segunda-feira, março 10, 2014

Nova edição da Revista do Observatório Itaú Cultural apresenta o tema Cultura e Formação




Por Alê Barreto *
alebarreto@gmail.com


Recebi semana passada o número 15 da Revista Observatório Itaú Cultural. Como sempre, uma publicação cuidadosa e com olhar plural sobre as questões que envolvem arte e cultura.

Esta edição é especial. Está relacionada ao Seminário Internacional de Cultura e Formação realizado em novembro de 2012.

Tem vídeos no canal do Youtube.  Este aqui abaixo tem um momento com a Regina Bertola, integrante do grupo de teatro Ponto de Partida, de Barbacena (MG). Me chamou atenção, porque o Romulo Avelar falou muito bem sobre o processo de organização, gestão e produção deste grupo.


Leia a revista na internet



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Alexandre Barreto, mais conhecido como “Alê Barreto”, é um profissional multifuncional. Administrador de empresas, gestor de pessoas, gerente de projetos, produtor executivo, consultor, criador de conteúdo, professor e palestrante. 
Atualmente é um dos gestores do Grupo Nós do Morro no Rio de Janeiro (RJ) juntamente com a cineasta e roteirista Luciana Bezerra e está em fase de conclusão do MBA em Gestão Cultural na Universidade Cândido Mendes (RJ). Sua monografia é sobre carreira artística e criativa e conta com a orientação da consultora Eliane Costa.   Leia mais

quinta-feira, março 06, 2014

Fazer produção não é aventura: tem que ter segurança





Por Alê Barreto *
alebarreto@gmail.com


No fascículo 24 do meu livro "Aprenda a Organizar um Show" que trata da questão da segurança, oriento: 

"o que precisa de segurança? As pessoas, sempre em primeiro lugar".

Esta percepção em 2007, de um produtor cultural independente estreante, não estava muito longe da realidade brasileira. A evidência disso foi a constatação de um grande número eventos acontecendo no Brasil com irregularidades e situações de risco similares às da tragédia da boate Kiss.

O Ministério da Justiça publicou então a Portaria 3.083/2013 (ver também nota técnica 304/2013 da Secretaria Nacional do Consumidor) e iniciou uma campanha educativa buscando sensibilizar a sociedade para estar atenta ao cumprimento destas determinações. Mas... ainda há muita coisa a ser feita. A matéria "Boates do Rio e São Paulo ainda apresentam falhas, um ano após Santa Mariade Alana Gandra publicada no portal da Agência Brasil traz muitas evidências disso. Segue a citação de alguns trechos:

- "(...) uma pesquisa da Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste) feita com 14 casas noturnas das capitais de São Paulo e do Rio de Janeiro chegou a conclusão que as falhas em relação à segurança e aos direitos do consumidor persistem na maioria dos estabelecimentos";

- "O estudo revela que, no cômputo geral, as boates de São Paulo estão em condições melhores que as do Rio de Janeiro".

- "(...) alguns itens parecem ser completamente ignorados pelas casas noturnas. Entre eles, o alvará de funcionamento e a indicação de lotação máxima, que devem ser afixados na entrada das casas noturnas e cinemas".

- "Destaque ainda para a falta de higiene e de conservação, principalmente dos banheiros. Caso da maioria das boates do Rio de Janeiro e de dois estabelecimentos de São Paulo".


As informações da pesquisa me levam a pensar também que:

- o não cumprimento das normas de segurança e do consumidor apontam a necessidade de maior fiscalização;

- há necessidade de um sistema de inspeção dos espaços e emissão de alvarás mais ágil: uma vez corrigida a situação irregular e recolhidas as taxas devidas, ter-se um prazo de 48 horas para emissão de alvarás e autorizações, de forma que os empresário que cumprirem com a legislação vigente não sejam obrigados a ficar de "portas fechadas" aguardando burocracias que atrapalham a vida de todos;

- os consumidores brasileiros precisam estar mais atentos e perder a vergonha de fiscalizar;

- é preciso melhorar a qualificação profissional das pessoas que atuam em eventos, entretenimento e ações culturais. Garanto para você que a maior parte dos alunos de produção no Brasil desconhecem a maior parte das leis que precisam ser atendidas.


Se a segurança nas duas maiores metrópoles brasileiras, que possuem a maior infraestrutura de lazer, cultura e entretenimento, como estão as demais cidades brasileiras?


Leia a matéria da Agência Brasil na íntegra.




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Alexandre Barreto, mais conhecido como “Alê Barreto”, é um profissional multifuncional. Administrador de empresas, gestor de pessoas, gerente de projetos, produtor executivo, consultor, criador de conteúdo, professor e palestrante. 
Atualmente é um dos gestores do Grupo Nós do Morro no Rio de Janeiro (RJ) juntamente com a cineasta e roteirista Luciana Bezerra e está em fase de conclusão do MBA em Gestão Cultural na Universidade Cândido Mendes (RJ). Sua monografia é sobre carreira artística e criativa e conta com a orientação da consultora Eliane Costa.   Leia mais

sexta-feira, fevereiro 28, 2014

Gestão cultural é uma nova profissão? Gestão cultural se ensina?



Por Alê Barreto *
alebarreto@gmail.com

A imagem acima é do professor Alfonso Martinell Sempere durante o painel 3 do Encontro Internacional sobre Formação em Gestão Cultural, organizado pelo Centro de Pesquisa e Formação do SESC São Paulo.


Sua apresentação fala sobre uma questão muito contemporânea: a tensão que existe entre as pessoas que exercem a gestão cultural na prática e as pessoas que estudam e pesquisam a gestão cultural.







Vejam que depois de 30 anos lecionando (no Brasil, o surgimento desta formação é muito recente), ele afirma:

"(...) eu não estou convencido de que o meu melhor aluno do curso de mestrado seja o melhor gestor cultural logo depois do curso e também não estou convencido de que pessoas sem formação com gestão cultural não possam desempenhar uma boa gestão cultural".


Esta fala nos traz uma boa dica sobre a necessidade de refletirmos sobre nossa própria condição.


Assista o painel na íntegra. Há também um excelente conteúdo nas apresentações do professor José Teixeira Coelho (
Observatório Itaú Cultural - Curso de Especialização em Gestão Cultural e Roberto Guerra (Escuela de Gestores y Animadores Culturales - EGAC)






Assista também o painel 2 com apresentações de Andrea Fantoni (Centro Latinoamericano de Economía Humana - CLAEH), Dennis de Oliveira (Especialização em Gestão de Projetos Culturais e Organização de Eventos CELACC - Centro de Estudos Latino-Americanos sobre Cultura e Comunicação Universidade de São Paulo - USP) e Kátia de Marco (coordenadora da Pós-Graduação Lato Sensu em Gestão Cultural - Universidade Candido Mendes - UCAM).






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Alexandre Barreto, mais conhecido como “Alê Barreto”, é um profissional multifuncional. Administrador de empresas, gestor de pessoas, gerente de projetos, produtor executivo, consultor, criador de conteúdo, professor e palestrante. 
Atualmente é um dos gestores do Grupo Nós do Morro no Rio de Janeiro (RJ) juntamente com a cineasta e roteirista Luciana Bezerra e está em fase de conclusão do MBA em Gestão Cultural na Universidade Cândido Mendes (RJ). Sua monografia é sobre carreira artística e criativa e conta com a orientação da consultora Eliane Costa.   Leia mais

quinta-feira, fevereiro 27, 2014

Estão abertas as inscrições para a Semana de Gestão e Políticas Culturais de Belo Horizonte / MG




Por Alê Barreto *
alebarreto@gmail.com



Amigos, estão abertas as inscrições para a Semana de Gestão e Políticas Culturais que irá acontecer em Belo Horizonte de 31 de março a 4 de abril. Vou ministrar a aula "Construção de carreira artística" no dia 02 de abril. Seguem informações sobre toda a semana e programação completa.


Semana de Gestão e Políticas Culturais de Belo Horizonte / MG

Nova edição do projeto voltado para gestores públicos e produtores culturais reúne nomes de peso para analisar e debater o cenário cultural brasileiro e dialogar com a realidade local da cidade mineira

O Itaú Cultural, em parceria com o Observatório da Diversidade Cultural – ODC e o Centro de Arte Popular - Cemig, promove a Semana de Gestão e Políticas Culturais em Belo Horizonte. Os encontros acontecem entre os dias 31 de março a 04 de abril, no Auditório do Centro de Arte Popular – Cemig, no Circuito Cultural Praça da Liberdade, e abordam cinco pilares centrais do atual cenário cultural no Brasil: políticas culturais e participação; formação de público da cultura; planejamento e gestão cultural; o criativo e os novos arranjos produtivos na cultura; e cultura, direitos e institucionalidades.

Esta é a vigésima primeira edição desse curso livre, para o qual foram convidados professores e gestores culturais do Ceará, Bahia, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Totalizando dez profissionais, eles ministram aulas expositivas e apresentam experiências de gestão cultural, tanto no setor público quanto no privado.

Entre os convidados estão Albino Rubim, José Marcio Barros, Bernardo da Mata Machado, Isaura Botelho, Ana Paula do Val, Alexandre Barreto e Humberto Cunha. Os nomes foram escolhidos a partir da relação entre os temas propostos pela Semana e a cena cultural em Belo Horizonte. “Todos são especialistas na área e atuam em território nacional. Discutir a cultura em suas diversas etapas, do criativo às políticas culturais, passando pela formação de público, é um importante exercício para desenvolver o setor no país”, comenta Juliano Januzzi, coordenador do Centro de Arte Popular.

Foram disponibilizadas 65 vagas gratuitas e as inscrições estarão abertas de 24 de fevereiro a 07 de março. Os interessados podem fazer sua inscrição pelo site: www.observatoriodadiversidade.org.br/semanadegestao. A Semana é destinada a todos os profissionais que trabalham na área cultural e têm atuação na gestão e na produção, seja pública ou privada. Os interessados devem apresentar uma carta que comprove sua atuação na área cultural.


Semanas de Gestão

Em seis anos, 21 cidades brasileiras já participaram da Semana de Gestão: São Luiz, Porto Velho, Boa Vista, Rio Branco, Salvador, Aracaju, Maceió, João Pessoa, Florianópolis, Curitiba, Porto Alegre, Goiânia, São Paulo (três vezes), Macapá, Recife, Bauru, Ribeirão Preto e Presidente Prudente. Neste período, cerca de 2.300 gestores, produtores e profissionais ligados às áreas culturais participaram dos cursos livres que, no total, somam mais de 800 horas de aulas e palestras sobre a cultura nas Semanas de Gestão.


Programação e inscrições







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Alexandre Barreto, mais conhecido como “Alê Barreto”, é um profissional multifuncional. Administrador de empresas, gestor de pessoas, gerente de projetos, produtor executivo, consultor, criador de conteúdo, professor e palestrante. 
Atualmente é um dos gestores do Grupo Nós do Morro no Rio de Janeiro (RJ) juntamente com a cineasta e roteirista Luciana Bezerra e está em fase de conclusão do MBA em Gestão Cultural na Universidade Cândido Mendes (RJ). Sua monografia é sobre carreira artística e criativa e conta com a orientação da consultora Eliane Costa.   Leia mais

quinta-feira, fevereiro 13, 2014

Quer trabalhar como assistente de produção na TV Globo?



Por Alê Barreto *
alebarreto@gmail.com




Muita gente me manda e-mail com currículo pedindo oportunidade para trabalhar com produção.

Esta semana fiquei sabendo que é possível monitorar oportunidades de trabalho no portal Banco de Talentos da Rede Globo.

Segundo informações fornecidas neste site, ele é a principal fonte de busca para contratação profissional.

Se você está procurando uma oportunidade de emprego ou estágio em produção (e outras áreas afins), vale a pena ir lá se cadastrar.

No momento, eles estão com alguns processos seletivos em andamento. Um deles é para assistente de produção. 

Para esta atividade, estão solicitando pessoas com formação de nível superior (completa), conhecimentos na realização de eventos de grande porte e gestão de projetos, com grande capacidade de organização, relacionamento interpessoal e negociação.

Vá até lá e veja mais detalhes 

https://cand.i-hunter.net/redeglobo/frameset.asp?codVaga=33978






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Alê Barreto (ou Alexandre Barreto) é administrador de empresas, gestor cultural, gestor de pessoas, gerente de projetos, empresário artístico, produtor executivo, consultor, criador de conteúdo, blogueiro, professor e palestrante. Concluiu sua formação em gestão pública em cultura pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e o MBA em Gestão Cultural na Universidade Cândido Mendes (RJ). Gosta de desafios. Isso faz com que esteja aberto a convites, à novas oportunidades e a trabalhar em diferentes lugares. 
Saiba mais

Atualmente reside no Rio de Janeiro, é um dos gestores do Grupo Nós do Morro na comunidade do Vidigal e responsável pela implantação da área de Produção Cultural na Escola de Música da Rocinha.

+55 21 97627 0690 alebarreto@gmail.com

Quanto pagar para serviços de vídeo?



Por Alê Barreto *
alebarreto@gmail.com


No último post, foi passada a dica de referência para valor de remuneração para produtor, auxiliar de produção, assistente administrativo e técnico em programação cultural. Quem não viu, aqui vai o link 


Outra referência importante é para vídeo. Quase todos os eventos e projetos hoje em dia necessitam serviços de registro em vídeo. Uns mais complexos, outros mais simples.

Mas... quanto pagar? O bom senso pede que uma remuneração cubra os custos do prestador de serviços e o mesmo tenha também o seu lucro.

Com a quantidade de freelancers e profissionais que realizam filmagem, há uma variação muito grande no preço dos serviços. Além disso, cada região e cidade do país, possui um "ecossistema" de preços.

Então aí vai um exemplo de referência.

O Sesc-SP abriu um processo seletivo para cinegrafista e o valor do salário é de $ 5.574,00.

Saiba mais detalhes sobre a função e, se for o caso, se candidate no processo seletivo. Mas atenção: as inscrições vão somente até 17/02/2014.

http://oportunidades.cfinternet.sescsp.org.br/oportunidades/OportunidadesInterna.cfm?recrutamento_id=264



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Leia também


Conheça o livro "Direito e Cultura – Aspectos jurídicos da gestão e produção cultural"
http://produtorindependente.blogspot.com.br/2014/01/conheca-o-livro-direito-e-cultura.html

O produtor de uma banda tem que ser um faz tudo?
http://produtorindependente.blogspot.com.br/2014/01/o-produtor-de-uma-banda-tem-que-ser-um.html

As coisas muitas vezes não devem ser em tempo real, mas devem ser no bom tempo
http://produtorindependente.blogspot.com.br/2014/01/as-coisas-muitas-vezes-nao-devem-ser-em.html


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Alexandre Barreto, mais conhecido como “Alê Barreto”, criador do blog, da marca e do programa "Produtor Cultural Independente", é um profissional multifuncional. Administrador de empresas, gestor cultural, gestor de pessoas, gerente de projetos, produtor executivo, consultor, criador de conteúdo, professor e palestrante. Seu trabalho pioneiro de disseminação de informações no blog e livro "Aprenda a Organizar um Show" têm inspirado pessoas que produzem ações culturais, artísticas e de economia criativa no Brasil.

Rio de Janeiro (21) 9 7627 0690/ Porto Alegre (51) 9473-1561 alebarreto@gmail.com

Atualmente é um dos gestores do Grupo Nós do Morro no Rio de Janeiro. Concluiu o curso MBA em Gestão Cultural na Universidade Cândido Mendes (RJ) e está finalizando sua monografia sobre carreira artística com a orientação da consultora Eliane Costa.

quarta-feira, fevereiro 12, 2014

Quanto pagar para um assistente, um auxiliar de produção, um técnico de programação ou um produtor cultural?



Por Alê Barreto *
alebarreto@gmail.com


Quem faz orçamento para projetos ou quem está planejando uma empresa, vez por outra se pega com esta dúvida: quanto pagar para as pessoas que farão parte da equipe?


Esta semana, uma amiga via facebook me passou uma dica de processos seletivos que estão ocorrendo nas Fábricas de Cultura (SP). São bons exemplos de salários que são praticados no mercado.


Produtor e auxiliar de produção


Anotem aí o que está sendo oferecido:


- produtor cultural (com ensino médio completo) - R$ 3.747,99

- auxiliar de produção (com ensino médio completo) - R$ 1.409,92

Para ambas posições, regime de CLT.


Quem quiser mais detalhes ou até se candidatar, acesse este link até o dia 14/02

http://girasp.com.br/2014/02/fabricas-de-cultura-abre-selecao-para-produtor-cultural-e-auxiliar-de-producao/



Assistente administrativo


Esta oportunidade já é cursando superior em administração ou na área de humanas.

Valor: R$ 2.202,87 Regime CLT.
Quem quiser mais detalhes ou até se candidatar, acesse este link até o dia 14/02



Técnico em programação cultural


Para esta oportunidade é exigida escolaridade de técnico em artes.

Valor: R$ 2.202,87 Regime CLT.

Quem quiser mais detalhes ou até se candidatar, acesse este link até o dia 14/02




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Leia também


Conheça o livro "Direito e Cultura – Aspectos jurídicos da gestão e produção cultural"
http://produtorindependente.blogspot.com.br/2014/01/conheca-o-livro-direito-e-cultura.html

O produtor de uma banda tem que ser um faz tudo?
http://produtorindependente.blogspot.com.br/2014/01/o-produtor-de-uma-banda-tem-que-ser-um.html

As coisas muitas vezes não devem ser em tempo real, mas devem ser no bom tempo
http://produtorindependente.blogspot.com.br/2014/01/as-coisas-muitas-vezes-nao-devem-ser-em.html


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Alexandre Barreto, mais conhecido como “Alê Barreto”, criador do blog, da marca e do programa "Produtor Cultural Independente", é um profissional multifuncional. Administrador de empresas, gestor cultural, gestor de pessoas, gerente de projetos, produtor executivo, consultor, criador de conteúdo, professor e palestrante. Seu trabalho pioneiro de disseminação de informações no blog e livro "Aprenda a Organizar um Show" têm inspirado pessoas que produzem ações culturais, artísticas e de economia criativa no Brasil.

Rio de Janeiro (21) 9 7627 0690/ Porto Alegre (51) 9473-1561 alebarreto@gmail.com

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quarta-feira, fevereiro 05, 2014

Paulo Miguez fala sobre aspectos socioculturais do carnaval do Centro de Formação e Pesquisa Sesc São Paulo



Por Alê Barreto *
alebarreto@gmail.com


Acontece hoje a palestra sobre as múltiplas dimensões do carnaval, em abordagem social, cultural, econômica e política.


Paulo Miguez, professor da UFBA e pesquisador do Centro de Estudos Multidisciplinares em Cultura (CULT/UFBA) irá falar questões como


- a caracterização do Brasil no imaginário nacional e internacional como “o país do carnaval” e suas limitações;

- as transformações sofridas pelo carnaval em decorrência de sua apropriação pela indústria do entretenimento e turismo;

- a importância da festa para a formação cultural do povo brasileiro e as tensões que nela emergem: o cristão e o pagão, o selvagem e o civilizado, o tradicional e o moderno.



A atividade faz parte da programação de fevereiro do Centro de Pesquisa e Formação SESC São Paulo.

Conheça programação completa no endereço http://centrodepesquisaeformacao.sescsp.org.br/



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Leia também


Conheça o livro "Direito e Cultura – Aspectos jurídicos da gestão e produção cultural"
http://produtorindependente.blogspot.com.br/2014/01/conheca-o-livro-direito-e-cultura.html

O produtor de uma banda tem que ser um faz tudo?
http://produtorindependente.blogspot.com.br/2014/01/o-produtor-de-uma-banda-tem-que-ser-um.html

As coisas muitas vezes não devem ser em tempo real, mas devem ser no bom tempo
http://produtorindependente.blogspot.com.br/2014/01/as-coisas-muitas-vezes-nao-devem-ser-em.html


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Alexandre Barreto, mais conhecido como “Alê Barreto”, criador do blog, da marca e do programa "Produtor Cultural Independente", é um profissional multifuncional. Administrador de empresas, gestor cultural, gestor de pessoas, gerente de projetos, produtor executivo, consultor, criador de conteúdo, professor e palestrante. Seu trabalho pioneiro de disseminação de informações no blog e livro "Aprenda a Organizar um Show" têm inspirado pessoas que produzem ações culturais, artísticas e de economia criativa no Brasil.

Rio de Janeiro (21) 9 7627 0690/ Porto Alegre (51) 9473-1561 alebarreto@gmail.com

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segunda-feira, fevereiro 03, 2014

Uso indevido do conteúdo do livro "Aprenda a Organizar um Show"




Por Alê Barreto *
alebarreto@gmail.com


Amigos, venho esclarecer um problema que está ocorrendo.


Sem minha autorização foi colocado no site prezi.com partes do conteúdo do meu livro "Aprenda a Organizar um Show", inclusive com o nome do livro, conforme podem ver na tela, acessada hoje no endereço http://prezi.com/cwcila-qouk1/aprenda-a-organizar-um-show/ , sem nenhuma menção a autoria do mesmo.

Além disso, no final, há uma menção a "workshop produção de eventos" com Mayra Bezerra





Diante do exposto:

- esclareço que nada tenho haver com esta ação;

- não autorizei Augusto Moraes, pessoa que aparece como responsável pelo upload do conteúdo em 02 de novembro de 2013, a divulgar o meu conteúdo nesta plataforma;

- não autorizei a vinculação do livro "Aprenda a Organizar um Show" à venda de workshops de produção de eventos de Mayra Bezerra.


Quem desejar utilizar o conteúdo do livro "Aprenda a Organizar um Show" tem direito a

compartilhar - copiar e redistribuir o material em qualquer suporte ou formato
adaptar - remixar, transformar e criar a partir do material

DE ACORDO COM OS TERMOS ABAIXO

Para aumentar, clique na imagem

Solicito que o conteúdo seja retirado do site ou atribuída a autoria, caso contrário serão tomadas medidas judiciais cabíveis.



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Alexandre Barreto, mais conhecido como “Alê Barreto”, criador do blog, da marca e do programa "Produtor Cultural Independente", é um profissional multifuncional. Administrador de empresas, gestor cultural, gestor de pessoas, gerente de projetos, produtor executivo, consultor, criador de conteúdo, professor e palestrante. Seu trabalho pioneiro de disseminação de informações no blog e livro "Aprenda a Organizar um Show" têm inspirado pessoas que produzem ações culturais, artísticas e de economia criativa no Brasil.

Rio de Janeiro (21) 9 7627 0690/ Porto Alegre (51) 9473-1561 alebarreto@gmail.com

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quinta-feira, janeiro 30, 2014

Conheça o livro "Direito e Cultura – Aspectos jurídicos da gestão e produção cultural"




Por Alê Barreto *
alebarreto@gmail.com


Em 2011, quando fiz o curso do Romulo Avelar (ver o site http://www.oavessodacena.com.br/), ele falou que estava para sair um excelente livro sobre direito, relacionado às questões culturais.


Pois o livro já saiu. Trata-se do "Direito e Cultura – Aspectos jurídicos da gestão e produção cultural".

Segundo informações do site do projeto, "esta obra trata dos diversos campos do Direito aplicados à cultura. Inicia-se por um passeio pela evolução da história dos direitos culturais e em seguida discorre sobre temas práticos voltados especialmente para artistas, produtores culturais e empresários atuantes na área, como direitos autorais e de imagem, marcas, leis de incentivo à cultura, licenciamento de eventos, trabalho de artistas estrangeiros, organização de pessoas jurídicas com finalidades culturais, contratos e obrigações, convênios com o Poder Público, licitações e aspectos tributários das atividades culturais. O livro é fruto da experiência e de debates coletivos de seus autores, oriundos da prática diária do Direito do Entretenimento no escritório Drummond & Neumayr Advocacia".


É muito positivo ver que estamos nos organizando no Brasil.


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Alexandre Barreto, mais conhecido como “Alê Barreto”, criador do blog, da marca e do programa "Produtor Cultural Independente", é um profissional multifuncional. Administrador de empresas, gestor cultural, gestor de pessoas, gerente de projetos, produtor executivo, consultor, criador de conteúdo, professor e palestrante. Seu trabalho pioneiro de disseminação de informações no blog e livro "Aprenda a Organizar um Show" têm inspirado pessoas que produzem ações culturais, artísticas e de economia criativa no Brasil.

Rio de Janeiro (21) 9 7627 0690/ Porto Alegre (51) 9473-1561 alebarreto@gmail.com

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quarta-feira, janeiro 29, 2014

O produtor de uma banda tem que ser um faz tudo?





Por Alê Barreto *
alebarreto@gmail.com


Muita gente que participa dos meus cursos diz (e muitas vezes, com muito orgulho) que o produtor é um "faz tudo". Pode até em alguns momentos ser. Mas não há lugar nenhum que dica que "sempre terá que ser um faz tudo".

Há uma grande confusão que precisa ser esclarecida.


Início da vida profissional
Todo mundo que começa a trabalhar é faz tudo. O desenho do "estagiário faz tudo" acima ilustra bem isso.


Início de empreendimento
Todo mundo que inicia um empreendimento é faz tudo. Isso porque você não tem recursos para contratar uma equipe. Isso não quer dizer que o produtor está "condenado" a ter que fazer mil atividades.


Falta de informação
Como muita gente aprende na prática, acaba "copiando" a maneira de outras pessoas trabalharem. Muitas pessoas não conseguem se livrar da maneira "caótica" de trabalhar do modo "faz tudo" e acabam ensinando para novos profissionais que isso é o certo.


Com mais organização, melhoramos a gestão das pessoas, sua qualidade de vida e também aumentamos a produtividade


A dificuldade de perceber em meio a rotina do dia a dia que uma produção necessita ampliar sua organização ao longo do tempo talvez seja uma das maiores causas dos produtores trabalharem no sistema "faz tudo".

Quando se começa a organizar e planejar um trabalho, começa-se a perceber que cada atividade exige um profissional. É como um time de futebol: tem que ter goleiro, zagueiro, atacante, etc.



Até que ponto uma atividade deve ou não ser feita por um produtor?

Não existe regra fixa. É livre negociação. O importante é que o produtor defina que atividades fazem parte da prestação de serviços que está propondo para o artista, antes de começar.

Quanto mais detalhada for uma proposta de trabalho, mais garantias você terá que o seu tempo será utilizado para fazer o que realmente está se propondo.


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Alexandre Barreto, mais conhecido como “Alê Barreto”, criador do blog, da marca e do programa "Produtor Cultural Independente", é um profissional multifuncional. Administrador de empresas, gestor cultural, gestor de pessoas, gerente de projetos, produtor executivo, consultor, criador de conteúdo, professor e palestrante. Seu trabalho pioneiro de disseminação de informações no blog e livro "Aprenda a Organizar um Show" têm inspirado pessoas que produzem ações culturais, artísticas e de economia criativa no Brasil.

Rio de Janeiro (21) 9 7627 0690/ Porto Alegre (51) 9473-1561 alebarreto@gmail.com

Atualmente é um dos gestores do Grupo Nós do Morro no Rio de Janeiro. Concluiu o curso MBA em Gestão Cultural na Universidade Cândido Mendes (RJ) e está finalizando sua monografia sobre carreira artística com a orientação da consultora Eliane Costa.

quinta-feira, janeiro 23, 2014

As coisas muitas vezes não devem ser em tempo real, mas devem ser no bom tempo







Por Alê Barreto *
alebarreto@gmail.com

 

A frase acima não é minha. É do José Marcelo Zacchi. Agora, neste parágrafo, ela significa "sim, amigos, eu continuo escrevendo minha monografia sobre carreira artística e criativa". Muita gente me pergunta porque a demora em postar novos conteúdos. Sei que é difícil nos dias de hoje se ter paciência para esperar. Muita gente deve cansar de vir ao blog e não encontrar uma novidade. Mas até terminar esta importante etapa do meu aprendizado, o ritmo de produção de conteúdo no blog e nas redes sociais será lento. E olha... talvez até continue assim.

O exercício de não estar online o tempo todo, interagindo o tempo todo, produzindo conteúdo o tempo todo, não é uma dificuldade minha por não ter nascido em meio a telefones e tablets. Particularmente, posso garantir que utilizo a navegação em internet, blogs, redes sociais, etc. de forma muito mais produtiva e interessante que muita gente. Criei um dos primeiros blogs de produção cultural do Brasil. Lancei um dos primeiros livros de produção de shows do Brasil. Criei e divulguei cursos. Já coloquei mais de 1.000 textos na internet. Textos meus deram origem a publicações impressas. E por aí vai.

Não estar o tempo todo online trata-se de uma percepção de que não podemos endeusar os recursos. Os recursos tecnológicos são apenas recursos. Como um carro. Como uma geladeira. Podem ter um potencial maior de transformação, mas potencial não significa transformação. A primeira vez que falei sobre isso foi em outubro de 2010, no curso “construa sua presença digital saudável”, no Centro de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Universidade de Brasília (CDT/UnB).   

 
 
Ontem, vi que não é só eu que penso assim. No excelente (excelente mesmo) programa Navegador, da Globo News, o Hermano Vianna falou sobre a Long Now Foundation , a fundação do "Longo Agora" que difunde a ideia de desacelerarmos.
E agora vem de novo a frase do José Marcelo Zacchi. Ele apresentou o conceito de Slow Web, e falou que trata-se de uma ideia "de que as coisas muitas vezes não devem ser em tempo real, mas devem ser no bom tempo”.

Enfim, continuo minha pesquisa prática sobre como cada vez mais utilizar os recursos ao invés dos recursos me utilizarem.

Para quem não viu o programa, segue o link:

http://g1.globo.com/globo-news/noticia/2014/01/slow-food-e-o-contraponto-da-cultura-da-aceleracao-voce-ve-no-navegador.html

Alê Youssef, Hermano Vianna, José Marcelo Zacchi e Ronaldo Lemos estão de parabéns, não somente por este programa, mas por todos e por há tantos anos possuírem uma visão aberta e ampla sobre muitos assuntos. Minha afinidade com o pensamento deles é grande, principalmente sobre a forma como percebem os fenômenos culturais. Professores de produção e gestão cultural, gastem menos tempo em sala de aula discutindo exaustivamente "a problemática da cultura" ou preocupados que a cultura não seja devorada pelo capitalismo e apresentem textos destes pensadores para seus alunos. Estarão proporcionando uma grande lição de diversidade no ensino dos assuntos relacionados a cultura.


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Alexandre Barreto, mais conhecido como “Alê Barreto”, criador do blog, da marca e do programa "Produtor Cultural Independente", é um profissional multifuncional. Administrador de empresas, gestor cultural, gestor de pessoas, gerente de projetos, produtor executivo, consultor, criador de conteúdo, professor e palestrante. Seu trabalho pioneiro de disseminação de informações no blog e livro "Aprenda a Organizar um Show" têm inspirado pessoas que produzem ações culturais, artísticas e de economia criativa no Brasil.

Rio de Janeiro (21) 9 7627 0690/ Porto Alegre (51) 9473-1561 alebarreto@gmail.com

Atualmente é um dos gestores do Grupo Nós do Morro no Rio de Janeiro. Concluiu o curso MBA em Gestão Cultural na Universidade Cândido Mendes (RJ) e está finalizando sua monografia sobre carreira artística com a orientação da consultora Eliane Costa.

quinta-feira, janeiro 02, 2014

Publicado o artigo "Elementos para se pensar uma carreira profissional artística e criativa" na revista "Cadernos do CEOM" da Unochapecó




Texto curto, rápido de ler (publicado originalmente na página do Produtor Cultural Independente no Facebook)


Por Alê Barreto *
alebarreto@gmail.com


Amigos, compartilhando: escrevi ano passado o artigo "Elementos para se pensar uma carreira profissional artística e criativa". Trata-se de um tema que estou trabalhando também na monografia da pós-graduação em gestão cultural.

O artigo foi publicado agora em dezembro de 2013 na revista "Cadernos do CEOM" do Centro de Memória do Oeste de Santa Catarina da Universidade da Universidade Comunitária da Região de Chapecó (Unochapecó). O número 39 da revista é dedicado aos temas "Economia Criativa" e "Economia da Cultura".

Vou divulgar esta informação várias vezes durante o mês de janeiro, alternada com outras postagens.

As reflexões contidas no artigo dão continuidade a ação formativa "Aprenda a Produzi uma Banda", iniciada em 2010 e que depois foi ampliada para "Aprenda a Produzir um Artista" e que hoje faz parte do Programa Produtor Cultural Independente.

Segue o link http://bell.unochapeco.edu.br/revistas/index.php/rcc/article/view/1735


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Alexandre Barreto, mais conhecido como “Alê Barreto”, criador do blog, da marca e do programa "Produtor Cultural Independente", é um profissional multifuncional. Administrador de empresas, gestor cultural, gestor de pessoas, gerente de projetos, produtor executivo, consultor, criador de conteúdo, professor e palestrante. Seu trabalho pioneiro de disseminação de informações no blog e livro "Aprenda a Organizar um Show" têm inspirado pessoas que produzem ações culturais, artísticas e de economia criativa no Brasil.

Rio de Janeiro (21) 9 7627 0690/ Porto Alegre (51) 9473-1561 alebarreto@gmail.com

Atualmente é um dos gestores do Grupo Nós do Morro no Rio de Janeiro. Concluiu o curso MBA em Gestão Cultural na Universidade Cândido Mendes (RJ) e está finalizando sua monografia sobre carreira artística com a orientação da consultora Eliane Costa.

terça-feira, dezembro 24, 2013

Vale mais a pena agir do que ficar só esperando o melhor momento e a condição mais confortável


Texto curto, rápido de ler (publicado originalmente na página do Produtor Cultural Independente no Facebook)


Por Alê Barreto *
alebarreto@gmail.com


Desde que comecei meu trabalho como administrador e produtor cultural independente, escutei muitas pessoas reclamando e explicando que não produziam suas músicas:

- porque não tinham patrocínio e/ou não tinham produtores;

- porque mesmo que gravassem, sua música seria barrada nas rádios e não chegaria a público por causa do jabá;

- porque havia um preconceito da mídia com trabalhos que não se assemelhassem ao padrão estabelecido pela indústria fonográfica;


- porque artistas que não morassem no Rio de Janeiro ou São Paulo não teriam a menor chance de continuidade e de desenvolver uma carreira;

- porque a falta de educação do povo brasileiro seria um obstáculo para que as pessoas entendessem sua arte;

- e por aí vai.


Apesar, disso, muitas pessoas, de diferentes regiões do Brasil, mesmo sem o melhor preparo artístico, técnico ou administrativo, mesmo sem certezas ou garantias, começaram a escrever, compor, tocar, gravar. Começaram a estudar. Começaram a buscar contato com artistas e produtores de gerações anteriores. Começaram a viajar pelo Brasil e pelo mundo. Começaram a aprender a vender shows. Começaram a aprender a vender CDs. Começaram a aprender a escrever e gerenciar projetos. Começaram a aprender a produzir clipes. Começaram a aprender a produzir turnês. Começaram a aprender a divulgar sua música através da internet.

Todas essas pessoas entenderam que mais importante que gostar de música e ficar paralisado pelo medo de tentar e talvez não atingir o resultado esperado, era preciso "começar a fazer".

O jornal O Globo publicou "A música brasileira do século 21", uma seleção de artistas que lançaram o primeiro disco a partir de 2000 e que hoje configuram a nova música brasileira.

Nesta lista estão Tulipa Ruiz, Matanza, Jair Naves, Violins, Pitty, Móveis Coloniais de Acaju, Siba, Criolo, Gaby Amarantos, Gang do Eletro, Flávio Renegado, Graveola e o Lixo Polifônico, Macaco Bong, Vanguart, Cidadão Instigado, Cachorro Grande, Pata de Elefante, Apanhador Só, Mombojó, BNegão, Abayomy Afrobe, Banda Canastra, Orkestra Rumpilezz, Emicida, Metá Metá, Mallu, Sabotage, Céu, Bixiga 70, Cansei de Ser Sexy, Filhos da Judith, Libra, Eskimo, Marcelo Camelo, Rodrigo Amarante e Rodrigo Campos.

Como o Brasil é muito grande, tranquilamente todos vamos ficar tentados a acrescentar mais nomes nesta lista.

Posso aqui, por conta própria, lembrar a importância também de se observar com atenção todos os artistas, projetos e programas como Trama (SP), Monstro Discos (GO), Itaú Cultural (SP), Compacto (Petrobras), Natura Musical, banco do Portal Overmundo, Musicoteca, Mercado Cultural (BA), Núcleo Contemporâneo de Música, Abril Pro Rock, Rec Beat, Brasil Música e Artes, Porto Musical, Feira da Música, Festa Nacional da Música, música do norte do Brasil de estados ricos em diversidade como o Acre, da Rádio Buzina do Gasômetro (RS), do projeto CComa (Caxias/RS), Alabê Oni (RS).

Mas por mais que acrescentemos nomes a lista, mais nomes aparecerão. É impossível não acrescentar mais nomes. A música mexe com nossos sentimentos.

Por mais que a lista aumente, nada irá diminuir o valor e a beleza que todos estes artistas listados pela curadoria do jornal O Globo conseguiram. Estes artistas deixaram sua marca na história da música brasileira a partir dos anos 2000.

E sendo período de Natal e Ano Novo, o meu presente de 2013 foi saber que duas bandas com quem trabalhei fazem parte desta lista: Cachorro Grande e Pata de Elefante.

Trabalhei com a Cachorro Grande no lançamento do CD e DVD "Acústico MTV Bandas Gaúchas", em 2005, do qual faziam parte Wander Wildner e as bandas Ultramen e Bidê ou Balde.

Com a Pata de Elefante trabalhei em 2007, de forma mais próxima, como empresário, produtor executivo do álbum "Um olho no fósforo, outro na fagulha", lançado pela Monstro Discos da qual faz parte o amigo Leo Bigode , tour manager da banda nos festivais Coca-Cola Vibezone, Goiânia Noise e fui proponente do projeto da banda no Rumos Itaú Cultural Música 2007-2009, que resultou em show, gravação de CD e DVD (distribuído no Brasil e exterior) e exibição na TV Brasil. Neste trabalho e tornei muito amigo do músico, compositor, produtor e empresário Gustavo Telles, que está de vento em popa com uma bacana carreira solo http://www.gustavotelles.com.br/euperdiomedodeerrar.htm

Meu agradecimento aos músicos da Cachorro Grande e Pata de Elefante pelo convívio, parceria, aprendizado, pelo trabalho e pela oportunidade espontânea de ter contribuído com eles para a construção de um pedacinho do novo cenário da música brasileira.

Parabéns a todos os artistas da lista, em especial para 
Pitty, Móveis Coloniais, Siba, Criolo, Gaby Amarantos, Flávio Renegado, Macaco Bong, Mombojó, BNegão, Orkestra Rumpilezz, Emicida, Céu, Filhos da Judith, Marcelo Camelo e Rodrigo Amarante, que conheço um pouco do trabalho e admiro. Espero ter tempo em 2014 para conhecer o trabalho dos demais artistas.

Parabéns também a curadoria do jornal O Globo pela escolha, que contemplou artistas de diferentes gêneros e regiões do país.

E parabéns a muitos outros artistas que não fazem parte da lista, mas que tenho certeza que com o seu trabalho continuado e organizado, todos os dias contribuem para que tenhamos uma das melhores produções musicais do mundo.

Conheça o trabalho de todos os artistas http://oglobo.globo.com/infograficos/musica00/



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Alexandre Barreto, mais conhecido como “Alê Barreto”, criador do blog, da marca e do programa "Produtor Cultural Independente", é um profissional multifuncional. Administrador de empresas, gestor cultural, gestor de pessoas, gerente de projetos, produtor executivo, consultor, criador de conteúdo, professor e palestrante. Seu trabalho pioneiro de disseminação de informações no blog e livro "Aprenda a Organizar um Show" têm inspirado pessoas que produzem ações culturais, artísticas e de economia criativa no Brasil.