543
Conta Corrente: 04589-84
Titular: Associação Cultural Professor Hans Ulrich Koch
CNPJ: 02.044.699/0001-17


2. Através do sistema Pagseguro.
É rápido, fácil e 100% seguro. Você pode doar qualquer quantia através do cartão de crédito, débito ou boleto bancário.
. Para doar acesse o site Escola de Música da Rocinha http://www.emrocinha.org.br/
. Em seguida clique no ícone da Pagseguro




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Alexandre Barreto, mais conhecido como “Alê Barreto”, é um profissional multifuncional. Administrador de empresas, gestor de pessoas, gerente de projetos, produtor executivo, consultor, criador de conteúdo, professor e palestrante. 
Atualmente é um dos gestores do Grupo Nós do Morro no Rio de Janeiro (RJ) juntamente com a cineasta e roteirista Luciana Bezerra e está em fase de conclusão do MBA em Gestão Cultural na Universidade Cândido Mendes (RJ). Sua monografia é sobre carreira artística e criativa e conta com a orientação da consultora Eliane Costa.   Leia mais

terça-feira, maio 13, 2014

O Brasil é uma rede de pequenos municípios

Por Alê Barreto
alebarreto@gmail.com



Pois é, o Brasil "parece, mas não é". A imagem que se tem do Brasil no exterior, em sua maior parte, tem como referência as nossas capitais. A grande aglomeração urbana das metrópoles também produz este efeito. Os moradores das capitais acreditam que o Brasil é a representado somente pelas suas capitais. Mas a coisa não é bem assim. A realidade é que a maioria dos municípios brasileiros não são capitais. Temos 27 capitais e mais de 5000 municípios.

Escrevi sobre isso no texto "Boa notícia: 73,3 % dos municípios brasileiros podem se desenvolver dinamizando a cadeia produtiva da cultura" e a minha impressão continua atual como naquela época. No interior, as atividades produtivas, ou seja, aquelas que geram trabalho e renda, continuam concentradas em sua maior parte no extrativismo, agricultura, pecuária, pesca e na indústria relacionada a estes segmentos. No entorno disso, temos o comércio e serviços, que se desenvolve como consequência do crescimento dos setores mencionados.

O que mudou de lá para cá? Muita coisa. Na minha opinião, uma das maiores mudanças em curso, a qual sempre comento em minhas consultorias, aulas e curso, é que cada vez mais as pessoas estão começando a enxergar o seu município para além dos estereótipos.

Vejamos um exemplo. Eu sou gaúcho. Você, que está lendo este texto, de qualquer cidade do Brasil, deve ter uma "imagem" do que seja ser gaúcho. É o que os sociólogos chamam de "representação". Agora, me diga, você realmente acredita que todos os gaúchos que vivem nos mais de 400 municípios do RS, são iguais? Que todos comem carne? Que todos se orgulham da Revolução Farroupilha? Que todos somos brancos e descendentes de europeus? Claro que temos características em comum, mas temos também muitas diferenças. Somos formados por muitos povos. O mesmo acontece com Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Maranhão, Acre, Tocantins, Goiás, Distrito Federal, Minas Gerais, e por aí vai.

Perceber as semelhanças e diferenças está sendo possível com a ampliação da infraestrutura de comunicação, com a ampliação do acesso à educação e com a melhoria da renda.

Outra grande mudança está sendo as cidades entenderem que podem se articular, sem necessariamente dependerem das capitais. Um município do Norte pode se articular com outro do Sul, do Centro-Oeste, etc, sem necessariamente ter que passar pelas capitais.


Imagine quantas redes de produção, circulação, distribuição e consumo de arte, comunicação, cultura e entretenimento são possíveis dentro do Brasil?

O recado é o seguinte: comece a ver o Brasil com mais atenção. O Brasil é uma rede de pequenos municípios.


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Alexandre Barreto, mais conhecido como “Alê Barreto”, é um profissional multifuncional. Administrador de empresas, gestor de pessoas, gerente de projetos, produtor executivo, consultor, criador de conteúdo, professor e palestrante. 
Atualmente é um dos gestores do Grupo Nós do Morro no Rio de Janeiro (RJ) juntamente com a cineasta e roteirista Luciana Bezerra e está em fase de conclusão do MBA em Gestão Cultural na Universidade Cândido Mendes (RJ). Sua monografia é sobre carreira artística e criativa e conta com a orientação da consultora Eliane Costa.   Leia mais

segunda-feira, maio 12, 2014

Vamos educar pessoas para produção no Rio Grande do Sul?




Por Alê Barreto
alebarreto@gmail.com


Não há cidade no Brasil onde não se ouça esta reclamação: "faltam produtores". Mas isso não é algo novo. Ouço isso desde 2003 (veja meu texto no portal colaborativo Overmundo  "Vamos educar pessoas para a produção cultural?").

Nas capitais, acredito que atualmente este não seja o principal problema. E mais: o Brasil não é apenas formado pelas capitais. Temos 27 capitais num universo de mais de 5570 municípios. 

O que falta em mais de 70% dos municípios brasileiros são pessoas com formação. Quando falo em "formação", me refiro a algum tipo de formação e que, de preferência, estimule que o produtor busque a melhoria contínua de seu trabalho, ao longo de sua carreira.

O que temos hoje no Brasil:

- uma pequena oferta de ensino, no ensino médio e em universidades (não temos nem 15 cursos no Brasil);
- uma oferta tímida também na pós-graduação;
- uma oferta ampla de cursos livres de elaboração de projetos ou profissionalizantes (PRONATEC);
- ações educativas do Ministério da Cultura e de Institutos Culturais.

Esta oferta não caminha na mesma proporção do número de pessoas que começam a realizar alguma ação artística. Por isso, encaro como uma verdadeira missão dar continuidade as ações formativas que iniciei em 2009.

Nos próximos dias estarei realizando uma ação formativa no Nordeste e pretendo começar uma ampla ação formativa no sul do país. A primeira delas estou tentando organizar em junho, em Porto Alegre, antes da Copa.


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Alexandre Barreto, mais conhecido como “Alê Barreto”, é um profissional multifuncional. Administrador de empresas, gestor de pessoas, gerente de projetos, produtor executivo, consultor, criador de conteúdo, professor e palestrante. 
Atualmente é um dos gestores do Grupo Nós do Morro no Rio de Janeiro (RJ) juntamente com a cineasta e roteirista Luciana Bezerra e está em fase de conclusão do MBA em Gestão Cultural na Universidade Cândido Mendes (RJ). Sua monografia é sobre carreira artística e criativa e conta com a orientação da consultora Eliane Costa.   Leia mais

sexta-feira, maio 09, 2014

Administração, produção e gestão cultural como elemento facilitador da carreira artística e criativa


Foto de abertura do V Seminário Internacional de Políticas Culturais - 2014/crédito: Alexandre Barreto


Por Alê Barreto
alebarreto@gmail.com


Esta foi uma semana muito importante para mim em 2014. Pude novamente acompanhar, como faço desde 2010, o Seminário Internacional de Políticas 
Culturais no Rio de Janeiro, organizado por Lia Calabre, Maurício Siqueira e Adélia Zimbrão. Trata-se de um encontro de especialistas, estudiosos, gestores e interessados nas questões relativas à área de políticas culturais (veja a programação do seminário aqui e informações sobre cada mesa aqui.

Cresceu o o número de trabalhos apresentados, temas e olhares sobre os assuntos pesquisados.

Me chamou a atenção a pequena participação do Rio Grande do Sul neste seminário, que já havia observado em outros anos. Tenho certeza que podemos participar mais deste importante espaço de diálogo, troca e debate de ideias.

Também pude pela primeira vez apresentar um artigo, elaborado a partir de questões que observo convivendo com profissionais das áreas criativas, culturais, artísticas, de entretenimento e de eventos, desde 2003. Questões que também venho abordando neste blog desde 2006, nos meus textos publicados no portal colaborativo Overmundo desde 2007, nos meus cursos, palestas e workshops desde 2009 e ultimamente na entrevista “O setor de cultura precisa se organizar” concedida para o caderno de cultura do jornal “A Tarde” de Salvador em outubro de 2013, no artigo “Elementos para se pensar uma carreira profissional artística e criativa” publicado na revista acadêmica Cadernos do CEOM (Centro de Memória do Oeste de Santa Catarina), número 39, da Universidade Comunitária de Chapecó (SC) UNOCHAPECÓ, edição especial sobre os temas Economia Criativa e Economia da Cultura em dezembro de 2013 e no texto da minha monografia de conclusão do MBA em Gestão Cultural (curso que é um convênio da Universidade Cândido Mendes com a Associação Brasileira de Gestão Cultural).

A proposta do artigo é mostrar, tanto para o poder público como para iniciativa privada e sociedade civil, a importância de se aprimorar a formação artística com o diálogo com as disciplinas da administração, produção e gestão cultural.

Convido as todos para lerem o artigo e espero que contribua com suas reflexões, projetos e trabalhos.

O artigo pode ser baixado gratuitamente neste link

Após ler, compartilhe.



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Alexandre Barreto, mais conhecido como “Alê Barreto”, é um profissional multifuncional. Administrador de empresas, gestor de pessoas, gerente de projetos, produtor executivo, consultor, criador de conteúdo, professor e palestrante. 
Atualmente é um dos gestores do Grupo Nós do Morro no Rio de Janeiro (RJ) juntamente com a cineasta e roteirista Luciana Bezerra e está em fase de conclusão do MBA em Gestão Cultural na Universidade Cândido Mendes (RJ). Sua monografia é sobre carreira artística e criativa e conta com a orientação da consultora Eliane Costa.   Leia mais

quarta-feira, maio 07, 2014

Seminário Internacional de Políticas Culturais no Rio de Janeiro vai até 09 de maio


Por Alê Barreto
alebarreto@gmail.com



Lembrete a todos: começou hoje o V Seminário Internacional de Políticas Culturais no Rio de Janeiro, entre os dias 7 e 9 de maio.Organizado por Lia Calabre, Maurício Siqueira e Adélia Zimbrão, o evento – encontro de especialistas, estudiosos, gestores e interessados nas questões relativas à área de políticas culturais – pretende divulgar trabalhos e promover debates no campo das ações e das reflexões históricas, teóricas e práticas.

A programação conta com seções de conferência, palestra e debate. Para saber o cronograma completo do seminário, confira o arquivo (em pdf) aqui. Para mais informações sobre cada mesa, consulte aqui.


Serviço

V Seminário Internacional de Políticas Culturais
quarta 7 a sexta 9 de maio de 2014
das 8h30 às 20h


Entrada franca
[livre para todos os públicos]


Fundação Casa de Rui Barbosa | Rua São Clemente 134 Botafogo Rio de Janeiro RJ
informações 21 3289 8608/8609/8610 | politica.cultural@rb.gov.br


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Alexandre Barreto, mais conhecido como “Alê Barreto”, é um profissional multifuncional. Administrador de empresas, gestor de pessoas, gerente de projetos, produtor executivo, consultor, criador de conteúdo, professor e palestrante. 
Atualmente é um dos gestores do Grupo Nós do Morro no Rio de Janeiro (RJ) juntamente com a cineasta e roteirista Luciana Bezerra e está em fase de conclusão do MBA em Gestão Cultural na Universidade Cândido Mendes (RJ). Sua monografia é sobre carreira artística e criativa e conta com a orientação da consultora Eliane Costa.   Leia mais

terça-feira, maio 06, 2014

Roteiro de articulação, mobilização e captação de recursos: quanto devo pedir?


Imagem do site do Banco Central



Por Alê Barreto *
alebarreto@gmail.com




Passo 2 - Quanto devo pedir?


No passo 1 falamos sobre a importância de se entender quais são as nossas necessidades. Mas e agora, quanto devo pedir?

É muito comum que, preocupados com o bom andamento de nossas ações, façamos um check-list que inclua tudo. E é bem possível que este "tudo" seja um valor alto.

Regra básica para articulação, mobilização e captação de recursos:

quanto mais alta a quantia a ser captada, mais complexa será a ação para obtenção da mesma.

Trocando em miúdos: é mais difícil obter valores muito altos. E os motivos são vários.

Primeiro: a empresa, órgão público ou ONG que irá destinar recursos sempre estará preocupada se quem está solicitando irá realmente utilizá-lo somente para o fim pretendido.

Segundo: a empresa, órgão público ou ONG que irá destinar recursos muitas vezes possui a preocupação de atender muitas atividades. Isso faz com que o limite de recursos para cada projeto não seja muito alto.

Terceiro: a empresa, órgão público ou ONG sabe que quanto maior o volume de recursos, maiores deverão ser as habilidades na administração e prestação de contas destes recursos.

Assim, outra questão central para articulação, mobilização e captação de recursos é pegar o valor total de nossas necessidades e dividi-lo. Desta forma, por exemplo, ao invés de ter que arrumar R$ 500 mil reais para custear uma mostra de teatro e oficinas, possivelmente sua tarefa seja articular R$ 150 mil reais para oficinas e R$ 350 mil reais para uma mostra.


Resumindo:

Passo 1 - Quais são as minhas necessidades?

Passo 2 - Quanto devo pedir ? Quanto mais alta a quantia a ser captada, mais complexa será a ação para obtenção da mesma. Dividir o valor total das necessidades por ações, projetos ou programas.



sexta-feira, maio 02, 2014

Lista de interessados no workshop "Começar a fazer produção" - Porto Alegre - RS - previsão junho de 2014

Palestra "Começar a Fazer" com coletivos durante o Grito do Rock em Brasília/DF


Por Alê Barreto
alebarreto@gmail.com


Tenho recebido muitos e-mails do Rio Grande do Sul, me perguntando sobre os workshops, palestras e cursos. E tenho noção de que o meu estado de origem é grande, tem muitos municípios, e a oferta do ensino nesta área ainda é pequena.


Então, começa hoje uma campanha para formarmos uma turma para o workshop "Começar a Fazer Produção".

Veja como participar da lista de interessados. Acesse também o Guia do Estudante Produtor Cultural Independente.


Lista de interessados no workshop "Começar a fazer produção" - Porto Alegre - RS





O Produtor Cultural Independente convida você a fazer parte da 
lista de interessados no workshop "Começar a fazer produção" e da campanha para formação da turma.

O workshop "Começar a fazer produção" dá sequência ao trabalho formativo do produtor cultural independente Alê Barreto, de ampliar a visibilidade da profissão de produtor, de qualificar profissionais para o mercado e de incentivar pessoas que desejam fazer produção.

Neste workshop você irá receber noções sobre:

- história da profissão no Brasil
- noções sobre organização dos setores criativos brasileiros e economia criativa
- sugestões práticas de como encontrar trabalho e se inserir no mercado
- informações sobre onde aprofundar seus estudos no Brasil

A realização do workshop está prevista para 01 (um) dia, com carga horária de 4 horas, no período de 02 a 11 de junho de 2014, na cidade de Porto Alegre, condicionada a turma mínima de 10 (dez) participantes inscritos até 15 (quinze) dias antes da data prevista divulgada. A classificação indicativa é de 16 anos.
Clique aqui e inscreva-se na lista

Informações adicionais sobre promoções de inscrições, valor da inscrição, data e local serão informadas durante a campanha de formação da turma para o workshop.

A presente lista visa aproximar públicos interessados nesta atividade. A última vez que o produtor Alê Barreto ministrou curso em Porto Alegre foi em 2010.

O workshop "Começar a fazer produção" é uma realização de Alê Barreto, um profissional multifuncional. Administrador de empresas, gestor de pessoas, gerente de projetos, produtor executivo, consultor, criador de conteúdo, professor e palestrante. Atualmente é um dos gestores do Grupo Nós do Morro no Rio de Janeiro (RJ) juntamente com a cineasta e roteirista Luciana Bezerra. Está em fase de conclusão do MBA em Gestão Cultural na Universidade Cândido Mendes (RJ). Sua monografia é sobre carreira artística e criativa e conta com a orientação da consultora Eliane Costa. É criador do blog "Produtor Cultural Independente" e do livro "Aprenda a Organizar um Show". É professor convidado em atividades do Ministério da Cultura e do Itaú Cultural.

Clique aqui e inscreva-se na lista


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Alexandre Barreto, mais conhecido como “Alê Barreto”, é um profissional multifuncional. Administrador de empresas, gestor de pessoas, gerente de projetos, produtor executivo, consultor, criador de conteúdo, professor e palestrante. 
Atualmente é um dos gestores do Grupo Nós do Morro no Rio de Janeiro (RJ) juntamente com a cineasta e roteirista Luciana Bezerra e está em fase de conclusão do MBA em Gestão Cultural na Universidade Cândido Mendes (RJ). Sua monografia é sobre carreira artística e criativa e conta com a orientação da consultora Eliane Costa.   Leia mais