segunda-feira, agosto 19, 2013

Conheça o projeto "Gestão e Produção Cultural na Bahia": uma contribuição para uma postura profissional



Assista o depoimento do professor Albino Rubim, titular da Universidade Federal da Bahia. Docente do Instituto de Humanidades, Artes e Ciências e do Programa Multidisciplinar de Pós-Graduação em Cultura e Sociedade da UFBA. Pesquisador do Centro de Estudos Multidisciplinares em Cultura da UFBA e Pesquisador do CNPq. Secretário de Cultura do Estado da Bahia. Autor de inúmeros artigos e livros, dentre os quais Políticas Culturais e o Governo Lula e Cultura e Políticas Culturais.


Por Alê Barreto *
alebarreto@gmail.com


Por que não é comum vermos postura profissional em atividades de produção cultural? Desde 2002 me faço esta pergunta. É um importante exercício que me ajuda a pensar o que podemos construir e melhorar.

Vamos então ao exercício: por que o trabalho com produção cultural muitas vezes não é profissional?

O trabalho com produção cultural, para ser profissional, precisa acima de tudo ser executado por alguém que busque realizá-lo com uma postura profissional.


Se você falar diretamente com a multidão de pessoas que hoje se considera produtor 

porque simplesmente acredita que é um produtor (todo mundo tem o direito de acreditar),

porque anda junto com artistas (tem gente que acha que fica mais profissional por estar perto de artistas),

porque já escreveu ao menos 01 (um) projeto em sua vida (escrever um projeto é importante, mas não confere automaticamente o título de profissional a ninguém),  

porque já enviou uma proposta de projeto para Lei Rouanet ou qualquer outra lei (temos gente trabalhando com produção muito antes do surgimento das leis de incentivo nos anos 90 e há milhares de pessoas no Brasil que produzem sem utilização de leis e editais),

porque acha que ser militante ou ativista necessariamente o torna um produtor cultural


e perguntar "você tem uma postura profissional?", 99% vai responder que "sim".


Acontece que muita gente deste universo de 99% que responderam que tem uma postura profissional, consideram normal:

- uma pessoa trabalhar sem treinamento ou formação;

- uma pessoa trabalhar sem nenhum tipo de contrato formal, seja trabalhista ou de prestação de serviços;

- uma pessoa trabalhar jornadas de 12 a 15 horas por dia, sem intervalo para almoço e descanso;

- uma pessoa trabalhar de graça (utilizando o título de "voluntário"), na promessa que um dia haverá patrocínio e que o trabalho passará a ser pago;

- uma pessoa trabalhar (quando for o caso de receber alguma remuneração) com a pior remuneração do mercado e achar bom;

- uma pessoa trabalhar (novamente: quando for o caso de receber alguma remuneração) aceitando que seu pagamento não tem data certa para ser realizado e que pode atrasar por tempo indeterminado;

- uma pessoa trabalhar tendo que utilizar seu computador e telefone pessoal e pagar as despesas decorrentes deste uso;

- uma pessoa estar à disposição 100% do tempo para um trabalho e ter que aceitar ligação telefônica a qualquer hora do dia e da noite, qualquer dia da semana;

- uma pessoa trabalhar sem orientações claras sobre o que deve fazer e quais são suas responsabilidades.


Conclusão: trabalhar em produção cultural com uma postura profissional ainda é uma novidade no Brasil. Estamos bem melhores do que estávamos em 2003. Não há dúvida que hoje, em 2013, existem várias iniciativas procurando melhorar estas distorções. Mas a mudança é lenta.


Uma forma de acelerarmos esta mudança é cada vez mais as pessoas que tem postura profissional compartilharem o conhecimento da produção cultural.


Neste sentido, o estado da Bahia é pioneiro no Brasil. Muitas ações que tomaram forma no governo Gilberto Gil partiram de iniciativas de redes de pessoas que atuam na produção cultural na Bahia, tanto na reflexão teórica como na prática. O ENECULT é um excelente exemplo.


Agora surgiu mais uma excelente iniciativa. Falo do projeto "Gestão e Produção Cultural na Bahia", desenvolvido por alunos do Curso de Produção Cultural da UFBA sob orientação da professora Gisele Nussbaumer, carinhosamente conhecida por Gica. São entrevistas e depoimentos em vídeo com artistas, gestores, produtores e pesquisadores baianos.
Imagine se todos os estados brasileiros tivessem um projeto similar? E se cada cidade brasileira puder fazer um projeto assim?




Assista o depoimento de Edu O, coreógrafo, dançarino e pesquisador. É integrante do Grupo X de Improvisação em dança. Desenvolveu projetos como o solo Judite que chorar, mas não consegue;Odete traga meus mortos; Ah, se eu fosse Marilyn e O Corpo Perturbador. Pesquisa políticas culturais no Brasil e a dança inclusiva.


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Alexandre Barreto, mais conhecido como “Alê Barreto”, é um profissional multifuncional. Administrador de empresas, diretor de produção e produtor executivo, possui competências tanto para organização de eventos e direção de produção como para planejamento, gerenciamento e execução de projetos culturais, sociais e corporativos. Sua ação pioneira de compartilhar suas experiências práticas têm contribuído para a organização e desenvolvimento de setores criativos brasileiros. Criador do blog “Produtor Cultural Independente”, ativo desde 2006, possui diversos textos citados e recomendados em publicações do SEBRAE e em trabalhos de graduação e pós-graduação. 

Seu livro "Aprenda a Organizar um Show", primeiro método sobre produção executiva de shows publicado em língua portuguesa na internet, já foi acessado por mais de 22.000 pessoas e rendeu-lhe convite para cursos, palestras e consultorias em várias cidades do Brasil e a indicação em 2013 ao Prêmio Dynamite de Música Independente (SP).

Atualmente é um dos gestores do Grupo Nós do Morro no Rio de Janeiro (RJ).

segunda-feira, agosto 05, 2013

Estratégia de comunicação criativa: O Rappa participa de bate-papo com convidados relembrando sua história com transmissão ao vivo pelo Google + e Youtube




Por Alê Barreto *
alebarreto@gmail.com



Meses atrás, falei de uma estratégia de comunicação dos amigos da banda Ultramen. Hoje vou falar também de uma outra excelente estratégia de comunicação criativa, que aproveita as novas tecnologias.
Na terça 6 de agosto O Rappa lança o segundo single "Auto-Reverse" e inicia a pré-venda do seu novo álbum. Para ativar a comunicação, foi planejado um bate-papo com convidados para relembrar a história da banda, com música ao vivo, direto do estúdio Toca do Bandido.








Se você tem uma banda e parceiros no seu estúdio, lance mão também desta tecnologia. Contudo, existem alguns cuidados necessários. Aprendi isso com o Bruno da Noize com quem mantive comunicação, pois estou fazendo a produção executiva da participação do Guti Fraga, um dos fundadores do Nós do Morro e atual presidente da Funarte através do hangout.


Anote as dicas de produção executiva de participação no hangout (muitas servem para outras plataformas de comunicação online)

Crie um perfil no Google+ - só acessar http://plus.google.com e seguir os passos. Você pode usar seu endereço do gmail para criar a conta.

Conexão de internet - teste da sua conexão através do link http://www.rjnet.com.br/3velocimetro.php . Clicar em "Iniciar o Teste". O ideal é que a Velocidade de Download esteja próximo a 2MB e de Upload próximo a 1MB.
Computador - computador com webcam, microfone e fone de ouvidos, para que o som das caixas de som não realimentem o microfone, dando um efeito de eco. Caso seu computador não tenha microfone, você pode usar um daqueles fones que possuem microfone embutido.


Local - para que sua imagem não fique muito escura, é importante que você esteja num local o mais bem iluminado possível. Aconselhamos que principalmente seu rosto fique bem iluminado, e que não tenha uma fonte de luz muito forte no atrás de você, para não contrastar com a iluminação do seu rosto. Para o enquadramento da webcam, é legal que você apareça do topo da cabeça até o meio do peito, aproximadamente, e que fique centralizado na tela.
Informações do participante - passe para a assessoria de comunicação do evento as informações sobre o histórico do participante (currículo, release, links com últimas notícias, etc.).



Segue abaixo informações do release oficial do evento.
O Rappa lança segundo single “Auto-Reverse” nesta terça-feira, dia 06, e inicia pré-venda do novo álbum
Na segunda-feira, 5 de agosto, às 21h, banda participa de bate-papo com convidados relembrando a história d’O Rappa, com música ao vivo. O Hangout será transmitido ao vivo pelo Google+ e YouTube

O Rappa, maior grupo de pop rock do Brasil, lança o segundo single de seu novo álbum “Nunca tem fim...” nesta terça-feira (06), com pré-venda física e por meio do iTunes a partir de 05 de agosto. A música “Auto-Reverse”, produzida por Tom Saboia e masterizada por Stephen Marcussen, fala sobre acreditar no seu próprio potencial no meio do caos urbano. Em um dos trechos da canção, estão os versos “Nós estamos na linha do tiro / Caçando os dias em horas vazias / Vizinhos do cão / Mas sempre rindo e cantando / Nunca em vão”. Dirigido pelo premiado Mauricio Eça, o videoclipe do single foi gravado em julho em comunidades cariocas e em Fernando de Noronha, com a participação do rapper Dexter, e será lançado até o final de agosto. “Nunca tem fim...”, com capa ilustrada por Mike Deodato Jr., chega às lojas no dia 03 de setembro.
O Rappa faz hangout com convidados nesta segunda-feira, dia 05, às 21h

Prestes a lançar novo álbum de estúdio, a banda formada por Falcão, Lobato, Xandão e Lauro vai reunir diversos amigos que fizeram parte de sua trajetória e convidá-los a voltar no tempo através das músicas que marcaram esta história. O bate-papo acontece na segunda-feira, 5 de agosto, a partir das 21h, e será transmitido ao vivo pelo canal d’O Rappa no YouTube (http://youtube.com/oficialorappa) e na página da banda no Google+ (http://bit.ly/1ck3X8O).

O evento será transmitido direto da Toca do Bandido, estúdio criado no Rio de Janeiro pelo produtor Tom Capone, que trabalhou com O Rappa em diversos projetos. Conduzido por Edgar Picolli, o hangout terá a participação de convidados como Sérgio Affonso, presidente da Warner Music Brasil; Constança Scofield, viúva de Tom Capone e proprietária do estúdio; Tom Sabóia, produtor do novo álbum; Silvio Essinger, escritor e jornalista; entre outros.




O Hangout Nação O Rappa é uma realização Noize Fuzz, com produção da Warner Music Brasil.Co-produção: Casa do Show. Apoio: Estúdio Toca do Bandido.

A Grudaemmim assina a estratégia digital da banda.


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Alexandre Barreto, mais conhecido como “Alê Barreto”, é um profissional multifuncional. Administrador de empresas, diretor de produção e produtor executivo, possui competências tanto para organização de eventos e direção de produção como para planejamento, gerenciamento e execução de projetos culturais, sociais e corporativos. Sua ação pioneira de compartilhar suas experiências práticas têm contribuído para a organização e desenvolvimento de setores criativos brasileiros. Criador do blog “Produtor Cultural Independente”, ativo desde 2006, possui diversos textos citados e recomendados em publicações do SEBRAE e em trabalhos de graduação e pós-graduação. 

Seu livro "Aprenda a Organizar um Show", primeiro método sobre produção executiva de shows publicado em língua portuguesa na internet, já foi acessado por mais de 22.000 pessoas e rendeu-lhe convite para cursos, palestras e consultorias em várias cidades do Brasil e a indicação em 2013 ao Prêmio Dynamite de Música Independente (SP).

Como ter o orçamento de um projeto aprovado num edital




Por Alê Barreto *
alebarreto@gmail.com


Um orçamento de um projeto, após ser enviado para um edital, passa, no mínimo, por duas análises:


- análise técnica: nesta etapa, como já diz o nome, a comissão organizadora verifica se existem erros técnicos.

- análise do mérito: os projetos que não tenham erros técnicos em seus orçamentos e nenhum erro nas demais partes integrantes do projeto, passam para uma análise de mérito.

O que está ao nosso alcance é preparar um orçamento que esteja tecnicamente correto.

Aí vão algumas dicas.


Trabalhe com tempo

Saia da mania nacional de na segunda gritar para todo mundo " o edital encerra sexta!".
Todos os meses, todos anos, editais estão encerrando. E todos os meses e todos os dias editais estão abrindo.

O ideal é planejar um orçamento com pelo menos 20 dias. Quem tem prática, pode baixar para 10 dias. Quem tem muita prática, pode trabalhar com menos dias.


Faça antes um cronograma de ações e depois orce os serviços

Primeiro a gente pensa as necessidades de produção, depois a gente faz o orçamento.

Evite outra mania nacional (aliás, muito forte aqui no Rio de Janeiro) que é a de uma pessoa escrever o texto dos objetivos e justificativa, outra fazer o cronograma e outra fazer o orçamento. Isso tem muita chance de dar errado.

Cronograma de ações aponta o que vai acontecer e quais são as necessidades de produção.  Sabendo as necessidades de produção, diminue a chance de esquecer algum item no orçamento.


Trabalhe com valores concretos

Estimar valores é tarefa para quem tem muita prática com orçamento. Procure sempre solicitar orçamento de produtos e serviços e com base nestes orçamentos construa a planilha geral de orçamento do projeto.


Impostos

Sempre que se contrata pessoas físicas, existe recolhimento de impostos. Consulte a legislação vigente.


Direitos autorais

Exibições e execuções públicas de obras artísticas geram a obrigação de pagamento de direitos autorais. 


Limites de valores estabelecidos pelos editais

Os editais geralmente estabelecem limites de valores para os projetos e quanto por cento pode ser investido em comunicação, gastos administrativos, etc. Leia com atenção os editais.




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Alexandre Barreto, mais conhecido como “Alê Barreto”, é um profissional multifuncional. Administrador de empresas, diretor de produção e produtor executivo, possui competências tanto para organização de eventos e direção de produção como para planejamento, gerenciamento e execução de projetos culturais, sociais e corporativos. Sua ação pioneira de compartilhar suas experiências práticas têm contribuído para a organização e desenvolvimento de setores criativos brasileiros. Criador do blog “Produtor Cultural Independente”, ativo desde 2006, possui diversos textos citados e recomendados em publicações do SEBRAE e em trabalhos de graduação e pós-graduação. 

Seu livro "Aprenda a Organizar um Show", primeiro método sobre produção executiva de shows publicado em língua portuguesa na internet, já foi acessado por mais de 22.000 pessoas e rendeu-lhe convite para cursos, palestras e consultorias em várias cidades do Brasil e a indicação em 2013 ao Prêmio Dynamite de Música Independente (SP).

terça-feira, julho 30, 2013

Bom é trabalhar com organização



Por Alê Barreto *
alebarreto@gmail.com


Recebi via e-mail o link para a reportagem "Jason Fried:" É difícil trabalhar no local de trabalho", publicada na revista Época (leia na íntegra).

Segundo a matéria, Jason Fried é


"(...) dono da 37 Signals, uma empresa que desenvolve aplicativos para a internet e tem mais de 3 milhões de clientes. Escritor e blogueiro (37signals.com/svn), Fried colocou algumas das filosofias que usa na empresa em seu segundo livro, Rework (Retrabalhe, em tradução livre), escrito em parceria com seu sócio, David Heinemeier. Para eles, é imperativo haver uma mudança radical no modelo de gestão de empresas e no método de trabalho. “Não nos deixam trabalhar no trabalho”, diz Jason Fried nesta entrevista a ÉPOCA. “Os locais de trabalho são baseados na interrupção, e a interrupção é a maior inimiga da produtividade e da criatividade.”


Li a entrevista. Gostei muito. Transcrevo um pequeno trecho que me chamou atenção:


[início da transcrição]

ÉPOCA – O que há de errado no método de trabalho da maioria das empresas?

Jason Fried – Há vários erros no modelo de gestão de empresas e de funcionários. Definir prioridades o tempo inteiro é um deles: tudo parece prioritário; logo, nada tem prioridade. O planejamento é outro ponto falho. Planejar é ótimo quando ocorre de fato. Muitas vezes esse planejamento é puro achismo: ideias abstratas baseadas em premissas desconhecidas e pressupostos que não sabemos se vão ocorrer ou não. Mas, para mim, o principal problema é a forma como trabalhamos e os locais para fazer isso. É difícil trabalhar no trabalho. Não nos deixam.


ÉPOCA – Como assim?

Fried – O escritório, ou como queira chamar o local de trabalho comum, está repleto de interrupções. Se você fizer uma rápida pesquisa com seus colegas, vai perceber que a maioria prefere executar as tarefas pendentes de manhã cedo ou tarde da noite. Ou levar trabalho para casa, nos fins de semana. Esse não é o melhor jeito de trabalhar. Não se trata de uma questão de preferência dos funcionários. É uma decorrência do erro na estrutura dos locais onde trabalham.


ÉPOCA – Mas as pessoas produzem, não?

Fried – As pessoas trabalhariam melhor se não fossem interrompidas. A interrupção é a maior inimiga da produtividade e da criatividade. O modo de trabalhar acaba se adaptando à interrupção. Colegas falam, riem, andam de lá para cá, telefones tocam, chefes convocam reuniões o tempo inteiro. Em vez de uma jornada de trabalho, temos momentos de trabalho ao longo do dia. Você chega, liga o computador e tem uma reunião em 50 minutos. É um momento de trabalho. Depois da reunião, você volta irritado porque a reunião foi perda de tempo e vai almoçar. Na volta, passeia na rede social, conversa com um colega sobre algo banal, outro o chama para ver um vídeo no YouTube... De repente, são 5 da tarde e você não fez nada do que precisava. É assim que as empresas funcionam hoje, não importa em qual ramo de atividade estejam.



[fim da transcrição]



Todos os equívocos relacionados a falta de produtividade no ambiente de trabalho (lembrando que a palavra "produtividade" é um tabu para muita gente no setor cultural), apontados no trecho transcrito da entrevista, são um espelho fiel da maioria dos ambientes de trabalho relacionados a produção executiva de qualquer atividade cultural. Há muitos motivos para isso. Dois deles, para mim, são os que mais prejudicam. Vamos lá.


Cargos de direção de produção, produção executiva e coordenação de projetos sendo ocupados por pessoas sem preparo, pouca experiência e submetidas a grandes tensões

Passei por isso ano passado. É uma situação muito complexa. Direção, suporte a processos de trabalho ou coordenação de equipes significa orientar o trabalho de várias pessoas, motivar as pessoas, ajudá-las a dar o melhor si, a exercerem suas competências. Como alguém que sequer conhece a equipe e sequer faz qualquer movimento no sentido de entender quem é o grupo com o qual trabalha pode estimular alguém? Como alguém pode dar o melhor de si, se o seu superior hierárquico o tempo todo empurra com a barriga processos de trabalho e justifica dizendo "gente, vamos afinando o processo" ou "é um projeto novo"?

Sugestão: prever no orçamento dos projetos (alô Ministério da Cultura, esteja aberto para inclusão disso nos projetos via lei Rouanet, audiovisual e editais em geral) recursos para alguém trabalhar com a gestão de pessoas (antigamente conhecida como RH). Assim, mesmo tendo gestores sem preparo, existirá alguém que poderá ajudar a pensar os processos de trabalho e trabalhar para melhoria das condições de trabalho.


Falta de definição dos papéis de cada um no ambiente de trabalho

Estudos sobre o sofrimento do trabalhador apontam a forma como o trabalho é organizado como um dos principais fatores. Vou mais além: tenho certeza que a organização "caótica" do trabalho tem levado muita gente a ter doenças ocupacionais, tais como a depressão. Agora imaginem: existem atualmente no Brasil pessoas "louvando" a desorganização, achando que o bacana dos novos tempos no setor cultural é a o movimento dos desorganizados. Isso é bacana para quem optou realizar ações culturais apenas com o objetivo de fruição de seus direitos culturais. Quem trabalha com arte, comunicação, cultura e entretenimento e tira o seu sustento desta atividade, sabe o quanto é importante ser organizado.

Sugestão: que se pense e planeje o papel de cada um num projeto, ao invés de apenas nomear funções e pensar num valor para uma planilha de orçamento a ser encaminhada para um edital.


Sinceramente, bom é trabalhar com organização. A arte, a cultura e a nossa qualidade de vida agradecem.



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Alexandre Barreto, mais conhecido como “Alê Barreto”, é um profissional multifuncional. Administrador de empresas, diretor de produção e produtor executivo, possui competências tanto para organização de eventos e direção de produção como para planejamento, gerenciamento e execução de projetos culturais, sociais e corporativos. Sua ação pioneira de compartilhar suas experiências práticas têm contribuído para a organização e desenvolvimento de setores criativos brasileiros. Criador do blog “Produtor Cultural Independente”, ativo desde 2006, possui diversos textos citados e recomendados em publicações do SEBRAE e em trabalhos de graduação e pós-graduação. 

Seu livro "Aprenda a Organizar um Show", primeiro método sobre produção executiva de shows publicado em língua portuguesa na internet, já foi acessado por mais de 22.000 pessoas e rendeu-lhe convite para cursos, palestras e consultorias em várias cidades do Brasil e a indicação em 2013 ao Prêmio Dynamite de Música Independente (SP).

segunda-feira, julho 29, 2013

Assista a palestra de Cláudia Leitão sobre Economia Criativa na Universidade Cândido Mendes (RJ) dia 01 de agosto





Por Alê Barreto *
alebarreto@gmail.com


Quem não puder comparecer ao lançamento dos editais da Secretaria da Economia Criativa do Ministério da Cultura dia 31 de julho, tem a chance de assistir a palestra da secretária Cláudia Leitão na Universidade Cândido Mendes, dia 01 de agosto, às 19h.

É preciso confirmar presença no e-mail ite@candidomendes.edu.br



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Alexandre Barreto, mais conhecido como “Alê Barreto”, é um profissional multifuncional. Administrador de empresas, diretor de produção e produtor executivo, possui competências tanto para organização de eventos e direção de produção como para planejamento, gerenciamento e execução de projetos culturais, sociais e corporativos. Sua ação pioneira de compartilhar suas experiências práticas têm contribuído para a organização e desenvolvimento de setores criativos brasileiros. Criador do blog “Produtor Cultural Independente”, ativo desde 2006, possui diversos textos citados e recomendados em publicações do SEBRAE e em trabalhos de graduação e pós-graduação. 

Seu livro "Aprenda a Organizar um Show", primeiro método sobre produção executiva de shows publicado em língua portuguesa na internet, já foi acessado por mais de 22.000 pessoas e rendeu-lhe convite para cursos, palestras e consultorias em várias cidades do Brasil e a indicação em 2013 ao Prêmio Dynamite de Música Independente (SP).

quinta-feira, julho 25, 2013

Secretaria de Economia Criativa do Ministério da Cultura aposta na formação e qualificação dos profissionais brasileiros



Por Alê Barreto *
alebarreto@gmail.com


O Ministério da Cultura por meio da Secretaria da Economia Criativa lançará no dia 31 de julho dois editais muito importantes: apoio a formação para profissionais e fomento a incubadoras. Estas são duas causas às quais tenho me dedicado desde 2007, época em que publiquei o texto "Vamos educar pessoas para produção cultural?" no portal Overmundo e que propus em uma audiência pública na Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul a criação de uma incubadora cultural.


Compartilho com muito prazer as informações recebidas da Secretaria de Economia Criativa do Ministério da Cultura e parabenizo as ações da Secretária Cláudia Leitão e sua equipe. Pela primeira vez alguém pensa a cultura no Brasil para além da discussão de apenas pedir mais dinheiro público para a arte. É pensando na formação que teremos mais qualidade na utilização dos recursos públicos.




E-mail recebido da Secretaria de Economia Criativa


2013/7/22 Brasil Criativo <brasilcriativo@cultura.gov.br>


Caros amigos,


Seguem anexos banner, flyer e release sobre o lançamento dos novos editais da SEC: o Edital de Apoio à Formação Para Profissionais e Empreendedores Criativos e o Edital de Fomento a Incubadoras de Empreendimentos da Economia Criativa.
Maiores informações sobre o evento de lançamento, que ocorrerá no Observatório de Favelas, na Maré, Rio, estão no release.


Agradecemos o apoio de vocês, que tem sido fundamental e nos estimula a avançar!


Cláudia Leitão
Secretaria da Economia Criativa
MINISTÉRIO DA CULTURA
Release da assessoria de comunicação do Ministério da Cultura (na íntegra).



Editais garantem R$ 6 milhões para empreendimentos culturais e criativos 


A proposta é estimular cursos de gestão cultural e ampliar vagas em incubadoras dos setores criativos 


O Ministério da Cultura (MinC), por meio da Secretaria da Economia Criativa (SEC), lançará no dia 31 de julho, na sede do Observatório de Favelas, na Maré, Rio de Janeiro, dois editais com a finalidade de contribuir para o desenvolvimento da Economia Criativa brasileira por meio do apoio financeiro à qualificação profissional e ao surgimento de novos empreendimentos nos setores criativos. 


Os editais são dirigidos a instituições públicas ou privadas que atuam na área de ensino, mas beneficiarão diretamente pequenos e micros empreendedores da cultura porque estimulam a formação em uma área pouco atendida, a gestão de empreendimentos culturais e criativos, e ampliam oportunidades para novos empreendimentos no setor. 


O total de recursos investidos pelo MinC, nos dois editais, é de R$6.100.000,00. As inscrições iniciarão no dia do lançamento e ficarão abertas até 13 de setembro de 2013.


Formação e qualificação em gestão cultural


O Edital de Apoio à Formação Para Profissionais e Empreendedores Criativos é voltado à realização de cursos para formação e qualificação em gestão no setor criativo, elaborados e ministrados por instituições públicas ou privadas sem fins lucrativos. Serão selecionados 11 projetos, divididos em três categorias: Gestão de Negócios e Empreendimentos; Gestão e Produção de Eventos; e Gestão de Carreiras. Os recursos a serem distribuídos nesse edital somam R$1.100.000,00. 


Podem concorrer entidades que tenham no mínimo três anos de existência e atuação comprovada nos 15 setores da Economia Criativa previstos pelo edital. Os cursos promovidos pelas instituições selecionadas devem oferecer vagas gratuitas, preenchidas por meio de processo seletivo público.


Investimento em incubadoras


Já o Edital de Fomento a Incubadoras de Empreendimentos da Economia Criativa tem a finalidade de fortalecer entidades que atuam com empreendimentos criativos e inovadores para que ampliem a oferta de vagas para a incubação. O total investido é de R$5.000.000,00. Serão contemplados até 20 projetos e cada um receberá um valor mínimo de R$250.000,00 e máximo de R$400.000,00. 


O primeiro edital dessa modalidade lançado pelo MinC é dirigido a instituições de ensino superior públicas ou privadas sem fins lucrativos, também com três anos de existência no mínimo, e que atuem como gestoras de incubadoras.


Uma das metas da SEC/MinC é estruturar políticas de fomento a novos empreendimentos criativos. Algumas das poucas incubadoras públicas e privadas que atuam no setor têm capacidade de investimento limitada. “Queremos estimular as incubadoras que atuam nos setores criativos a ampliar sua capacidade”, afirma a secretária da Economia Criativa do MinC, Cláudia Leitão. 


Outra dificuldade enfrentada pelo setor no Brasil, explica a secretária, é a falta de cursos com foco na gestão de empreendimentos criativos e gestão da produção cultural. “A formação é um dos gargalos da economia criativa e um dos desafios a que nos propusemos na SEC é estimular a formulação de cursos de gestão específicos para os criativos”, diz.

Acesse os editais no site do Ministério da Cultura





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Alexandre Barreto, mais conhecido como “Alê Barreto”, é um profissional multifuncional. Administrador de empresas, diretor de produção e produtor executivo, possui competências tanto para organização de eventos e direção de produção como para planejamento, gerenciamento e execução de projetos culturais, sociais e corporativos. Sua ação pioneira de compartilhar suas experiências práticas têm contribuído para a organização e desenvolvimento de setores criativos brasileiros. Criador do blog “Produtor Cultural Independente”, ativo desde 2006, possui diversos textos citados e recomendados em publicações do SEBRAE e em trabalhos de graduação e pós-graduação. 

Seu livro "Aprenda a Organizar um Show", primeiro método sobre produção executiva de shows publicado em língua portuguesa na internet, já foi acessado por mais de 22.000 pessoas e rendeu-lhe convite para cursos, palestras e consultorias em várias cidades do Brasil e a indicação em 2013 ao Prêmio Dynamite de Música Independente (SP).

terça-feira, julho 16, 2013

Produtor Cultural Independente ministra workshop "Aprenda a Produzir um Artista" dia 17 de julho em Fortaleza (CE)




Por Alê Barreto *
alebarreto@gmail.com


Quem estiver em Fortaleza (CE), pode aproveitar e se inscrever ainda no workshop "Aprenda a Produzir um Artista.

Neste encontro vamos compartilhar as seguintes informações:
O que é produzir um artista ?

• Que artista pode ser produzido?

• Quem pode produzir um artista?

• Produtor, empresário, agente artístico e representante

• Atividades básicas e avançadas de um produtor

• Recursos importantes para produção de um artista

• Kit inicial de comunicação

• Noções básicas sobre atendimento, condução de reuniões, apresentação de projetos, negociação e agenciamento

• Avaliação de risco de propostas de trabalho

• Formatos de trabalho saudáveis

• Critérios para boas relações de trabalho

• Como cobrar pela realização do seu trabalho
• Gestão de expectativas

Como participar?


Entre em contato com produtora Romelia Soares pelo fone (85) 9960-8023 ou romeliasorares@hotmail.com



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Alexandre Barreto, mais conhecido como “Alê Barreto”, é um profissional multifuncional. Administrador de empresas, diretor de produção e produtor executivo, possui competências tanto para organização de eventos e direção de produção como para planejamento, gerenciamento e execução de projetos culturais, sociais e corporativos. Sua ação pioneira de compartilhar suas experiências práticas têm contribuído para a organização e desenvolvimento de setores criativos brasileiros. Criador do blog “Produtor Cultural Independente”, ativo desde 2006, possui diversos textos citados e recomendados em publicações do SEBRAE e em trabalhos de graduação e pós-graduação. 

Seu livro "Aprenda a Organizar um Show", primeiro método sobre produção executiva de shows publicado em língua portuguesa na internet, já foi acessado por mais de 22.000 pessoas e rendeu-lhe convite para cursos, palestras e consultorias em várias cidades do Brasil e a indicação em 2013 ao Prêmio Dynamite de Música Independente (SP).

(21) 7627-0690 alebarreto@gmail.com

sexta-feira, julho 12, 2013

O escritor e produtor Marcelino Freire estará dia 13 de julho às 17h no Vidigal (RJ)




Por Alê Barreto *
alebarreto@gmail.com


"Quanto mais a literatura estiver espalhada pelos quatro mil cantos, melhor para literatura, para os leitores. Eu idealizo e organizo, a duras batalhas, anualmente, desde 2006, a Balada Literária, que reúne artistas nacionais e internacionais pelo bairro paulistano da Vila Madalena. É uma festa. O escritor precisa estar ao lado do pastel e do provolone".

As palavras acima são do escritor Marcelino Freire. Conheci o trabalho dele assistindo uma entrevista sua para um programa da Globo News e lendo seu livro "Contos Negreiros".




Marcelino Freire é um produtor independente. Escreve, publica livros e organiza em São Paulo a Balada Literária.

Lembrei então avisar as pessoas que estudam produção cultural, das mais diferentes formas (autodidata, na escola, no curso técnico, na faculdade, na prática), para participarem de um encontro que acontecerá sábado dia 13/07 na escola Almirante Tamandaré, 17h, no Vidigal. O endereço é avenida Presidente João Goulart, 296 (esta avenida é conhecida na comunidade como "principal").

Conheça o blog deste autor e produtor cultural http://marcelinofreire.wordpress.com/



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Alexandre Barreto, mais conhecido como “Alê Barreto”, é um profissional multifuncional. Administrador de empresas, diretor de produção e produtor executivo, possui competências tanto para organização de eventos e direção de produção como para planejamento, gerenciamento e execução de projetos culturais, sociais e corporativos. Sua ação pioneira de compartilhar suas experiências práticas têm contribuído para a organização e desenvolvimento de setores criativos brasileiros. Criador do blog “Produtor Cultural Independente”, ativo desde 2006, possui diversos textos citados e recomendados em publicações do SEBRAE e em trabalhos de graduação e pós-graduação. 

Seu livro "Aprenda a Organizar um Show", primeiro método sobre produção executiva de shows publicado em língua portuguesa na internet, já foi acessado por mais de 22.000 pessoas e rendeu-lhe convite para cursos, palestras e consultorias em várias cidades do Brasil e a indicação em 2013 ao Prêmio Dynamite de Música Independente (SP).

(21) 7627-0690 alebarreto@gmail.com

terça-feira, julho 02, 2013

Vem pra rua batalhar pela qualificação de sua formação profissional




Por Alê Barreto *
alebarreto@gmail.com


Amigos, os cursos da Maratona Produtor Cultural Independente, previstos inicialmente para 06 e 07 de julho, não tiveram o número mínimo de inscrições.

Buscando não perder a oportunidade de realizar esta nova ação e compartilhar conhecimentos com o público que mora em São Paulo, seguem aqui as respostas de algumas dúvidas mais frequentes, para facilitar a participação do maior número de pessoas possível.



Quais são os próximos cursos previstos para São Paulo?

A Maratona Produtor Cultural Independente abrange os seguintes cursos:

"Aprenda a Produzir Profissionais Criativos" - 20/07 - 8h às 12h

"Aprenda a Organizar um Show" - 20/07 - 14h às 18h

"Aprenda a Agenciar Profissionais Criativos" - 21/07 - 8h às 12h


Quais são as datas previstas?

As datas previstas são dias 20 (sábado) e 21 (domingo) de julho de 2013


Qual é o número de vagas disponíveis por curso?

20 vagas por curso.


Qual é o conteúdo programático dos cursos?

Você tem acesso ao conteúdo programático dos cursos em nossa loja virtual 
http://produtorindependente.loja2.com.br/


Como as datas previstas para os cursos são confirmadas?


O Produtor Cultural Independente atua com um sistema parecido com o crowdfunding (financiamento coletivo). Quando o número mínimo necessário de inscritos efetua o pagamento de suas inscrições, efetuamos o pagamento da sala do curso e damos início ao processo de produção do curso.


O que acontece se eu pagar minha inscrição e a turma não for confirmada?

Você recebe uma comunicação sobre a transferência de data do curso e é convidado a integrar a turma prevista em nova data. Caso não tenha esta disponibilidade, seu dinheiro será devolvido.


Quais são os benefícios em participar dos cursos?

Ao participar dos cursos do Produtor Cultural Independente, você
- estimula o desenvolvimento de suas competências para o mercado de eventos, shows e entretenimento.

- percebe o real valor do seu trabalho.

- fortalece sua segurança naquilo que você está fazendo com resultados.

- amplia suas redes de cooperação profissionais.
Os cursos tem materiais didáticos?

Sim. O participante recebe os materiais eletrônicos utilizados pelo palestrante. Além disso, receberá indicação de bibliografia recomendada e vídeos recomendados.


Como é a qualidade da sala de aula?

Excelente! Os cursos da Maratona Produtor Cultural Independente são ministrados em São Paulo na AGS Meeting Place.





É fácil chegar ao local do curso?

Sim! A AGS Meeting Place fica na Av. Brigadeiro Luis Antonio, 2050 – 1º andar – Bela Vista (próximo à estação Brigadeiro do Metrô), fone (11) 3051-7500.

Quem é o palestrante?

Alexandre Barreto, mais conhecido como “Alê Barreto”, é um profissional multifuncional. Administrador de empresas, diretor de produção e produtor executivo, possui competências tanto para organização de eventos e direção de produção como para planejamento, gerenciamento e execução de projetos culturais, sociais e corporativos. Sua ação pioneira de compartilhar suas experiências práticas têm contribuído para a organização e desenvolvimento de setores criativos brasileiros. Criador do blog “Produtor Cultural Independente”, ativo desde 2006, possui diversos textos citados e recomendados em publicações do SEBRAE e em trabalhos de graduação e pós-graduação. 

Seu livro "Aprenda a Organizar um Show", primeiro método sobre produção executiva de shows publicado em língua portuguesa na internet, já foi acessado por mais de 22.000 pessoas e rendeu-lhe convite para cursos, palestras e consultorias em várias cidades do Brasil e a indicação em 2013 ao Prêmio Dynamite de Música Independente (SP).



O participante do curso recebe certificado?

Sim. O participante recebe um certificado de curso livre, em arquivo eletrônico, via e-mail. Pode inclusive cadastrá-lo em currículo lattes.



Alguém já fez este curso em São Paulo e recomenda?

Sim. Inclusive o atendimento de informações em São Paulo é feito por uma ex-aluna, a produtora Waleska Ávila pelo fone (11) 96623-6238.

Veja aqui a turma de 2012



Alguém recomenda este curso em São Paulo?

Sim. Luciano Malasia, músico gaúcho radicado em São Paulo, que desenvolve trabalhos com Agridoce, Pitty e Ultramen, trabalha na Conteúdo Musical e participou dos cursos do Programa Produtor Cultural Independente em abril de 2013.

Assista o seu depoimento http://youtu.be/v7lA2Ok2YOE


Qual é o valor de cada curso?

Cada curso tem o valor de R$ 310,00 (trezentos e dez reais).


Por que cada curso custa R$ 310,00?

O critério de formação do valor de cada curso baseia-se em duas premissas: mercado,  acessibilidade e sustentabilidade. O valor de nossos cursos estão entre os mais atrativos do mercado (pesquise e confirme isso) e oferecemos meios de pagamento e promoções que facilitam a participação das pessoas. Além disso, os valores são utilizados para pagar a locação de ótimas instalações, transporte, hospedagem, alimentação e translados do palestrante, além de remunerar o seu trabalho, o trabalho da produtora Waleska Ávila e da produtora Ahnis Fraga.


Posso pagar parcelado os cursos?

Sim, através de nossa loja virtual

http://produtorindependente.loja2.com.br/


Além do parcelamento, existe algum desconto ou promoção para participar dos cursos?

Sim. Pagando 01 (uma) inscrição para qualquer um dos cursos oferecidos, você tem direito a levar um acompanhante para estudar junto com você no mesmo curso!



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Alexandre Barreto, mais conhecido como “Alê Barreto”, é um profissional multifuncional. Administrador de empresas, diretor de produção e produtor executivo, possui competências tanto para organização de eventos e direção de produção como para planejamento, gerenciamento e execução de projetos culturais, sociais e corporativos. Sua ação pioneira de compartilhar suas experiências práticas têm contribuído para a organização e desenvolvimento de setores criativos brasileiros. Criador do blog “Produtor Cultural Independente”, ativo desde 2006, possui diversos textos citados e recomendados em publicações do SEBRAE e em trabalhos de graduação e pós-graduação. 

Seu livro "Aprenda a Organizar um Show", primeiro método sobre produção executiva de shows publicado em língua portuguesa na internet, já foi acessado por mais de 22.000 pessoas e rendeu-lhe convite para cursos, palestras e consultorias em várias cidades do Brasil e a indicação em 2013 ao Prêmio Dynamite de Música Independente (SP).

(21) 7627-0690 alebarreto@gmail.com

terça-feira, junho 25, 2013

A melhor hora para começar a fazer é agora

Eu e minha namorada Ana Virginia, assessora do Ministério Público do Acre 
e produtora cultural em Rio Branco. Sua vinda ao Rio de Janeiro com a sua mãe, a querida Dona Dora, são lindos presentes de aniversario!


 
Por Alê Barreto *
alebarreto@gmail.com

 
Nesta semana, dia 28 de junho, estou de aniversário. Faço 41 anos. Sempre no período do meu aniversário, penso sobre como ocupo o tempo da minha vida. Falei sobre isso há poucos dias num encontro promovido pelo Grupo PET Conexões de Saberes, da graduação em produção cultural do IFRJ - Campus Nilópolis.

Diferente do que muita gente imagina, eu não tenho a "fórmula do uso do tempo". Nem acredito que exista esta fórmula. 

Tenho certeza que devem existir milhares de aplicativos para gerenciar o tempo em smartphones, tablets, computadores, os quais vão além das fórmulas.  Ajudam a registrar os históricos das nossas ações e ajudam na previsão e planejamento futuro. Todos são úteis. Tão úteis quanto dois hábitos que desenvolvi e que me ajudam a utilizar melhor o meu tempo: tomar notas sobre os acontecimentos da minha vida e refletir sobre estes acontecimentos.

Uma das reflexões que faço é sobre "a hora de começar a fazer". Em minha formação, há inúmeros momentos em que pessoas mais experientes me aconselharam a esperar, antes de fazer algo que eu estava pensando fazer. "Aguarde o melhor momento". "Não está na época ainda, espere um pouco". As pessoas não estavam erradas. E nem certas. As pessoas que aconselhavam isso, faziam o mesmo que eu, você ou qualquer outra pessoa faz. Geralmente procuramos mostrar aos mais jovens que as coisas que desejamos fazer podem ser feitas em momentos mais favoráveis, momentos mais oportunos. Nada mais sensato do que isso. O único problema é que os conselhos são dados como se alguém tivesse certeza sobre tudo que pode acontecer na vida de alguém no futuro. E esta certeza, não temos.

Então, se você está pensando em fazer algo no tal do "momento certo", pense também que temos uma grande afinidade com o conforto. Não estou falando de luxo. Estou falando de conforto. Conforto é fazer tudo com segurança, tranquilidade e comodidade. E nem sempre fazer as coisas com conforto que idealizamos é a melhor coisa a ser feita.

Quem aguarda anos até que consiga um patrocínio para lançar um livro, para gravar sua música, para encenar o seu espetáculo, faz tudo isso e mais um pouco com bastante conforto. Mas corre o risco de nunca realizar ou realizar muito menos do que tem capacidade de fazer.

Nesta perspectiva, "esperar o melhor momento" pode ser uma grande armadilha. Podemos ficar anos a fio aguardando e este dia não chegar. Como será que iremos nos sentir se a melhor hora não chegar e nos dermos conta que não temos mais tempo em nossa vida para isso?

Por isso, eu sempre digo para todo mundo que me procura nos cursos, me envia e-mails, me envia mensagens via facebook: a melhor hora para começar a fazer é agora. Esqueça a cobrança excessiva que você faz com você mesmo, sempre desejando perfeição, ausência de falhas e sucesso imediato em tudo que inicia.

Eu promovo cursos e às vezes preciso mudar datas. Eu trabalhei em projetos sociais que tinham uma proposta conceitual diferente do que acontecia na prática. Eu faço reuniões que muitas vezes não resultam em trabalhos ou projetos. Eu acreditei em muitos amigos e nem todos foram tão amigos quanto pensei que eram. Estes e outros fatos não são fantasmas do passado que me assombram, pois independente de todos os resultados terem sido os que eu desejava, eu fiz algo que pouca gente faz: decidi fazer e realizei.

Então, se você tem uma ideia aguardando para se tornar realidade, lembre: a melhor hora para começar a fazer é agora :)

Você também pode estudar estas e outras dicas práticas nos cursos  da Maratona Produtor Cultural Independente prevista para os dias 06 e 07 de julho na AGS Meeting Place em São Paulo. Veja como participar em nossa loja virtual http://produtorindependente.loja2.com.br/

Promoção: pagando 01 (uma) inscrição para qualquer um dos cursos oferecidos, você tem direito a levar um acompanhante para estudar junto com você no mesmo curso!



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Alexandre Barreto, mais conhecido como “Alê Barreto”, é um profissional multifuncional. Administrador de empresas, diretor de produção e produtor executivo, possui competências tanto para organização de eventos e direção de produção como para planejamento, gerenciamento e execução de projetos culturais, sociais e corporativos. Sua ação pioneira de compartilhar suas experiências práticas têm contribuído para a organização e desenvolvimento de setores criativos brasileiros. Criador do blog “Produtor Cultural Independente”, ativo desde 2006, possui diversos textos citados e recomendados em publicações do SEBRAE e em trabalhos de graduação e pós-graduação. 

Seu livro "Aprenda a Organizar um Show", primeiro método sobre produção executiva de shows publicado em língua portuguesa na internet, já foi acessado por mais de 22.000 pessoas e rendeu-lhe convite para cursos, palestras e consultorias em várias cidades do Brasil e a indicação em 2013 ao Prêmio Dynamite de Música Independente (SP).

(21) 7627-0690 alebarreto@gmail.com